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Mostrando postagens com o rótulo Renault-Nissan

Renault cogita mesmo dividir suas operações e pode vender parte das ações que tem da Nissan

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No mês passado surgiu as primeiras informações de que a Renault queria seguir a mesma proposta de reorganização que a Ford fez na sua operação, dividindo a marca em elétricos e modelos a combustão. Agora surgem rumores de que a Renault Group realmente estima fazer isso dentro de alguns meses. Chefiada por Luca de Meo, CEO da Renault, a marca também pode buscar por investimentos em IPO, o que ajudaria no desenvolvimento de novos elétricos, por exemplo. "A eletricidade é outra tecnologia, outro modelo de negócio, portanto merece um perímetro organizacional completamente dedicado, e isto nos permitirá mostrar ao mundo que, quando se trata de carros elétricos, somos muito bons. A ideia é eventualmente chegar a um acordo para encontrar sinergias mais fortes, seja com a Nissan, se ela quiser pular na onda, ou com outra pessoa, ou com investidores de longo prazo" , detalhou de Meo em evento interno da Renault. Enquanto o assunto é debatido dentro da Renault, os franceses enfrentam p

Nissan vai se beneficiar com o motor 1.0 12v TCe Flex, da Renault, no Brasil, para Kicks e Versa

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A Nissan está um tanto quanto parada no mercado brasileiro. No entanto, o anúncio da chegada da plataforma CMF-B e do motor 1.0 12v TCe Flex vai trazer algumas novidades para o lado nipônico da Aliança Renault-Nissan. No caso da Nissan, a empresa pretende usar primeiro o motor 1.0 12v TCe Flex no lugar do motor 1.6 16v Flex de Kicks e Versa. Desatualizados mecanicamente frente a concorrência, é preciso destacar que Kicks e Versa, apesar de não sofrerem com o conjunto 1.6, estão aquém dos seus principais rivais. O motor 1.0 12v TCe Flex deve desenvolver entre 110cv a 120cv de potência, acoplado a um câmbio manual ou automático CVT, apesar de ser maior as chances de vir apenas com o CVT. O torque do motor deve ficar em torno dos 20kgfm, um salto quanto comparados com o atual 1.6 que oferece 114/114cv de potência com torque de 15,5/15,5kgfm. O câmbio é o manual de 5 marchas ou o automático CVT X-TRONIC, que conta com as funções S-Step e Sport. Apesar de ambos não terem um desempenho ruim

Renault e Nissan terão bateria de 1.000km desenvolvidas em conjunto com a Envision

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A Renault-Nissan-Mitsubishi já apresentaram um plano em conjunto da Aliança entre as marcas, enquanto Renault Group e Nissan Group já revelaram parte das suas estratégias para carros elétricos. A aliança franco-nipônica contará ainda com o desenvolvimento de uma bateria em parceria com a Envision AESC, que confirmou que trabalha em uma bateria cuja autonomia será em torno dos 1.000km. Para alcançar essa autonomia, a Envision diz que vai trabalhar no número de células nos pacotes de baterias, mas o que influencia no peso. Mais eficientes, as baterias permitirão uma melhora de 30% no tempo de recarga, podendo recuperar uma quantia aceitável em apenas 20 minutos. Responsável pelo fornecimento das baterias dos elétricos da Nissan, essa base também chegará aos modelos da Renault e Mitsubishi quando elétricos. Até 2030, a Envision confirmou que vai conseguir expandir 10 vezes mais a sua demanda atual. As novas baterias serão produzidas na cidade de Ibaraki, na região de Tóquio, no Japão. Por

Renault-Nissan-Mitsubishi revelam todos os detalhes do seu plano Alliance 2030 ao mundo

