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Mostrando postagens com o rótulo Carros que podem ou poderiam chegar ao Brasil

Vendido em pouco mais de dois anos, Kia Cerato Koup poderia voltar a ser vendido aqui?

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A Kia já vendeu no Brasil o Cerato Koup por pouco tempo, pouco mais de dois anos de mercado e o retirou de linha pelas baixas vendas e o início da vinda da nova geração do Cerato. O coupé era vendido com motor 2.0 16v a gasolina que desenvolvia 156cv de potência por R$84.900. Salgado, não? Pois é, mas o Cerato Koup ganhou alguns admiradores no Brasil por sua beleza. Beleza que ainda segue na nova geração, apresentada em 2013. Atualmente, a mecânica é um 2.0 16v com injeção direta de combustível que desenvolve 175cv de potência, acoplado a um câmbio manual ou automático de 6 velocidades. O Koup é basicamente um Cerato até a porta dianteira e daí em diante ganha traços próprios de um coupé. No Brasil, a nova geração seria facilmente com preços na casa dos R$100.000, que pela mecânica oferecida o deixariam pouco atraente ao consumidor. Custando entre R$90.000 a R$100.000, o Koup brigaria com Fiat 500 Abarth, DS 3, Audi A1 Sportback, Volkswagen Fusca, MINI Cooper entre outros. E, nessa

A Buick nunca veio ao Brasil, mas com automóveis de nicho como o Cascada poderia fazer algum sucesso?

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A GM tem várias marcas: Chevrolet, GMC, Opel, Buick, Cadillac, etc. E é difícil encaixá-la em cada mercado diferente. Atualmente, os principais mercados da Buick por exemplo, é China e EUA. Mas, a Buick é uma marca que está presente em poucos mercados e geralmente faz dos modelos da Opel "versões de luxo" e colocam o logo da Buick. O Buick Cascada nada mais é que o Opel Cascada, com algumas novidades e novos logotipos estampados na dianteira, traseira e no volante. Depois de 25 anos sem um conversível, a Buick lançou o Cascada nos EUA e na China. O conversível se transforma em um coupé em 17 segundos com uma velocidade máxima de 50km/h. Entre os destaques do Cascata está no interior em couro, multimídia Intellink, detalhes cromados, bancos dianteiros aquecidos, cintos de segurança de posicionamento elétrico e acionamento automático dos encostos para entrada no banco traseiro. O Buick Cascada é equipado com motor 1.6 Ecotec Turbo SIDI de 200cv e 28,5kgfm, podendo alcançar 3

Renault Talisman, um rival a altura do Ford Fusion para o mercado brasileiro no segmento de Sedãs Grandes

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O Ford Fusion detém de mais de 70% do segmento de Sedãs Grandes no mercado brasileiro, que conta com Nissan Altima, Volkswagen Passat, Toyota Camry, Honda Accord e Kia Optima. A vice-liderança é um alvo fácil para quem possui um representante bonito com uma boa mecânica, itens de série e preço, como aconteceu com o Ford Fusion. Caso custasse certa de R$99.900, o Talisman poderia faz sucesso no mercado brasileiro. Na Europa ele deve ser oferecido com motor 1.6 Turbo que desenvolve 150cv e 200cv de potência, respectivamente, com câmbio automático de 6 velocidades. Entre os destaques do Talisman estão a dianteira com faróis de Full LED, LEDs diurnos que se interligam aos faróis, lanternas em LEDs com efeito 3D, além de rodas com aro de 16" polegadas. No interior destaque vai para o painel análogo-digital com display central de 4,2" polegadas e mais multimídia R-Link 2 com tela de 8,7" polegadas. O sistema de som surround é da Bose e tem 13 alto-falantes. Uma variante Ini

Caso Mazda retornasse ao Brasil, MX-5 poderia ser uma opção na faixa de conversíveis que "arrancam sorrisos"

