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Índia quer atrair a Tesla para uma fábrica, mesmo com uma demanda ainda baixa de EVs

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A Índia parece ser o novo centro de atenções na Ásia para o desenvolvimento de carros elétricos. Depois da China, o gigante país também pode se tornar um grande consumidor de elétricos dentro de alguns anos. E isso tem despertado atenção de várias marcas – em especial de uma conhecida mundialmente: a Tesla. Apesar da fábrica de Xangai, na China, a Índia pode se tornar também um polo exportador por conta do seu baixo custo de produção. Há quem acredite que a Índia estaria disposta a oferecer benefícios e incentivos para a Tesla erguer uma unidade no país. A informação foi revelada por Nitin Gadkari, Ministro dos Transportes da Índia, em entrevista com a Agência Reuters. A Tesla já se registrou como uma empresa na Índia e deve vender seus automóveis por lá. O namoro entre a marca de elétricos e o país já é de alguns anos, quando Elon Musk visitou a Índia. De acordo com alguns relatórios, a Tesla deve chegar oficialmente ao país dentro de alguns meses, podendo começar a vender o Model 3.

GTN #6: na rota de melhorar o passado. Mas só isso seria o suficiente?

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Depois da sanção do Rota 2030, o mercado automotivo brasileiro pode respirar um pouco mais tranquilo. Isso porque o nosso mercado tinha uma previsão de como funcionaria operar no mercado nos próximos anos, atendendo, principalmente, ao prazo mais longo. Com isso, o Rota 2030 saiu com um atraso de quatro meses em relação ao previsto - isso porque ele deveria ter ficado pronto ainda em 2017, antes do término da vigência do Inovar-Auto, mas só foi revelado em abril de 2018. Ainda naquele período, o Brasil ainda contava com o processo da Organização Mundial do Comércio (OMC) em tramitação, mas o Brasil já sabia que não poderia continuar com as cotas de importação de 4.800 unidades ao ano e ao Super-IPI, medidas que foram claramente taxadas de protecionistas e que não era saudável para o livre comércio. Mesmo sendo lançado sem esses pontos do Inovar-Auto, ele não trazia muita coisa em relação ao programa passado. Continuava a cobrar que nossos automóveis fossem mais eficientes em termos de

GTN #5: o medo e o golpe chamado Inovar-Auto contra os carros importados

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Há males que vem para bem, já diria o famoso ditado popular. Mas nem sempre, males, vem para bem. As vezes ele vem para destruir mesmo. Partindo do pressuposto das temáticas que estamos trabalhando aqui no Conexão Automotiva GTN, o Inovar-Auto é um desses tipos de males que vem para destruir. Pelo menos para os carros importados. A ideia tosca de colocar um imposto de importação 30% do que já era cobrado acionou cobranças de vários países e chegou até mesmo à Organização Mundial do Comércio, a OMC. Mercados como União Europeia e Japão chamaram a atenção da organização sobre esse IPI que não permitia que o consumidor pudesse ter um livre comércio e o seu livre direito de escolha entre automóveis – atitude que permanece até hoje assombrando os carros importados e que é um dos motivos que derrubaram as vendas desse setor no país. E não, em nada tem a ver com os nossos carros nacionais. Mas não seria mais plausível criar medidas que permitissem que os carros nacionais estivessem no mesmo

GTN #2: a indústria nacional eufórica e a sensação de dejà vú do abandono

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  Você já teve uma sensação que algo já aconteceu? Eu já tive isso várias vezes. Você passar por uma sensação que parece ser tão semelhante com algo do passado, popularmente chamado de “dejá vù”. No dicionário, essa palavra pode ser definida como: “uma forma de ilusão da memória que leva o indivíduo a crer já ter visto (e, por ext., já ter vivido) alguma coisa ou situação de fato desconhecida ou nova para si; paramnésia”, de acordo com a Oxford Languages. Antes de 1998, quando o Brasil entrou em crise junto com os países asiáticos, liderado por Tailândia, Coreia do Sul, China e Japão, naquela então crise financeira que atingiu alguns países do mundo, as vendas dos automóveis em 1997 eram altas. A Volkswagen, Fiat, Chevrolet, Ford e Asia Motors lideravam as vendas em nosso mercado. Esse bom momento comercial pode ter sido um dos motivos que fizeram com que marcas premium investissem em fábricas no nosso mercado.   Ver essa foto no Instagram Uma publicação compar