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A Renault-Nissan-Mitsubishi confirmou que vai investir massivamente em elétricos. A aliança entre as marcas confirmou o seu plano estratégico chamado de Alliance 2030, que prevê que as três marcas devem trabalhar em conjunto no seu processo de eletrificação. Um ano e meio depois de apresentar um novo modelo de negócios, as três empresas querem visar a lucratividade e a saúde financeira do trio, dando sustentação à competitividade de suas empresas-membro, a Aliança está assentada em bases sólidas, beneficiando-se de uma governança corporativa operacional eficiente, bem como da ampliação e flexibilização de suas cooperações. “Entre os líderes da indústria automotiva mundial, a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi é um modelo comprovadamente único. Há 22 anos, temos nos baseado em nossas respectivas forças e culturas em benefício comum. Hoje, a Aliança está acelerando para liderar a revolução da mobilidade e entregar ainda mais valor para os clientes, nossas pessoas, nossos acionistas e todo

Nissan terá reciclagem de baterias na Europa; ex-CEO, Ghosn critica processo de eletrificação

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A Nissan confirmou que vai trabalhar para ter uma unidade de restauração de baterias de carros elétricos nos próximos anos. De acordo com informações do jornal japonês Nikkei, a marca terá uma fábrica de reciclagem de baterias nos EUA e na Europa em meados de 2025, a fim de baratear os custos de produção de baterias para os carros elétricos, por conta da alta demanda de materiais que são usados em baterias. Atualmente, a Nissan possui uma fábrica de reciclagem de baterias no Japão, em Namie. Essas duas novas fábricas serão apresentadas como formas de fazer com que a eletrificação seja até mesmo mais sustentável. Recentemente, a Nissan apresentou um plano de eletrificação com alguns carros elétricos e o montante de US$ 17,6 bilhões. O plano foi criticado por Carlos Ghosn, ex-Presidente da Renault-Nissan-Mitsubishi. "Eles estão realmente em uma posição muito ruim nesta corrida pela eletrificação. Não há visibilidade. Eles não sabem para onde estão indo. Eles não têm ideia dessa enor

Daimler vai encerrar parceria com a Renault-Nissan-Mitsubishi com a sua venda das ações

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Estremecida depois do atrito com as picapes médias como Mercedes-Benz Classe X, Nissan Frontier e Renault Alaskan, a parceria entre Daimler e a Renault-Nissan-Mitsubishi vai caminhar para o fim. Com isso, o projeto desenvolvido em conjunto entre os alemães e o nipo-franceses foi as novas gerações de Renault Kangoo e Mercedes-Benz Citan, que contou com a estreia da Nissan Townstar. A parceria ainda contou com o desenvolvimento em parceria de motores com a gama de motores 1.3 12v TCe Turbo a gasolina, que hoje equipa Mercedes-Benz Classe A Sedan, Mercedes-Benz GLA, Mercedes-Benz GLB e Renault Captur no Brasil. Em outras regiões, esse motor equipa os compactos da Mercedes-Benz. Segundo informações do site Automotive News Europe , a Daimler vai negociar a sua participação na Renault-Nissan-Mitsubishi, que pode ser vendido por 9,2 milhões de ações por 316 milhões de euros (quase R$ 2 bilhões na conversão direta). Com a venda destas ações, a Daimler deixa de ter um vínculo com o grupo. Em ma

GWM pode comprar 5º fábrica fechada no mundo; foco é a unidade da Nissan, na Espanha

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Se o momento é ruim para algumas marcas em alguns mercados, é um ótimo momento para a Great Wall Motors (GWM) expandir sua presença no mundo. Foi assim com a Tailândia, Rússia, Índia, Brasil e agora... Europa. Mais especificamente na Espanha, que pode ser a sede de uma unidade fabril da GWM para abastecer o mercado europeu. Isso porque a fábrica de Barcelona da Nissan deve ser encerrada em 2022 e depois será colocada à venda. Com a chegada do grupo na Europa, as marcas que compõe o grupo podem expandir sua presença em uma série de mercados. Isso significa que a GWM deve seguir firme e forte com seu processo de expansão. A fábrica de Barcelona da Nissan é um Complexo Industrial que possui três fábricas, sendo duas menores das empresas Silence e QV Technologies, desvinculadas com a unidade da Nissan. De acordo com informações da Agência Reuters, a GWM poderia adquirir as três fábricas mesmo assim, mas que buscaria uma parceria com as duas marcas que produzem nas unidades fabris menores.

