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Mostrando postagens com o rótulo Governo

Governo do Ceará deve conceder incentivos fiscais a empresa que adquirir a Troller

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A Troller segue a espera de uma nova dona. De acordo com informações preliminares, o Governo do Ceará encontrou três empresas interessadas na marca e que dê continuidade à produção do T4, ou seja, o novo comprador não pode desistir da marca. "Nosso papel é apenas intermediar as discussões, pois as negociações ocorrem diretamente entre a Ford e os interessados" , disse Maia Junior, Secretário do Desenvolvimento Econômico do Ceará, em entrevista ao UOL. Maia ainda destaca que o Estado quer estender a um eventual comprador, o benefício fiscal oferecido a todas indústrias que se instalam no Ceará, que é o prazo de 36 meses para recolhimento de 75% do ICMS. O pagamento normalmente é feito dentro de um mês. O Secretário ainda reafirmou que existem três empresas interessadas em dar sequência à Troller, uma das poucas marcas nacionais. "A prioridade do Ceará é a garantia da produção desse carro, que é genuinamente cearense desde o seu desenvolvimento, e a garantia dos empregos d

Toyota confirma novo ciclo de investimentos no Brasil, mas reclama de altos tributos

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A Toyota confirmou que 2021 deve ser um ano em que a marca prevê um crescimento de 25% nas vendas no mercado brasileiro. O lançamento do Corolla Cross deve ser um grande motivo para isso. O modelo será lançado ainda neste primeiro trimestre de 2021 e prevê lançamentos nos próximos anos para continuar crescendo. Em 2020, a Toyota vendeu 137.876 unidades, das quais 116.001 unidades foram produzidas nas unidades de Sorocaba (SP) e Indaiatuba (SP). “Os desafios de 2020, talvez os maiores de nossa história e da indústria, nos ensinaram que precisamos buscar cada vez mais a competitividade e sustentabilidade" , disse Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil em comunicado. Ficando em sexto no mercado em 2020, a marca prevê fechar 2021 em quinto, concorrendo com a Hyundai pela quarta colocação. Só a unidade de Sorocaba deve receber o investimento de R$1 bilhão. A Toyota ainda terá outros lançamentos em 2021, como o novo Corolla GR-S, mas o lançamento do Yaris reestilizado deve ficar p

Com saída do Brasil, México vai atrás da Ford para ter parte dos investimentos que seriam de Camaçari (BA)

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Depois da Ford confirmar o fechamento das fábricas de Camaçari (BA) e Taubaté (SP), a Ford retirou duas fábricas do seu catálogo. Isso abriu o olho de outras unidades fabris que podem receber os investimentos que as unidades brasileiras receberiam. Camaçari, por exemplo, receberia um pesado aporte para a produção de uma nova linha de modelos que seriam feitos na Bahia. Quem parece atrás desses investimentos são as fábricas do México da Ford. Atualmente com as unidades de Hermosillo e Cuautitlán, a Agência AFP confirmou que o Governo do México estaria flertando com a marca para investir em produção no país. “Nós já estamos buscando a Ford para perguntar ‘o que você precisa, como você precisa?’, para conquistá-la para que venha ao México. Temos nos coordenado de forma muito específica com os estados da República para ver onde estão prontos para receber o quê” , disse Tatiana Clouthier, Secretária da Economia do México. No México, a Ford atualmente produz os modelos Bronco Sport e Mustang

Abeifa pede ao Governo Federal para diminuir taxa de importação de 35% para 20%; vendas caem 20,7%

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A Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, a Abeifa, pede ao Governo Federal uma redução do imposto de importação de 35% para 20%. Com o Dólar acima de R$5, o setor sofreu gravemente o impacto das vendas em 2020, afetado ainda mais pela pandemia do Coronavírus. “Desde o início de nossa gestão à frente da entidade, a partir do dia 16 de março último, temos enfatizado que o setor de veículos importados não suportaria período prolongado de pressão sobre os preços praticados em reais ocasionada pela valorização contínua das principais moedas estrangeiras, notadamente o dólar e o euro. Passados quase oito meses, o setor está no limite da exaustão financeira. Algo precisa ser feito para aliviar os grupos empresariais nacionais e, com isso, proteger redes de concessionários e empregos do setor, evitando que os consumidores brasileiros de carros importados fiquem desassistidos de peças, componentes e serviços de pós-vendas” , disse João Henrique Ol

Ford espera novo governo argentino definir política automotiva para a produção do Territory na Argentina

