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Lifan firma parceria com a Geely para troca de baterias e começa a retomar vendas na China

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O retorno da Lifan, depois de quase falir nos últimos anos, é gradual. Fomos atrás de algumas informações da marca que deixou o nosso nos últimos anos, depois desse processo de quase falência. Agora fazendo parte da Geely Group, a marca possui apenas a minivan 80V, que não foi nem desenvolvida para a Lifan. Na China, ela foi desenvolvida pela marca Maple. Ainda há poucas informações sobre a marca, mas o pouco que se sabe nos deixa mais esperançosos que a marca tenha um futuro melhor. Na China, ela deve ajudar a Geely em uma joint-venture para desenvolver a troca de baterias em estações, tal qual a Nio faz atualmente. Todos os futuros modelos da Lifan nascerão como elétricos e diferentes produtos estão em desenvolvimento. A joint-venture prevê a instalação de cerca de 5.000 estações de recarga até 2025, cobrindo as 100 principais cidades chinesas. A Lifan deve apostar em produtos e serviços de troca de baterias para perfis de consumidores como taxistas, empresas e o público em geral. Os

Geely fecha oficialmente a fábrica da Lifan em San José, no Uruguai, que produzia X60 e X80

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Depois de mais de dez anos do início da sua operação, a Lifan confirmou oficialmente o fim da produção na fábrica do Uruguai. A fábrica que a marca tinha em San José, próximo de Montevideo, produziu modelos em regime CKD por quase uma década. Parada desde 2019, a fábrica foi inaugurada pela Lifan em 2013 e contava recentemente com apenas 65 a 66 funcionários. A fábrica era da Effa, quando a empresa produziu modelos e acabou vendendo a unidade. A fábrica chegou a ter 350 funcionários, que produziram os 320 e 620. Depois, a produção passou a ter os modelos X60, Foison e X80. Em 2019, Kevin Lau, Presidente da Lifan no Brasil e no Uruguai, tinha confirmado que a produção dos carros estava paralisada e que seria retomada quando os mercados estivessem mais equilibrados. Depois, a fábrica teve 50% das operações vendidas para a Brilliance, que também poderia produzir seus carros em regime CKD na unidade. Ao que tudo parece estar, a operação brasileira e uruguaia da Lifan está encerrada porque

Lifan apresenta as primeiras novidades, agora no controle da Geely Group, e retoma produção

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Não, a Lifan não morreu como a maioria das pessoas imaginam. Conhecida anteriormente como Lifan Industry Group, a marca foi rebatizada para Lifan Tecnology Group e foi inaugurada na China no dia 26 de janeiro deste ano, quando passou a compor o Geely Tecnology Group. A Lifan apresentou o seu primeiro automóvel de baterias substituíveis, uma minivan compacta do segmento compacto, chamada de 80V, que possui autonomia de 500km de alcance no ciclo NEDC. Desde novembro do ano passado, quando passou a fazer parte do grupo Geely, a Lifan vem desenvolvendo novos modelos elétricos para o futuro. A Lifan ainda deve se aproveitar da parceria entre Geely e Faraday Future, que terão cooperação entre tecnologia e suporte de engenharia. Segundo informações, o investimento da Geely na Lifan veio de um interesse que inclui a posse de algumas estações de troca de bateria e a experiência no desenvolvimento de plataforma de veículo totalmente elétrico leve inteligente que suporta trocas rápidas de bateria

Lifan vai a recuperação judicial na China; neta do fundador, jovem de 25 anos assume liderança da marca

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Passando pelo seu pior momento na história, a Lifan Motors não tem vivido dias fáceis no seu país de origem, a China. Por lá, a marca foi condenada ao processo de recuperação judicial, pela Comissão de Valores Mobiliários da China. A nota foi emitida pela Bolsa de Valores de Xangai, que ainda investiga supostas irregularidades cometidas por acionistas da marca. Se a recuperação judicial falhar, a marca pode ter falência decretada. A decisão veio no último dia 13 de outubro, com 79 credores da Lifan. Na China, o Quinto Tribunal Popular Intermediário de Chongqing condenou a marca à recuperação judicial, mas deve atingir índices mínimos para que não seja excluída da Bolsa de Xangai, sendo obrigada a fechar seu capital na bolsa. A Lifan ainda deve ser investigada por divulgação de informações ilegais. Junto a isso, a marca deve US$450 milhões à fornecedores. Uma das principais saídas da marca é a venda de terrenos em nome da Lifan, como uma parte da área da fábrica do grupo, em Chongqing.