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Ganhando o mundo com sua nova geração, o Mazda MX-5 poderia ser uma opção mais cabível ao mercado nacional. Além do hatch e sedã médio 3 vir do México, o MX-5 poderia ser um automóvel "de imagem" da Mazda por aqui. Leve, motores turbos podem arrancar sorrisos dos apaixonados por ter cabelos ao vento com um preço mais condizente. O modelo conta com motor 1.5 16v que desenvolve 110cv de potência com torque de 14,7kgfm de força, acoplado a um câmbio manual ou automático, ambos de 6 velocidades. Compacto, o MX-5 é leve e traz muita diversão ao volante, assim como a sua primeira geração, comercializada no Brasil no início dos anos 90, tinha motorização pequena aliada a um baixo peso. Segundo a Mazda, ele vai de 0 a 100km/h em 8 segundos. Em alguns mercados ele deve usar um motor ainda mais potente, o 2.0 16v, capaz de desenvolver 190cv de potência e torque de 21,4kgfm de força, com os mesmos câmbios do modelos 1.5. A nova geração, apresentada no final de 2014 ainda agrada pela

Com poucas rivais no mercado, Jaguar poderia lançar a XF Sportbrake no Brasil, mas não nessa geração

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A Jaguar sempre acertou no design de seus automóveis. Recentemente isso ficou mais evidente, com uma evolução no design da marca britânica, que segue em expansão, junto da Land Rover. A marca pretende brigar com Audi, BMW e Mercedes-Benz e tem o XE e XF como carros-chefes. O XF, que recebeu uma nova geração recentemente, se mostrou um grande sucesso comercial no mercado brasileiro, emplacando seu recorde de vendas em Setembro, quando emplacou 60 unidades e assumiu a ponta entre os sedãs grades. Pouca gente sabe da existência da station wagon do XF,chamada de XF Sportbrake, que tem as mesmas linhas do sedã, que poderia ser vendida no país em sua nova geração. Isso por que o XF já foi apresentado em nome geração, enquanto a Sportbrake ainda não ganhou a segunda geração. A station poderia ser uma boa concorrente de Audi A6 Avant, BMW Série 5 Tourer e Mercedes-Benz Classe E Estate. A station teria a mesma mecânica do sedã, com o motor 2.0 Turbo que desenvolve 240cv de potência, além de

Com picapes médias em alta, se tivesse no mercado brasileiro, Mazda poderia lançar a BT50 no país

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Veja as fotos da Mazda BT50 e pense se ela não lembra alguém bastante conhecido do brasileiro. Não se deu de conta? Olhe as janelas laterais e os retrovisores. Não se deu de conta? A Mazda BT50 é "prima-irmã" da Ford Ranger, que é produzida na Argentina. Sim, a picape nipônica é oferecida em alguns mercados e poderia ser oferecida no mercado se a Mazda ainda estivesse aqui. A BT50 poderia ser produzida na fábrica de Pacheco, na Argentina, já que compartilha o mesmo chassi, motores e câmbio com a Ranger. A picape usa o propulsor 2.2 turbodiesel de 160cv e 39,3kgfm de torque para as versões de entrada. A linha inclui também o 3.2 turbodiesel, que rende 200cv e 47,9kgfm, com câmbio manual de 6 marchas ou automático de 6 velocidades. Na linha 2016 a picape recebeu um discreto face-lift de meia-vida, que a trouxe novidades visuais sutis, como faróis com acabamento escurecido, grade redesenhada e lanternas com máscara negra. Entre os itens de série, a novidade é a câmera de ré.