Governo do Ceará deve conceder incentivos fiscais a empresa que adquirir a Troller

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A Troller segue a espera de uma nova dona. De acordo com informações preliminares, o Governo do Ceará encontrou três empresas interessadas na marca e que dê continuidade à produção do T4, ou seja, o novo comprador não pode desistir da marca. "Nosso papel é apenas intermediar as discussões, pois as negociações ocorrem diretamente entre a Ford e os interessados" , disse Maia Junior, Secretário do Desenvolvimento Econômico do Ceará, em entrevista ao UOL. Maia ainda destaca que o Estado quer estender a um eventual comprador, o benefício fiscal oferecido a todas indústrias que se instalam no Ceará, que é o prazo de 36 meses para recolhimento de 75% do ICMS. O pagamento normalmente é feito dentro de um mês. O Secretário ainda reafirmou que existem três empresas interessadas em dar sequência à Troller, uma das poucas marcas nacionais. "A prioridade do Ceará é a garantia da produção desse carro, que é genuinamente cearense desde o seu desenvolvimento, e a garantia dos empregos d

Toyota confirma novo ciclo de investimentos no Brasil, mas reclama de altos tributos

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A Toyota confirmou que 2021 deve ser um ano em que a marca prevê um crescimento de 25% nas vendas no mercado brasileiro. O lançamento do Corolla Cross deve ser um grande motivo para isso. O modelo será lançado ainda neste primeiro trimestre de 2021 e prevê lançamentos nos próximos anos para continuar crescendo. Em 2020, a Toyota vendeu 137.876 unidades, das quais 116.001 unidades foram produzidas nas unidades de Sorocaba (SP) e Indaiatuba (SP). “Os desafios de 2020, talvez os maiores de nossa história e da indústria, nos ensinaram que precisamos buscar cada vez mais a competitividade e sustentabilidade" , disse Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil em comunicado. Ficando em sexto no mercado em 2020, a marca prevê fechar 2021 em quinto, concorrendo com a Hyundai pela quarta colocação. Só a unidade de Sorocaba deve receber o investimento de R$1 bilhão. A Toyota ainda terá outros lançamentos em 2021, como o novo Corolla GR-S, mas o lançamento do Yaris reestilizado deve ficar p

Com saída do Brasil, México vai atrás da Ford para ter parte dos investimentos que seriam de Camaçari (BA)

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Depois da Ford confirmar o fechamento das fábricas de Camaçari (BA) e Taubaté (SP), a Ford retirou duas fábricas do seu catálogo. Isso abriu o olho de outras unidades fabris que podem receber os investimentos que as unidades brasileiras receberiam. Camaçari, por exemplo, receberia um pesado aporte para a produção de uma nova linha de modelos que seriam feitos na Bahia. Quem parece atrás desses investimentos são as fábricas do México da Ford. Atualmente com as unidades de Hermosillo e Cuautitlán, a Agência AFP confirmou que o Governo do México estaria flertando com a marca para investir em produção no país. “Nós já estamos buscando a Ford para perguntar ‘o que você precisa, como você precisa?’, para conquistá-la para que venha ao México. Temos nos coordenado de forma muito específica com os estados da República para ver onde estão prontos para receber o quê” , disse Tatiana Clouthier, Secretária da Economia do México. No México, a Ford atualmente produz os modelos Bronco Sport e Mustang

Abeifa pede ao Governo Federal para diminuir taxa de importação de 35% para 20%; vendas caem 20,7%

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A Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, a Abeifa, pede ao Governo Federal uma redução do imposto de importação de 35% para 20%. Com o Dólar acima de R$5, o setor sofreu gravemente o impacto das vendas em 2020, afetado ainda mais pela pandemia do Coronavírus. “Desde o início de nossa gestão à frente da entidade, a partir do dia 16 de março último, temos enfatizado que o setor de veículos importados não suportaria período prolongado de pressão sobre os preços praticados em reais ocasionada pela valorização contínua das principais moedas estrangeiras, notadamente o dólar e o euro. Passados quase oito meses, o setor está no limite da exaustão financeira. Algo precisa ser feito para aliviar os grupos empresariais nacionais e, com isso, proteger redes de concessionários e empregos do setor, evitando que os consumidores brasileiros de carros importados fiquem desassistidos de peças, componentes e serviços de pós-vendas” , disse João Henrique Ol

Ford espera novo governo argentino definir política automotiva para a produção do Territory na Argentina