Cada novo Mitsubishi nascerá de um carro da Renault ou da Nissan a partir de 2026, diz jornal

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A Mitsubishi confirmou que vai se tornar uma marca mais dependente da Nissan a partir de 2026. Assim como acontece com outras marcas, como Citroën e Peugeot, a Mitsubishi ficará dependendo do desenvolvimento de plataformas para automóveis. De acordo com informações do jornal Nikkei Asia, a Mitsubishi não vai mais desenvolver plataformas para usar completamente as plataformas da Nissan. Isso deve diminuir os custos para ambas as marcas e faz parte da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. Os carros não devem ser simples cópias um do outro. A Mitsubishi vai desenhar seus carros de acordo com a sua identidade visual, assim como a Nissan. No entanto, a base dos modelos será idêntica ou igual. O que vai acontecer é o que já aconteceu com as novas gerações de Mitsubishi Outlander e Nissan X-Trail. Visualmente eles são bem diferentes, mas compartilham a mesma plataforma CMF-C. Hoje a Mitsubishi possui oito plataformas na ativa e esse número será reduzido para quatro em 2026. Em abril, a Mitsubish

Nissan terá fábrica de baterias no Reino Unido, na fábrica de Sunderland, para novo elétrico

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A Nissan confirmou que deve erguer uma fábrica para a produção de baterias no Reino Unido. A fábrica deve ficar dentro do Complexo industrial de Sunderland, que hoje produz modelos como o Qashqai. Isso porque a nipônica confirmou que deve produzir um elétrico futuramente na unidade. A informação também foi confirmada por meio do Primeiro-Ministro do Reino Unido, Boris Johnson, que disse que isso representa um "grande voto de confiança no Reino Unido" . Atualmente, a fábrica possui um quadro de 6.200 funcionários, que deve aumentar com a nova fábrica instalada na unidade. Segundo Johnson, o investimento feito pela Nissan deve ser de US$1,4 bilhão ou 1 bilhão de libras. A fornecedora das baterias deve ser a Envision AESC, que vai investir cerca de 450 milhões de libras na fábrica, que deve contar com energia renovável e terá capacidade de produzir cerca de 100.000 unidades de baterias ao ano. A Nissan quer investir cerca de 423 milhões de libras na fabricação de um novo carro p

Renault-Nissan-Mitsubishi deve rever sua parceria com a Daimler nas próximas semanas

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A Aliança entre a Renault-Nissan-Mitsubishi e a Daimler deve ser repensada por ambos os grupos. A mudança veio por conta de Jacques Verdonck, Executivo Responsável pelas Relações entre a Renault-Nissan-Mitsubishi e a Daimler-Benz Segundo a Agência Reuters, a aliança franco-nipônica deve abandonar a supervisão da parceria com a Daimler em favor de suas relações individuais com o grupo alemão. Com a aposentadoria de Verdonck, a Renault já confirmou que Sandra Gomez, Chefe de Parcerias da marca, deve assumir junto com Catherine Perez, Chefe de Parcerias da Nissan. A Mitsubishi também deve ter uma pessoa responsável pelas parcerias, mas ainda não elegeram um nome para o cargo. A marca deve contar com uma pessoa responsável e que segundo a Mitsubishi deve contar com uma estratégia de “líder-seguidor” da aliança RNM. Segundo a Agência Reuters , nem Renault e nem Daimler quiseram comentar sobre o futuro da parceria. Nos últimos anos, a parceria entre os dois grupos deu uma esfriada, com o fim