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Depois de deixar de produzir o Focus na unidade de General Pacheco, a Ford produz apenas a Ranger na unidade argentina. A Ford confirmou que deve manter a unidade ociosa até Alberto Fernández, Presidente eleito em 2019, definir a política que deve adotar para o setor automotivo nos próximos anos. A informação foi confirmada por Gabriel López, CEO da Ford na Argentina, em entrevista ao Argentina Autoblog . "As montadoras estão trabalhando em um documento para discutir com as novas autoridades qual deve ser a visão para o setor, organizar as tarefas e direcionar esse setor para recuperar os volumes de produção de cinco ou seis anos atrás. Esperamos que o novo governo gere um plano de trabalho com a indústria, sindicatos e oposição" , disse López. O Territory, que deve ser vendido na Argentina e no Brasil via importação da China, pode ser produzido na unidade argentina. O modelo deve ser importado da China com um motor 1.5 Turbo Flex capaz de desenvolver 145cv de potência co

Renault espera definição de importações do Rota 2030 para lançar Koleos no mercado brasileiro

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Lançado em abril de 2016 no exterior, a Renault confirmara que na época o Koleos seria vendido no Brasil dentro de um ano, que dava a previsão de abril de 2017. A queda no mercado brasileiro fez com que o SUV entrasse na lista de espera e segundo a marca, deve permanecer nela por mais alguns meses. Segundo Carlos Ghosn, CEO mundial da Renault-Nissan, o Koleos ainda não está descartado no Brasil. A Renault espera apenas a definição do Rota 2030 quanto a importação de automóveis. Em entrevista ao site AUTOO , Luiz Pedrucci, presidente da Renault Brasil, disse que “a ideia de importar o Koleos está mantida sim. Ele não está descartado. O que ocorre é que precisamos ter uma definição do Rota 2030 para só então iniciarmos a importação do modelo”. Segundo Pedrucci, ainda não se tem uma data definida para o lançamento do Koleos no mercado. Atualmente a Renault tem trabalhado com Captur e Kwid, além de semear o caminho para a chegada da Alaskan. Outro fator que pode ter ajudado no atraso d

Renault pode ter a melhor gama de motores já desenvolvidas no Brasil com linhas SCe e TCe

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Depois de viver um bom tempo à base dos motores 1.0 16v, o 1.6 8v e o 2.0 16v Flex, a Renault está atualizando a sua linha de motores no Brasil. Ainda em andamento, essa nova linha de motores começou a ser renovada com a família SCe, composta pelos motores 1.0 12v e 1.6 16v SCe Flex. Produzidos (no caso do 1.6, apenas – e por enquanto) na fábrica de motores da Renault em São José dos Pinhais (PR), a fábrica deve passar a produzir o trio de motores mais modernos do nosso mercado. Fruto de investimento de US$750 milhões em agosto de 2017, a fábrica ainda deve começar a produzir em breve o motor 1.0 12v SCe e em meados de 2019 e 2020 será a vez do recém lançado motor 1.3 TCe apresentado na Europa. Vale destacar também que a Renault estuda a possibilidade de desenvolver um motor 1.0 TCe, que seria usado principalmente por Sandero e Kwid no Brasil, como opções esportivas leves. Porém, antes de desenvolver o 1.0 e 1.3 TCe para nosso mercado, a Renault depende do Rota 2030, que assim como

União Europeia confirma 66,5g/km de média de índice de emissões de poluentes para carros em 2030

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Enquanto o Brasil trabalha no Rota 2030 sem focar em elétricos até lá, a Europa já determina qual deve ser o nível permitido para os índice de emissões de poluentes para 2030: Daqui até lá, o bloco econômico planeja diminuir o índice em 30%, ou seja, a meta é chegar a 66,5g/km. Considerado agressivo e desafiador para as marcas, o novo plano prevê corte nas emissões veiculares e sofre com resistência de países-membros com grande produção no setor, como a Alemanha. O motivo principal seria o grande montante de investimentos em tecnologias, que passam a valer a partir de 2021 com as novas regras. Para compensar os esforços dos fabricantes, a União Europeia propõe um nível provisório de 15% de até 2025, a fim de que os investimentos possam ser feitos de forma gradativa a fim de não prejudicar as finanças das montadoras. Outra ação visando a introdução de mais carros elétricos e híbridos plug-in é a adoção de crédito fiscal para que as empresas possam amortizar parte dos custos de desenv

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