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Mostrando postagens com o rótulo Renault-Nissan

Mercedes-Benz e Nissan podem encerrar a parceria junto da fábrica em conjunto no México

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Produção em parceria entre a Daimler e a Renault-Nissan-Mitsubishi corre perigo de ser descontinuada no México, que tem a fábrica de Aguascalientes A parceria entre a antiga Daimler (hoje Mercedes-Benz Group) e a Renault-Nissan (hoje Renault-Nissan-Mitsubishi) corre risco de não continuar depois de 2025. Atualmente com uma fábrica em conjunto em Aguascalientes, no México, a parceria entre as duas empresas pode terminar em meados de 2025. A parceria entre as empresas foi estabelecida em 2010 para a criação de tecnologias, veículos e motores. No México, foi instalada a fábrica que hoje faz Mercedes-Benz GLB, Infiniti QX50 e Infiniti QX55. Os rumores sobre uma parceria deteriorada vieram depois que a Mercedes-Benz, por meio de uma teleconferência trimestral, por meio de Ola Kallenius, disse que as perspectivas de longo prazo da parceria ainda não foram decididos. “Temos uma boa parceria com a Nissan e deve permanecer assim pelos próximos três anos. O que vai acontecer depois disso, aind

Renault considera passar parte da participação da Nissan para fundo de investimentos

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Aliança entre Renault-Nissan-Mitsubishi, em especial entre Renault e Nissan devem ter um acordo mais igualitário na aliança depois de anos de desbalanceamento Depois de muitos anos, a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi confirmou que vai trazer mudanças na balanças entre as empresas. Com cerca de 20 anos de parceria, as empresas vão se tornar mais igualitárias nas suas balanças e participações entre as empresas, especialmente entre Renault e Nissan. A Renault confirmou que vai transferir metade da sua participação na Nissan para um fundo de investimentos para igualar as participações das montadoras. A informação foi destaca pelo Nikkei . A Renault passaria cerca de 28% da Nissan para o fundo e ficaria com uma fatia de 15% na empresa, a mesma porcentagem que a Nissan tem da Renault. Tendo atualmente 43% da Nissan, a Renault é criticada por não ser justa na balança comercial com a montadora japonesa. Os franceses ainda vão abrir mão do direito de voto vinculado às ações transferidas. I

Mitsubishi ainda não se decidiu sobre investir na divisão de elétricos da Renault, na Europa

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Mitsubishi ainda se decide se vai usar a unidade de elétricos da Renault como base para apostar em carros elétricos para a Europa e globalmente A Mitsubishi ainda é o elo não-eletrificado da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. Enquanto Renault e Nissan já possuem dois modelos elétricos, ao menos, a Mitsubishi se despediu do i-MiEV nos últimos anos e nunca mais apresentou um modelo elétrico. Mas isso deve mudar com os planos estratégicos que a marca quer seguir. Até porque, a empresa precisa sobreviver em mercados como a Europa, onde a eletrificação caminha para acontecer de maneira mais rápida. A Mitsubishi ainda considera investir na linha de elétricos da Renault, possivelmente usando a mesma plataforma CMF-EV que a Nissan também já usa. Em entrevista para a Agência Reuters , Takao Kato, Executivo-Chefe da Mitsubishi, disse que a empresa japonesa também pode apostar na unidade de elétricos da Renault para o desenvolvimento futuro dos seus próprios elétricos. “É necessário obter o ple

Renault-Nissan-Mitsubishi discutem partes entre si e querem focar em sua eletrificação

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Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi discute formas de fazer investimentos em veículos elétricos com o compartimento de tecnologia e maior sinergia entre as marcas  A Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi já esteve estremecida outras vezes e parece que se mantém estremecida enquanto debate sobre formas do seu futuro eletrificado. De acordo com informações, Renault e Nissan estão negociando como pode ser o futuro da aliança entre as empresas. Em comunicado, as empresas confirmaram que estão “engajadas em discussões confiáveis ​​sobre várias iniciativas”. E parece que realmente estão bem engajadas quando o assunto é discutir entre si. Isso porque, entre uma das pautas estão a indiferença na balança na participação que uma empresa tem na outra. A Nissan quer que a Renault reduza a sua participação nas ações da marca japonesa e equivaler os 15% que a Nissan possui da Renault. A Mitsubishi, que corre por fora dessa briga, ainda estaria tendo interesse no desenvolvimento em conjunto de elétricos

Nissan deixa de produzir componentes para Mercedes-Benz e Renault em duas fábricas