Acionistas VS CEO: desenvolvimento de um novo Mitsubishi Lancer Evolution tem novo capítulo

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Dentro da Mitsubishi, existe atualmente uma guerra. Os órfãos do Lancer Evolution esperam o desenvolvimento de uma nova geração, o que motiva que parte da empresa queira a volta do esportivo e outra parte que não o quer mais. Depois da divisão Ralliart voltar ao catálogo da Mitsubishi como desenvolvedora de acessórios da marca e pacotes visuais. A informação foi confirmada por meio de Takao Kato, CEO da Mitsubishi. Se esperava que a marca voltasse atrás também com a linha Evolution, o que foi negado pelo site Response . Segundo o próprio Kato, o executivo até planeja desenvolver uma nova geração do Lancer Evolution, mas primeiro a Mitsubishi precisa se reestruturar: "a empresa ainda não está forte o suficiente." , destacou Kato. O CEO não é o único que quer que a famosa marca da Mitsubishi volte ao mercado. Uma série de acionistas da japonesa também fazem este pedido para a Mitsubishi. No momento, a marca ainda estaria trabalhando primeiro a sua eletrificação, junto com a Ren

Novas gerações de Nissan Frontier e Mitsubishi L200 Triton deve compartilhar motor híbrido

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Ainda em desenvolvimento, as novas gerações de Mitsubishi Triton e Nissan Frontier devem ser apresentadas entre 2024 e 2025. As picapes, como dito nos últimos dias ( veja aqui ), devem compartilhar a mesma base em chassi, mas alguns componentes mecânicos como a suspensão e todo o design (externo e interno) deve ficar de acordo com o desenvolvimento de cada marca. Além disso, surgiu informações de que as picapes devem compartilhar uma opção de motor híbrido, enquanto as versões mais simples devem contar com um sistema híbrido-leve – MHEV. O motor híbrido (que pode ser HEV ou PHEV), deve ser desenvolvido em conjunto entre as duas marcas e faz parte do desenvolvimento do plano estratégico da Renault-Nissan-Mitsubishi. Outra opção é que as picapes podem compartilhar o motor 2.3 dCi Turbo Diesel da Frontier, fazendo a Mitsubishi abandonar o motor 2.4 Turbo Diesel. Esse motor 2.3 deve ser retrabalhado para ser menos poluente e com menor consumo de combustível. "A Nissan e a Mitsubishi t

Renault mata divisão Renault Sport em favor da Alpine Cars, que deve ganhar mais destaque

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A Renault confirmou o fim da divisão Renault Sport. Assim como já tinha feito na Fórmula 1, a marca francesa passa a adotar o nome Alpine Cars. Desde o dia 1º de maio, a Renault passou a usar a Alpine como a sua divisão de carros esportivos. De carros próprios, a Alpine deve contar com outros dois modelos, que serão lançados até meados de 2023. Com isso, todo o Renault esportivo deve ser batizado de Alpine Mégane ou Alpine Clio, assim como acontece com a relação entre Seat e Cupra. “Como parte da reorganização do Grupo Renault por marcas, é fundamental que as diferentes entidades que compõem a Unidade de Negócio levem o nome Alpine e encarnem os valores e ambições da marca. A Alpine aspira ser uma marca esportiva premium na vanguarda da inovação e na tecnologia. A Alpine Cars com sua perícia e experiência em veículos esportivos é um cartão mestre para conseguir nossos objetivos” , disse Laurent Rossi, CEO da Alpine. A partir de agora, a Renault Sport deve passar a desenvolver automóvei

Ex-CEO de Renault-Nissan-Mitsubishi, Carlos Ghosn, vê chances de saída do grupo no país