Mexicano, Mazda poderia investir no Brasil com o médio 3, que chegaria sem pagar imposto ao país

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A Mazda já ensaiou sua vinda do mercado brasileiro umas três vezes, todas falhas. Mas, a Mazda é associada a ABEIFA, a associação nacional de veículos importados. O Mazda 3 foi apresentado em 2014 com nova geração e desde então foi cogitado a ser importado do México ou produzido na Argentina, em parceria com a Ford na mesma planta de onde o Focus é produzido. O Mazda 3 Hatch é vendido com vários motores, entre eles movidos a gasolina e a diesel. Com gasolina, o hatch é vendido com motor 1.5 16v aspirado que desenvolve 100cv de potência e torque de 15kgfm e um 2.0 16v aspirado que entrega 155cv de potência e 20,4kgfm de torque. No México ele ainda é vendido com motor 2.4 16v que entrega 188cv e torque de 25,4kgfm, sempre acoplado a um câmbio manual de 6 marchas ou automática de 6 velocidades com opção de troca sequencial. No Brasil seus rivais seriam o Ford Focus, Volkswagen Golf e Chevrolet Cruze Sport6, os três mais vendidos do segmento de Hatchs Médios até Setembro de 2015. Seus p

Para melhorar participar no mercado brasileiro, Suzuki poderia investir nos Comercias Leves com o Carry?

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Muitas marcas, principalmente as chinesas dominam esse segmento, de VUCs. Um pouco maiores e mais confiáveis, quem domina são as sul-coreanas. Todas essas marcas são asiáticas. E por que não uma marca japonesa poderia se arriscar no segmento, como a Suzuki, uma das marcas japonesas que menos vende no país e tem foco em automóveis mais em conta. O carismático Carry poderia ser rival de Hyundai HR, Kia Bongo, Foton Aumark e JAC T140. O Caddy conta com três motores no Japão: 0.8, 1.0 e 1.4, todos turbo diesel e desenvolvidos no Japão. Vendidos na Índia como Maruti, o Carry é dito pela Suzuki como "aqueles que procuram uma experiência de propriedade livre de problemas e reduzir os custos de funcionamento." . Produzido sobre a plataforma LCV, o motor 0.8 possui apenas dois cilindros e seria descartado para o mercado brasileiro. Por aqui seria possível vermos o 1.4, mas aí o Carry esbarra na lei brasileira, que só é possível oferecer automóveis e comerciais leves com motor Diese

Citroën C1 poderia ser a aposta da francesa para concorrer com Volkswagen up! no Brasil?

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A Citroën tem um line-up pequeno no mercado brasileiro. Em 2015, a principal novidade da francesa será um importado, a nova geração da C4 Picasso. E por que a marca não investe em um segmento mais amplo e que pudesse trazer maior lucro? O C1 poderia ser a principal atração da marca, se tornando o novo best-seller da marca do duplo chevron. Medindo 3,46 metros e pesando apenas 840kg, ele tem como um dos principais destaques do novo visual, o conjunto ótico separado. Visto de lado, chama a atenção pela coluna A e B com aplique preto e linha de cintura alta. Na traseira, está presente a tampa em vidro, como na maioria dos rivais na Europa, como Volkswagen up!, Peugeot 108, Toyota Aygo e Renault Twingo. Na Europa ele é oferecido com motor 1.0 e-VTi Airdream que entrega 68cv de potência, acoplado a uma caixa manual de 5 marchas, além de tecnologia Start&Stop.  A novidade fica por conta da motorização 1.2 VTi PureTech de três cilindros, que possui 82cv de potência e acelera de 0 a 100

Nova geração do Renault Mégane cairia como uma luva para o mercado brasileiro, carente de novidades entre os Hatchs Médios!

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A Renault, que tem acertado bastante no design de seus modelos no continente europeu parece ter acertado mais uma vez com o novo Mégane, que será a principal atração da Renault no Salão do Automóvel de Frankfurt, que abre suas portas no último dia 15 de Setembro. O para-choque é bem robusto e, além da tomada de ar inferior, traz mais duas nas extremidades. Visto de lateral, o novo Mégane lembra bastante o Mercedes-Benz Classe A pelas janelas laterais, ressalto nos para-lamas traseiros e no aerofólio traseiro. Falando na traseira, o novo Mégane segue a filosofia do Talisman, com lanternas de LEDs que quase se interligam. É um design inovador e próprio na nova fase da Renault. O para-choque traseiro tem para-choque arredondado pelos ressaltos, que transmite imponência. O interior também foi bastante renovado, com ares mais sofisticados. A Renault troca a tela superior por uma central multimídia que lembra bastante um tablet, na vertical. Poderia ser produzido em Córdoba, na Argentina,

Toyota lidera segmento de Sedãs Médios, mas por que não investe no segmento de Hatchs Médios com o Auris?