Geely Group quer que Lifan se torne marca elétrica, caso consiga comprar a marca chinesa

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Depois de confirmar que tem interesse de comprar a Lifan Motors, a Geely Group revelou mais algumas informações sobre o interesse na conterrânea chinesa, que passa por necessidades financeiras. Com presença em mercados como a Ásia, América Latina e África, a marca sofreu muito com a pandemia do novo Corona Vírus, o que afetou drasticamente na receita da marca. Nos últimos anos a marca já vinha operando com as contas fracas e por pouco não faliu nos últimos anos. A chegada da Geely poderia ser um bom alívio para a marca. Para se manter viva, a Lifan recentemente vendeu terrenos e fábricas, mas ainda continua sem ter a liquidez necessária. Caso a Geely efetue a compra da Lifan, o maior problema deve ser encaixar a marca dentro da gama de marcas da Geely Group. De acordo com informações, a Lifan tem dívidas bilionárias de yuans e até mesmo de dólares. De acordo com o que é comentado na China, algumas áreas da marca foram transmitidas para o Governo de Pequim, junto de outros ativos pa

Geely Group pode acabar comprando a Lifan na China; empresa passa por dificuldades financeiras

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A Geely Group está querendo comprar mais uma marca na China. De acordo com informações, a marca chinesa está com intensões de comprar a Lifan Motors. De acordo com a Reuters, a Geely quer assumir o poder sobre a Lifan para direcionar a montadora para a produção dos seus carros elétricos. Atualmente dona de Volvo, Lotus, Lynk&Co, Manganese Bronze e em partes da Proton e da Smart, a Geely estaria de olho na Lifan para aumentar o seu holding de marcas para o seu grupo automotivo. A Lifan já enfrenta dificuldades econômicas há alguns anos na China, o que limita muito os investimentos da marca, assim como seu crescimento na China. De acordo com informações, a Lifan tem dívidas bilionárias de yuans e até mesmo de dólares. De acordo com o que é comentado na China, algumas áreas da marca foram transmitidas para o Governo de Pequim, junto de outros ativos para a redução de pendências financeiras. A pandemia ainda veio para complicar ainda mais a situação da marca. Atualmente a Lifan est

Lifan finaliza processo de homologação do X70 no Brasil e aguarda por lançamento

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Previsto para fazer sua estreia no ano passado, o Lifan X70 seria lançado ainda no primeiro semestre do ano. No entanto, o fechamento da fábrica do Uruguai causou o congelamento da estria do utilitário esportivo. O X70 deve ser apresentado ainda neste ano no Brasil, depois da Lifan confirmar o retorno da produção na unidade de Montevidéu, em parceria com a Brilliance, que deve produzir carros por lá também e dividir os custos de produção. O carro já terminou o seu processo de homologação no Brasil e espera apenas a situação se acalmar para ser lançado. Aqui, foi homologado as versões Prestige, Talent e Vip. Espera-se que o X70 tenha preços entre os R$90.000 a R$120.000, dependendo da versão. No design, se destaca os novos faróis com LEDs diurnos além de uma nova grade dianteira hexagonal com frisos cromados. O para-choque é mais robusto que do modelo atual. O teto também fica maior para acomodar melhor os ocupantes e conta com caimento de teto suave, com coluna C com vigia lateral.

ABEIFA fala sobre saída da Lifan da associação e descarta que marca tenha saído do mercado

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A Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) revelou que a Lifan deixou de ser membro da associação. Durante a apresentação, José Luiz Gandini, Presidente da Abeifa, deu a entender que a fabricante havia encerrado sua operação no Brasil, o que não é verdade. A Lifan continua a vender carros no Brasil e com isso a Abeifa teve que comunicar seu esclarecimento sobre o assunto. O associação confirmou que a Lifan se desligou em abril do ano passado da Abeifa, mas que não tinha retirado a marca do portfólio das empresas associadas. A marca chinesa se desligou com “absoluto cumprimento das regras estatutárias vigentes, tendo a Lifan, na oportunidade, consignado seu apreço às atividades da Entidade em prol das associadas e da atuação do seu Diretor Presidente” . O presidente da associação ainda confirmou que vê a esperança da marca voltar à Abeifa futuramente, assim que seu processo de reestruturação seja finalizada. “Pela imprensa, a ABE

Em stand-by, Lifan espera retomada da produção no Uruguai e se desfilia da ABEIFA

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A Lifan não produz mais carros no Uruguai há um ano (março de 2019) e desde então a rede de concessionárias tem sobrevivido de estoques da fábrica. A situação crítica que a marca está fez com que a Lifan deixasse de fazer parte do quadro da Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (ABEIFA). De acordo com o Presidente da entidade, José Luiz Gandini, a Lifan não faz mais parte da ABEIFA e pediu desligamento. A informação foi confirmada pelo próprio Gandini ao site Falando de Carro. "A empresa está parada. Não tenho detalhes e já vi muita gente de lá procurando emprego" , disse Gandini. A Lifan está em momento de compasso em nosso mercado e está de mãos atadas sem a produção uruguaia. Mas isso não significa que a empresa saiu do mercado. Apesar de se desligar da ABEIFA, a Lifan está com suas operações congeladas, mas deve voltar a vender. Isso porque a unidade de Nordex, província de Montevideo, deve voltar a produzir em parceria