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Depois de deixar de produzir o Focus na unidade de General Pacheco, a Ford produz apenas a Ranger na unidade argentina. A Ford confirmou que deve manter a unidade ociosa até Alberto Fernández, Presidente eleito em 2019, definir a política que deve adotar para o setor automotivo nos próximos anos. A informação foi confirmada por Gabriel López, CEO da Ford na Argentina, em entrevista ao Argentina Autoblog . "As montadoras estão trabalhando em um documento para discutir com as novas autoridades qual deve ser a visão para o setor, organizar as tarefas e direcionar esse setor para recuperar os volumes de produção de cinco ou seis anos atrás. Esperamos que o novo governo gere um plano de trabalho com a indústria, sindicatos e oposição" , disse López. O Territory, que deve ser vendido na Argentina e no Brasil via importação da China, pode ser produzido na unidade argentina. O modelo deve ser importado da China com um motor 1.5 Turbo Flex capaz de desenvolver 145cv de potência co

Renault espera definição de importações do Rota 2030 para lançar Koleos no mercado brasileiro

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Lançado em abril de 2016 no exterior, a Renault confirmara que na época o Koleos seria vendido no Brasil dentro de um ano, que dava a previsão de abril de 2017. A queda no mercado brasileiro fez com que o SUV entrasse na lista de espera e segundo a marca, deve permanecer nela por mais alguns meses. Segundo Carlos Ghosn, CEO mundial da Renault-Nissan, o Koleos ainda não está descartado no Brasil. A Renault espera apenas a definição do Rota 2030 quanto a importação de automóveis. Em entrevista ao site AUTOO , Luiz Pedrucci, presidente da Renault Brasil, disse que “a ideia de importar o Koleos está mantida sim. Ele não está descartado. O que ocorre é que precisamos ter uma definição do Rota 2030 para só então iniciarmos a importação do modelo”. Segundo Pedrucci, ainda não se tem uma data definida para o lançamento do Koleos no mercado. Atualmente a Renault tem trabalhado com Captur e Kwid, além de semear o caminho para a chegada da Alaskan. Outro fator que pode ter ajudado no atraso d

Renault pode ter a melhor gama de motores já desenvolvidas no Brasil com linhas SCe e TCe

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Depois de viver um bom tempo à base dos motores 1.0 16v, o 1.6 8v e o 2.0 16v Flex, a Renault está atualizando a sua linha de motores no Brasil. Ainda em andamento, essa nova linha de motores começou a ser renovada com a família SCe, composta pelos motores 1.0 12v e 1.6 16v SCe Flex. Produzidos (no caso do 1.6, apenas – e por enquanto) na fábrica de motores da Renault em São José dos Pinhais (PR), a fábrica deve passar a produzir o trio de motores mais modernos do nosso mercado. Fruto de investimento de US$750 milhões em agosto de 2017, a fábrica ainda deve começar a produzir em breve o motor 1.0 12v SCe e em meados de 2019 e 2020 será a vez do recém lançado motor 1.3 TCe apresentado na Europa. Vale destacar também que a Renault estuda a possibilidade de desenvolver um motor 1.0 TCe, que seria usado principalmente por Sandero e Kwid no Brasil, como opções esportivas leves. Porém, antes de desenvolver o 1.0 e 1.3 TCe para nosso mercado, a Renault depende do Rota 2030, que assim como

União Europeia confirma 66,5g/km de média de índice de emissões de poluentes para carros em 2030

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Enquanto o Brasil trabalha no Rota 2030 sem focar em elétricos até lá, a Europa já determina qual deve ser o nível permitido para os índice de emissões de poluentes para 2030: Daqui até lá, o bloco econômico planeja diminuir o índice em 30%, ou seja, a meta é chegar a 66,5g/km. Considerado agressivo e desafiador para as marcas, o novo plano prevê corte nas emissões veiculares e sofre com resistência de países-membros com grande produção no setor, como a Alemanha. O motivo principal seria o grande montante de investimentos em tecnologias, que passam a valer a partir de 2021 com as novas regras. Para compensar os esforços dos fabricantes, a União Europeia propõe um nível provisório de 15% de até 2025, a fim de que os investimentos possam ser feitos de forma gradativa a fim de não prejudicar as finanças das montadoras. Outra ação visando a introdução de mais carros elétricos e híbridos plug-in é a adoção de crédito fiscal para que as empresas possam amortizar parte dos custos de desenv

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