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A Toyota lidera com o Corolla no segmento de Sedãs Médios, onde este encabeça quase 40% de participação. Mas por que a Toyota não investe no segmento de Hatch Médios, onde seria ainda mais fácil para liderar? O Auris, vendido na Europa poderia ser uma boa alternativa a Ford Focus e Volkswagen Golf, atuais referências do segmento. Em outras gerações já foi chamado de Corolla Hatch, e faz um tempo que se cogita sua vinda ao Brasil. Nessa nova geração, sua semelhança com o sedã da marca japonesa diminuiu, mas ainda continua a ser um ótimo Hatch Médio. Como a Toyota do Brasil não dispõe de um carro nessa categoria, não seria nada ruim se o Auris visse ao Brasil para brigar com Ford Focus Hatch, Fiat Bravo, Hyundai i30, Chevrolet Cruze Sport6, Peugeot 308 e Volkswagen Golf. Em outros países, o Auris possui dois tipos de motorização a gasolina, 1.3 e 1.6, e se visse, certamente não seria barato, tratando-se ta Toyota, o esperado seria em torno de R$70.000 a R$90.000. Claro, que no Brasil,

Fiat 500L, a minivan que poderia ser a substituta de Idea e Doblò, mas que no Brasil foi "barrada"!

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Parece que a Fiat não gosta de oferecer bons produtos no mercado onde ela é líder de vendas. Aliás, o Brasil é o único país onde a Fiat lidera fora da Europa. No velho continente, o mercado de maior expressão da Fiat é a Itália, seu país sede. Derivada do pequeno 500 (não se assuste, ela tem muito mais espaço que o irmão menor), em alguns mercados até é oferecido versões com 7 lugares. Usa o mesmo conceito de quando o novo Uno foi lançado, o "quadrado redondo" característico dos Fiat, que resultou num resultado muito interessante no 500L, que faz relativo sucesso lá fora. Brasil? Seria o perfeito substituto para o velho Idea e até mesmo a Doblò, apesar da nova minivan ser mais cara, se encaixa na mesma categoria para enfrentar Honda Fit e Chevrolet Spin, e com certeza faria as vendas da Fiat serem melhores ainda nesse segmento, inclusive já houve boatos de ser lançado por aqui em 2014, mas nada se concretizou. Motor? Lá fora usa o mesmo 1.4 16v do 500, com 95cv de potência

Carros que podem ou poderiam chegar ao Brasil: Renault Twingo!

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Apresentado em 2014, a Renault bem que poderia atender os anseios de alguns consumidores e começar a importar para o Brasil, os verdadeiros automóveis da Renault. Vendido entre 1994 a 2002, o Twingo já é conhecido do brasileiro. Aqui ele poderia competir no segmento de Hatchs de Imagem, com rivais como Audi A1, MINI Cooper, Fiat 500 entre outros. Com projeto feito em parceria com a Mercedes-Benz (dona da Smart), a nova geração conta com o motor 0.9 TCe Turbo que desenvolve 90cv de potência. Ao abrir o capô, uma surpresa. O motor fica na traseira! Assim como o "primo" Smart ForTwo, a nova geração do Twingo traz motor traseiro. Não há como negar que o Twingo ainda continua jovem. O urbano conta com luzes diurnas de LEDs, janela traseira basculante, maçaneta traseira embutida na coluna C e tampa do porta-malas em vidro. No Brasil sua missão seria de brigar com hatchs "fora do comum" e certamente teria mercado se tivesse um preço não muito salgado. Como viria da Euro

Carros que podem ou poderiam chegar ao Brasil: Suzuki Alivio!