Lifan e Brilliance assinam acordo para fábrica com produção de carros em San José, no Uruguai

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A Lifan assinou um acordo com a Brilliance para colocar a fábrica uruguaia de San José, cidade próxima de Montevidéu, no Uruguai. Com o acordo, a meta é que a Lifan divida a fábrica com a Brilliance e que a unidade produza cerca de 10.000 unidades por ano, podendo alcançar cerca de 50.000 unidades em sua plena capacidade. A unidade deve abastecer os mercados da América do Sul, incluindo países como Uruguai, Argentina, Brasil, Chile e Paraguai entre alguns deles. Isso porque a Brilliance há anos tenta ter operações mais fortes na região, mas nunca opte sucesso. Com a fábrica da Lifan estando ociosa (inclusive a própria Lifan deixou de produzir pela desvalorização do real), a unidade deve voltar a produzir ainda neste ano de 2020. Cerca de 80 dos 120 funcionários da unidade da Lifan devem ser recontratados. Estando em seguro-desemprego, os funcionários retornam a trabalhar ainda este ano. A unidade de San José deve voltar a produzir os modelos X60 e X80, além de começar a produzir o

Lifan encerra atividades de produção na fábrica do Uruguai e passa a importar da China

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Depois de meses de paralisação, a Lifan encerrou a produção no Uruguai. A fábrica já tinha a produção suspensa mas parece que agora finalmente tomou a decisão de encerrar a operação de montagem no país vizinho. A fábrica de San José está parada desde junho de 2018 e não deve voltar à normalidade. A unidade foi comprada da Effa há pouco mais de cinco anos e era usada como base para a montagem dos veículos exportados para o Brasil, driblando o IPI majorado de 30% criado em 2011 pelo Inovar-Auto. De acordo com o site Automotive Business , o encerramento da operação uruguaia foi motivado principalmente pela alta do Dólar e a queda nas vendas. A variação da moeda norte-americana comprometeu diretamente a produção, a competitividade dos produtos da marca e os emplacamentos. Foram 5,2 mil unidades produzidas em 2014, cerca de 3,3 mil unidades em 2017 e 2,2 mil unidades em 2018. Além disso, importantes lançamentos foram adiados por meses, como é o caso do X70 e como foi o caso do X50. As ú

VUCs Compactos mais vendidos de 2018: Effa volta ao topo do segmento com o K0

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Servidores de empresas e criadas especialmente para trabalhos em cidades, os VUCs compactos sempre foram dominados pelos chineses. Aliás, foram os chineses os desenvolvedores desse segmento, há mais de 10 anos. Depois de anos de liderança com a Effa Towner JR, a Effa voltou ao topo do segmento em 2018 com o K0, fruto de sua reestruturação no mercado. Com cada vez menos competidores na ativa, a K0 não teve muitos problemas para liderar, ainda mais depois do fim de linha do Lifan Foison, seu principal concorrente. A Effa também veio fechando o pódio com o V2, opção mais cara que o K0. O restante já saiu de linha e sobrevive a base de estoques de vendas.  1º Effa K0 Vendas 2017: 130 2018: 173 Variação: + 33,08% Participação no Segmento: 51,64% 2º Lifan Foison Vendas 2017: 379 2018: 77 Variação: - 79,68% Participação no Segmento: 22,98% 3º Effa V2 Vendas 2017: 43 2018: 58 Variação: + 34,88% Participação no Segmento: 17,31% 4º Rely Pickup V

SUVs Grandes II mais vendidos de 2018: Hyundai SantaFe em segmento ladeira abaixo

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Recebendo uma invasão chinesa, o segmento dos SUVs Grandes II deve receber bastante atenção nos próximos meses com a chegada do JAC T80 e do Chery Tiggo8, que prometem ser opções que custem até R$40 mil menos que os principais concorrentes. A liderança do ano ficou de novo com o Hyundai SantaFe, prestes a receber uma nova geração. O SUV grande da Hyundai liderou mesmo vendendo menos de mil unidades no ano, representante o momento conturbado que esse segmento vive no mercado. O vice-líder ficou com o estreante Peugeot 5008, que a marca francesa diz competir nesse segmento e não entre os SUVs médios. Em briga acirrada pelo último lugar no pódio, vitória do Kia Sorento sobre o Mitsubishi Pajero Full por apenas 6 unidades.  1º Hyundai SantaFe Vendas 2017: 915 2018: 891 Variação: - 2,62% Participação no Segmento: 26,08% 2º Peugeot 5008 Vendas 2017: - 2018: 638 Variação: - Participação no Segmento: 18,67% 3º Kia Sorento Vendas 2017: 309 201

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