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A Aliança entre Renault-Nissan-Mitsubishi parece estar bem desgastada. Recentemente, a Nissan confirmou que vai deixar de produzir componentes para a Renault e para a Mercedes-Benz. De acordo com a Nissan, a japonesa confirmou que vai deixar de produzir cabeçotes para a Renault na Europa a partir de 2024. Essa fábrica produz componentes na unidade de Sunderland, na Inglaterra. “A partir do começo de 2024, a planta da Nissan vai interromper a produção de cabeçotes. A expectativa é a de não realizar demissões e estamos trabalhando para realocar os funcionários em outras áreas” , disse a fabricante. Além disso, a Nissan produz motores para a Renault numa linha de montagem de 250 funcionários. “Após realizar um estudo de viabilidade econômica relacionado aos fornecedores de cabeçotes, o Grupo Renault encontrou outro fornecedor que começará a trabalhar conosco a partir de 2024” , afirmou um porta-voz da marca francesa. Além de Sunderland, a Nissan deixará de produzir motores para a Mercedes

Novo TR4? Mitsubishi quer desenvolver Pajero subcompacto para brigar com Suzuki Jimny

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A Mitsubishi pode estar trabalhando no retorno ao segmento de jipes compactos. A empreitada pode estar sendo ajudada pela Nissan, que também pode apresentar um modelo. A ideia é desenvolver um concorrente para o Suzuki Jimny, que atua praticamente sozinho em seu segmento. De acordo com informações da revista japonesa Best Car, Mitsubishi e Nissan podem estar desenvolvendo um concorrente para o Suzuki Jimny. No lado da Mitsubishi, a novidade pode ser o retorno do Pajero Mini ou até mesmo do Pajero TR4. É possível ainda que ele apareça com um nome inédito, já que o desenvolvimento parece ser bem inicial. Apesar de ser desenvolvido para o mercado japonês, nada impede que a dupla ganhe outros mercados futuramente, devido a quase inexistência de um 4x4 acessível. Os modelos podem aparecer em meados de 2024, sendo produzidos pela NMKV, joint-venture entre a Nissan-Mitsubishi, sendo a Mitsubishi responsável pela criação, enquanto a Nissan pode entrar com parte do aporte financeiro, barateando

Renault cogita mesmo dividir suas operações e pode vender parte das ações que tem da Nissan

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No mês passado surgiu as primeiras informações de que a Renault queria seguir a mesma proposta de reorganização que a Ford fez na sua operação, dividindo a marca em elétricos e modelos a combustão. Agora surgem rumores de que a Renault Group realmente estima fazer isso dentro de alguns meses. Chefiada por Luca de Meo, CEO da Renault, a marca também pode buscar por investimentos em IPO, o que ajudaria no desenvolvimento de novos elétricos, por exemplo. "A eletricidade é outra tecnologia, outro modelo de negócio, portanto merece um perímetro organizacional completamente dedicado, e isto nos permitirá mostrar ao mundo que, quando se trata de carros elétricos, somos muito bons. A ideia é eventualmente chegar a um acordo para encontrar sinergias mais fortes, seja com a Nissan, se ela quiser pular na onda, ou com outra pessoa, ou com investidores de longo prazo" , detalhou de Meo em evento interno da Renault. Enquanto o assunto é debatido dentro da Renault, os franceses enfrentam p

Nissan vai se beneficiar com o motor 1.0 12v TCe Flex, da Renault, no Brasil, para Kicks e Versa

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A Nissan está um tanto quanto parada no mercado brasileiro. No entanto, o anúncio da chegada da plataforma CMF-B e do motor 1.0 12v TCe Flex vai trazer algumas novidades para o lado nipônico da Aliança Renault-Nissan. No caso da Nissan, a empresa pretende usar primeiro o motor 1.0 12v TCe Flex no lugar do motor 1.6 16v Flex de Kicks e Versa. Desatualizados mecanicamente frente a concorrência, é preciso destacar que Kicks e Versa, apesar de não sofrerem com o conjunto 1.6, estão aquém dos seus principais rivais. O motor 1.0 12v TCe Flex deve desenvolver entre 110cv a 120cv de potência, acoplado a um câmbio manual ou automático CVT, apesar de ser maior as chances de vir apenas com o CVT. O torque do motor deve ficar em torno dos 20kgfm, um salto quanto comparados com o atual 1.6 que oferece 114/114cv de potência com torque de 15,5/15,5kgfm. O câmbio é o manual de 5 marchas ou o automático CVT X-TRONIC, que conta com as funções S-Step e Sport. Apesar de ambos não terem um desempenho ruim

Renault e Nissan terão bateria de 1.000km desenvolvidas em conjunto com a Envision

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A Renault-Nissan-Mitsubishi já apresentaram um plano em conjunto da Aliança entre as marcas, enquanto Renault Group e Nissan Group já revelaram parte das suas estratégias para carros elétricos. A aliança franco-nipônica contará ainda com o desenvolvimento de uma bateria em parceria com a Envision AESC, que confirmou que trabalha em uma bateria cuja autonomia será em torno dos 1.000km. Para alcançar essa autonomia, a Envision diz que vai trabalhar no número de células nos pacotes de baterias, mas o que influencia no peso. Mais eficientes, as baterias permitirão uma melhora de 30% no tempo de recarga, podendo recuperar uma quantia aceitável em apenas 20 minutos. Responsável pelo fornecimento das baterias dos elétricos da Nissan, essa base também chegará aos modelos da Renault e Mitsubishi quando elétricos. Até 2030, a Envision confirmou que vai conseguir expandir 10 vezes mais a sua demanda atual. As novas baterias serão produzidas na cidade de Ibaraki, na região de Tóquio, no Japão. Por