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Faz um tempo já que a Suzuki só investe em carros com foco no Off-Road, e quem sabe para alavancar as vendas não seria bom investir em outros segmentos? O sedã compacto premium Alivio seria uma opção e tanto para o nosso mercado. Cá entre nós, um design bem interessante, que não perde em nada para outros da mesma categoria, e com a confiabilidade dos carros japoneses, venderia bem. A motorização fica entre o 1.6 de 120cv de potência e o eficiente 1.4 Turbo, para as versões topo de linha. O compacto tem 4,54 metros de comprimento, 1,73 de largura, 1,47 de altura e 2.65 de entre eixos, além de um porta-malas de 500 litros. Preço? Certamente, algo entre R$53.000 e R$74.000. Poderia até mesmo, se tornar nacional, na fábrica da Suzuki em Itumbiara, Goiás, de onde era o Jimny era produzido. Seus maiores rivais estariam no segmento de Sedãs Compactos Premiuns, liderado por Honda City e Ford New Fiesta Sedan. O Alivio é vendido em alguns países asiáticos e poderiam fazer algum sucesso no

Carros que podem ou poderiam chegar ao Brasil: novo Citroën C4 Hatch!

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Após o lançamento do C4 Lounge, substituindo o Pallas, o C4 na versão Hatch continuou a ser vendido por um curto tempo ainda, mas no ano passado saiu de linha. Se foi lançado uma nova geração do sedã, por que não lançar para o hatch? Apesar que a Citroën já informou que o novo C4 Hatch não vem ao Brasil, ou seja, a marca vai ficar um tempo sem um Hatch Médio. O motivo seria evitar a concorrência com o irmão Peugeot 308, que me desculpe PSA, é uma desculpa esfarrapada. Ele usa a mesma plataforma do Peugeot 308, e que, em suas versões mais baratas dispõe do motor 1.6 16v FlexStart que desenvolve 122/116cv de potência, e nas versões mais caras, o eficiente 1.6 THP Flex, ambos já usados na linha PSA (Peugeot-Citroen), que desenvolve 173/166cv. As opções de câmbio seriam o manual de 6 marchas ou automático de 6 velocidades, da Eisin. Como não há previsão para chegar no mercado nacional nessa geração, não se pode estimar o preço certo, mas acredita-se que ficaria na mesma faixa dos concor

Carros que podem ou poderiam chegar ao Brasil: Dodge Dart!

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O grupo FCA poderia trazer ao Brasil um representante de peso para um segmento dominado pelos japoneses: os Sedãs Médios. E para isso, o grupo tem um modelo de peso: o Dodge Dart. Lançado em 2013, o Dart seria uma boa opção para brigar com Toyota Corolla e Honda Civic, pois além de resgatar um nome forte, tem o auxílio da Dodge para sua expansão. O Sedã Médio da Dodge tem uma frente agressiva, com vincos marcantes e uma traseira bem esportiva, tendo as lanternas interligadas. Lá fora tem motores 2.0 16v TigerShark de 160cv, um 2.4 MultiAir de 184cv, e um 1.4 também MultiAir, e com 160cv, com câmbio automático de 8 velocidades,colocando o Dart como uma das opções mais modernas do segmento. Vendido desde a versão S nos EUA, o Dart possui bom conteúdo no mercado norte-americano, onde vende relativamente bem. O grupo FCA chegou a cogitar a vinda do Dart ao Brasil, mas na época a Fiat queria trazer a versão chinesa dele, que é um Dart com logo da Fiat e nome Viaggio. Mas a ideia acabou p

Carros que podem ou poderiam chegar ao Brasil: Peugeot 108!

