Hyundai apresenta o descolado i30 Fastback com mudanças visuais no Salão de Genebra


A Hyundai apresentou as primeiras mudanças visuais para a linha i30 na Europa. A linha 2021 do i30 Fastback, a opção de carroceria mais descolada do i30, passa a contar com novidades visuais, mecânicas e de conteúdo. O i30 Fastback ganha uma nova dianteira, que traz mudanças no identidade visual da marca, chamada pela Hyundai de 3D. Visualmente ele ganha uma nova grade dianteira, que estreia um novo padrão do estilo hexagonal, faróis com novo layout interno que trazem uma nova assinatura de LEDs diurnos. O nicho dos faróis de neblina também são novos, maiores e ganham um detalhe cromado. Nas laterais, a única novidade fica por conta das novas rodas de liga leve com aros que variam de 16 a 18 polegadas. Na traseira, as novidades ficam por conta das lanternas receberam novo layout interno com LEDs. O i30 Fastback ainda recebe novos tons exteriores e novos desenhos de rodas de liga leve, que estarão disponíveis em 16 ou 17 polegadas (18 polegadas é opcional ou de série a partir da versão N-Line). A versão N-Line e o N-Spec conta com algumas mudanças visuais a mais, como novas entradas de ar no para-choque dianteiro, com um acabamento plástico preto que leva até as caixas de roda. Na traseira, um para-choque traseiro modificado, como uma saída de ar e acabamento plásticos que emolduram essa saída de ar, que conta com um extrator e uma luz de neblina triangular centralizada. Alguns detalhes são pintados de preto, como a carcaça dos retrovisores externos e os frisos que emolduram as janelas laterais. 


No interior as novidades ficam por conta de um novo desenho para as saídas do ar-condicionado, trazendo novas cores e inserções, além de novos tecidos para o estofamento. O quadro de instrumentos recebe uma tela digital de 7 polegadas e uma central multimídia com tela de 10 polegadas, que passa a contar com conectividade com Apple CarPlay e Android Auto, além de sistema de navegação GPS. O Fastback 2021 ainda ganha recarga de smartphones por indução e incorpora o pacote de equipamentos de segurança SmartSense da Hyundai, um conjunto de assistências à condução que inclui frenagem autônoma na cidade, detecção de pedestres, manutenção de faixa, alerta de mudança involuntária de faixa, detecção de objetos no ponto cego e luzes de cruzamento automáticas. Na mecânica, as novidades ficam por conta do sistema híbrido-leve de 48V associado ao novo motor 1.5 T-GDI a gasolina que desenvolve 160cv de potência e 27,8kgfm de torque que pode ser acoplado a um câmbio manual de 6 marchas ou automático de DCT de dupla embreagem de 7 velocidades. O motor 1.0 12v T-GDI segue em oferta com 120cv e 17,8kgfm. O motor 1.5 16v a gasolina e aspirado também deve estrear, com potência de 110cv, sempre com câmbio manual de 6 marchas. Bebendo diesel a opção que resta é o 1.6 CRDi com duas opções de potência: 110cv ou 133cv com câmbio manual de 6 marchas ou DCT de 7 velocidades. A versão N-Spec deve manter o motor 2.0 Turbo e câmbio manual de 6 marchas, mas o primeiro desenvolve 250cv de potência e 35,8kgfm de torque, que acelera de 0 a 100km/h em 6,4 segundos. O pacote Performance desenvolve 275cv de potência.



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Alfa Romeo surpreende e confirma nome Milano para SUV subcompacto que estreia em abril

Fiat reajusta os preços da Toro em versões com motor T270, com cortes de até R$ 10.000

RAM reajusta os preços de Rampage, 1500, 2500 e 3500 no Brasil, em até R$ 5.000

Lamborghini comemora aniversário de 60 anos de Sant'Agata Bolognese e revela três séries

Ford desenvolve um SUV elétrico de 7 lugares que será apresentado em meados de 2025

Nosso novo Peugeot 2008 será igual ao modelo europeu, recém reestilizado; terá motor T200

Chevrolet Camaro ganha séries especiais Collector's Edition e Garage 56 Edition nos EUA

Nio ET5 Touring é a primeira station wagon da marca; estreia na China de olho na Europa

Ferrari apresenta a SF90 XX Stradale e Spider na Europa, com motor híbrido de 1.030cv

Stellantis pode deixar de produzir no Reino Unido por conta de acordos comerciais do Brexit