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A briga entre Renault-Nissan-Mitsubishi e Carlos Ghosn parece que não acabou ainda. De acordo com o ex-Presidente da aliança, onde ocupou o cargo por muitos anos, foi preso em 2018 por acusações de fraude financeira, uma história que não parece estar bem contada até hoje. Depois de salvar a Nissan da falência, o executivo fugiu da sua prisão domiciliar entre 2019 e 2020, quando foi ao Líbano. Em entrevista à revista VEJA , Ghosn disse que acredta que a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi pode não durar muito tempo no país, pela maneira que está sendo gerida. Na sua visão, o gerenciamento das marcas no país se demonstrou bem frágil na região durante a pandemia do COVID-19, da qual ainda estamos mergulhados. Ghosn acredita que marcas como Toyota e Volkswagen são as marcas que mais conseguirem gerir bem a gestão nacional das operações. Nas falas de Ghosn, “os mais fracos vão sair do Brasil, o que sempre acontece em grandes crises. Dentre os mais fracos, cito a Aliança porque para competir n

Mitsubishi pode produzir carros com a Renault e a Nissan para ser rentável na Europa

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Surgiram novas informações de que a Mitsubishi não deve abandonar a Europa como chegou a se cogitar. A marca japonesa deve passar por um novo processo, no entanto. Ao que tudo indica, a Mitsubishi deve ganhar uma nova estratégia para a Europa, juntamente com a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. A Mitsubishi deve passar a produzir automóveis nas fábricas da Renault e da Nissan, com modelos criados a partir da plataforma modular CMF, seja ela a CMF-A, CMF-B ou CMF-C/D. Ao que tudo indica, a aliança deve ser primordial para a Mitsubishi receber novos produtos “irmãos”, mas mantendo a identidade da marca. Apesar de compartilhar muitos componentes, cada marca da aliança deve desenvolver seus próprios carros. De acordo com informações, a Renault passa compartilhar algumas fábricas com a Mitsubishi a partir de 2023, o que fazer com que a Mit seja mais rentável na Europa. O primeiro modelo dessa parceria deve ser o novo Outlander Sport, que deve ser criado a partir da nova geração do Renault C

Nova geração do Mitsubishi Outlander Sport deve ser primo do Renault Captur

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Já era hora. A Mitsubishi enfim deve desenvolver uma nova geração do seu SUV compacto, o Outlander Sport, vendido em alguns mercados como ASX e no Brasil com os dois nomes. O modelo deve receber uma nova geração depois do carro atual ser apresentado em 2010, estando bem defasado em vários países. A nova geração deve ser desenvolvida sobre a nova plataforma modular CMF-B. A marca ainda deve tirar proveito de toda a tecnologia do modelo, como motores e itens de série, o que acaba sendo uma notícia muito boa para a Mitsubishi, que não tinha previsão de desenvolver uma nova geração para este importante segmento. Eles devem ser produzidos na mesma fábrica da Renault, na Europa. A nova geração do Captur possui 4,23 metros de comprimento e 2,63 metros entre os eixos. O porta-malas passa a ser de 536 litros, contando ainda com 27 litros extras no porta-objetos do interior. Na mecânica, ele deve contar com os mesmos motores 1.0 12v Turbo e 1.3 16v Turbo. O primeiro desenvolve 100cv e o segundo

Renault-Nissan-Mitsubishi devem desenvolver dois keicar elétricos para o Japão

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Apresentado no Salão do Automóvel de Tóquio de 2019, o Nissan IMk Concept deve se tornar o primeiro compacto elétrico a ser oferecido no Japão. O keicar deve ser um dos primeiros carros elétricos que devem ser criados em conjunto com a Renault-Nissan-Mitsubishi. De acordo com informações do site Nikkei, tanto a Nissan como a Mitsubishi devem ter modelos keicar elétricos no Japão. Esse novo modelo em questão deve custar, para ambas as marcas, cerca de 2 milhões de ienes. Como são bem compactos, esses carros não são maiores que 3,40 metros de comprimento, 1,48 metro de largura e 2 metros de altura, com uma potência de até 64cv e de até 660cm³. Como possuem benefícios fiscais no Japão, esses carros possuem descontos na hora da compra e isso deve fazer com que o elétrico possa contar com um preço não muito distante em relação aos modelos a combustão. O IMk conta com 3,494 metros de comprimento, 1,512 metro de largura e 1,644 metro de altura. Na época, a Nissan não comentou detalhes da plat