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Após o Peugeot 207 sair de linha, a marca francesa ficou sem opção de carro compacto numa faixa de preço abaixo do 208 (este que concorre no segmento de Compactos Premium). Seria muito interessante ter um Hatch Compacto, custando entre R$30 e R$40 mil, apesar de ter um tamanho menor, viria  para bater de frente com Ford Ka, Hyundai HB20, entre outros da concorrência. Até para tentar reverter a crise da Peugeot nos últimos anos, é mais do que certo que o 108 faria as vendas da marca subirem, ainda mais se contarmos com o design chamativo, agressivo e muito interessante do 108, além de ser bem equipado e como todos os outros Peugeot, ter um bom acabamento. Lá fora conta com motores 1.0 12v três cilindros que gera 68cv, ou também um 1.2 PureTech Vti de 82cv, ambos com opção de câmbio manual ou automático. Mas para ser o automático, a Peugeot insiste no velho câmbio de 4 velocidades. No Brasil, o 108 poderia ser equipado com um motor 1.0 12v Flex, acoplado a um câmbio manual e automatiz

Carros que podem ou poderiam chegar ao Brasil: Renault Clio Estate!

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A promessa que ficou pelo caminho. A Renault bem que queria lançar no Brasil a Clio Estate, que por aqui voltaria com o nome Grand Tour, que consagrou a station do Mégane, entre 2006 a 2012. Na Europa, a Clio Estate possui o que há de mais novo na Renault, principalmente seu belo design, inconfundível e apesar de seguir a mesma face-family da Renault, possui identidade própria. Na Europa, a Clio Estate é vendida com os motores 0.9 Turbo, capaz de desenvolver 90cv de potência ou o 1.2 Turbo, que rende 120cv de potência, sendo o último o escolhido pela Renault a ser usado no station caso ela fosse vendida no Brasil. Traz opção de câmbio manual de 5 marchas ou automático de 6 velocidades, mas os planos acabaram "congelados" depois da alta do dólar, já que a Renault também tinha planos de vender no Brasil, o SUV Compacto Captur, que ficaria logo acima do Duster no país, também deve ficar de fora do Brasil. Pelo menos por enquanto. Caso viesse, teria seu preço fácil na casa dos

Carros que podem ou poderiam chegar ao Brasil: Tesla Model S!

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A Tesla é uma marca que tenta se estruturar no cenário mundial. Como o próprio nome já diz, a Tesla produz apenas veículo elétricos, além de um belo design, um tanto futurista, que vem fazendo bastante sucesso em mercados como o EUA, apesar de preço salgado. Recentemente a Tesla trouxe novidades para os motores elétricos do Model S, que pode ser equipado com o novo pacote “Ludicrous”, disponível pela Tesla com preço de US$10.000 para novos compradores ou US$5.000 para proprietários atuais, capaz de deixar o Model S mais rápido. Com esse pacote, o Model S alcança potência máxima de 762cv, sendo 259cv do dianteiro e 503cv do propulsor traseiro. Esse é responsável por acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 2,8 segundos e cumprir um quarto de milha (0 a 402 metros) em 10,9 segundos. Para alcançar os 250km/h, o modelo requer 20% menos tempo que a atual versão topo de linha. Outra novidade é a atualização da bateria para 90kWh, o que proporciona 24,1km a mais, chegando a 482km de autonomia. C

Carros que podem ou poderiam chegar ao Brasil: Mitsubishi Attrage!

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A falta de uma nova fábrica. Eis o grande problema do grupo Souza Ramos, que poderia produzir os veículos de entrada de Mitsubishi e Suzuki no mercado brasileiro. Caso tivesse essa fábrica no país, o sedã compacto Attrage certamente seria vendido aqui e com chances de ser sucesso de vendas. O nipônico não tem um design encantador, mas está longe de ser considerado feio, principalmente se for considerado com os representantes de Nissan e Toyota, que tem design que divide opiniões. O Mitsubishi seria uma boa opção ao mercado brasileiro, usando o motor 1.2 12v de 3 cilindros que desenvolve 77cv de potência e torque de 10,1kgfm, sempre com câmbio manual de 5 marchas, mas em outros mercados, o Attrage conta com opção de câmbio automático CVT. Na cidade o pequeno samurai japonês consegue uma média de 15,5km/l e na estrada chega a 23,4km/l, isso graças a seu peso de 930kg. O Attrage tem 4,09 metros de comprimento, 1,67m de largura e altura de 1,50m, poderia ser oferecido no mercado brasile

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