Renault quer dobrar a venda de elétricos, chegando a 350 mil unidades em 2021

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Após começar as vendas do Dacia Spring na Europa, o Grupo Renault confirmou que quer dobrar as vendas de carros elétricos por lá. Ainda trabalhando em novos modelos eletrificados, a Renault deve dobrar a quantidade de modelos elétricos e híbridos à disposição do consumidor europeu, adequando as marcas aos padrões de emissões de poluentes que são bem rígidos. Isso deve indicar que a marca deve acelerar o seu processo de eletrificação. Em entrevista a Agência Reuters , fontes ligadas à marca disseram que Renault e Dacia devem estar inclusas nesse plano estratégico. Em 2021, o Grupo Renault estima vender cerca de 350.000 unidades de modelos eletrificados, sendo 150 mil unidades de elétricos e 200 mil unidades de carros híbridos, sejam elas MHEV, HEV ou PHEV. Analistas do Banco UBS disseram que a Tesla e VAG puxam essa fila do processo de eletrificação e que, marcas que venderem menos de 750.000 unidades de carros eletrificados ao ano terão dificuldades no futuro, a longo prazo. Saindo de

A Nissan confirma prejuízo recorde e puxa resultados negativos da Renault em 2020

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O ano de 2020 se tornou um dos anos mais difíceis para a indústria automotiva global. E isso fez com que muitas empresas fechassem o ano no vermelho. De acordo com a Renault-Nissan-Mitsubishi, que divulgou os dados públicos de renda de 2020. Segundo as informações divulgadas, o grupo teve um prejuízo de 8 bilhões de euros, cerca de R$53 bilhões! Para a Renault, houve uma queda de 21,3% nas vendas, com menos de 3 milhões de carros vendidos globalmente, queda de 7,3 bilhões de euros no primeiro semestre e 660 milhões de euros no segundo semestre, com queda de 21,7% no faturamento e -8,9% no volume de negócios. A Renault ainda conseguiu ter um resultado bem negativa no lucro operacional e receita líquida, com queda de 335 milhões de euros. Já a Nissan conseguiu um prejuízo de 4,9 milhões de euros, com prejuízo de 175 milhões de euros. Em 2020, a aliança conseguiu apresentar um plano estratégico que deve ajudar bastante as marcas a diminuir os seus prejuízos. O problema da aliança começou

Carro da Apple seria desenvolvido e produzido pela Kia; Nissan entrou na jogada e já saiu

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Parece dança das cadeiras. O primeiro carro desenvolvido da Apple contaria com o apoio de um gande grupo automotivo, mas ninguém sabia quem. Depois de se cogitar a parceria entre Hyundai-Kia Group com a Apple, os planos já parecem ter ruído. Isso porque os coreanos não ficaram muitos empolgados com o projeto do carro. O modelo da Apple contaria com o apoio da Kia, sendo que o negócio tinha o investimento de US$3,59 bilhões. No dia seguinte, as ações da Kia dispararam, fazendo eles crescerem cerca de 14,5%, fazendo o chegar aos níveis mais elevados em 20 anos. O Projeto Titan da Apple deve enfim ser colocado em prática, mas não seria com a ajuda das coreanas... mas de que seria essa ajuda então? "Recebemos solicitações de várias empresas com a proposta de explorar possibilidades de cooperação na área de veículos não tripulados, mas tudo isso está em um estágio inicial e nenhuma decisão foi tomada ainda. Não estamos negociando com a Apple sobre o desenvolvimento de veículos não trip

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