Renault-Nissan-Mitsubishi revelam todos os detalhes do seu plano Alliance 2030 ao mundo

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A Renault-Nissan-Mitsubishi confirmou que vai investir massivamente em elétricos. A aliança entre as marcas confirmou o seu plano estratégico chamado de Alliance 2030, que prevê que as três marcas devem trabalhar em conjunto no seu processo de eletrificação. Um ano e meio depois de apresentar um novo modelo de negócios, as três empresas querem visar a lucratividade e a saúde financeira do trio, dando sustentação à competitividade de suas empresas-membro, a Aliança está assentada em bases sólidas, beneficiando-se de uma governança corporativa operacional eficiente, bem como da ampliação e flexibilização de suas cooperações. “Entre os líderes da indústria automotiva mundial, a Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi é um modelo comprovadamente único. Há 22 anos, temos nos baseado em nossas respectivas forças e culturas em benefício comum. Hoje, a Aliança está acelerando para liderar a revolução da mobilidade e entregar ainda mais valor para os clientes, nossas pessoas, nossos acionistas e todo

Nissan terá reciclagem de baterias na Europa; ex-CEO, Ghosn critica processo de eletrificação

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A Nissan confirmou que vai trabalhar para ter uma unidade de restauração de baterias de carros elétricos nos próximos anos. De acordo com informações do jornal japonês Nikkei, a marca terá uma fábrica de reciclagem de baterias nos EUA e na Europa em meados de 2025, a fim de baratear os custos de produção de baterias para os carros elétricos, por conta da alta demanda de materiais que são usados em baterias. Atualmente, a Nissan possui uma fábrica de reciclagem de baterias no Japão, em Namie. Essas duas novas fábricas serão apresentadas como formas de fazer com que a eletrificação seja até mesmo mais sustentável. Recentemente, a Nissan apresentou um plano de eletrificação com alguns carros elétricos e o montante de US$ 17,6 bilhões. O plano foi criticado por Carlos Ghosn, ex-Presidente da Renault-Nissan-Mitsubishi. "Eles estão realmente em uma posição muito ruim nesta corrida pela eletrificação. Não há visibilidade. Eles não sabem para onde estão indo. Eles não têm ideia dessa enor

Daimler vai encerrar parceria com a Renault-Nissan-Mitsubishi com a sua venda das ações

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Estremecida depois do atrito com as picapes médias como Mercedes-Benz Classe X, Nissan Frontier e Renault Alaskan, a parceria entre Daimler e a Renault-Nissan-Mitsubishi vai caminhar para o fim. Com isso, o projeto desenvolvido em conjunto entre os alemães e o nipo-franceses foi as novas gerações de Renault Kangoo e Mercedes-Benz Citan, que contou com a estreia da Nissan Townstar. A parceria ainda contou com o desenvolvimento em parceria de motores com a gama de motores 1.3 12v TCe Turbo a gasolina, que hoje equipa Mercedes-Benz Classe A Sedan, Mercedes-Benz GLA, Mercedes-Benz GLB e Renault Captur no Brasil. Em outras regiões, esse motor equipa os compactos da Mercedes-Benz. Segundo informações do site Automotive News Europe , a Daimler vai negociar a sua participação na Renault-Nissan-Mitsubishi, que pode ser vendido por 9,2 milhões de ações por 316 milhões de euros (quase R$ 2 bilhões na conversão direta). Com a venda destas ações, a Daimler deixa de ter um vínculo com o grupo. Em ma

GWM pode comprar 5º fábrica fechada no mundo; foco é a unidade da Nissan, na Espanha

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Se o momento é ruim para algumas marcas em alguns mercados, é um ótimo momento para a Great Wall Motors (GWM) expandir sua presença no mundo. Foi assim com a Tailândia, Rússia, Índia, Brasil e agora... Europa. Mais especificamente na Espanha, que pode ser a sede de uma unidade fabril da GWM para abastecer o mercado europeu. Isso porque a fábrica de Barcelona da Nissan deve ser encerrada em 2022 e depois será colocada à venda. Com a chegada do grupo na Europa, as marcas que compõe o grupo podem expandir sua presença em uma série de mercados. Isso significa que a GWM deve seguir firme e forte com seu processo de expansão. A fábrica de Barcelona da Nissan é um Complexo Industrial que possui três fábricas, sendo duas menores das empresas Silence e QV Technologies, desvinculadas com a unidade da Nissan. De acordo com informações da Agência Reuters, a GWM poderia adquirir as três fábricas mesmo assim, mas que buscaria uma parceria com as duas marcas que produzem nas unidades fabris menores.

Cada novo Mitsubishi nascerá de um carro da Renault ou da Nissan a partir de 2026, diz jornal

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A Mitsubishi confirmou que vai se tornar uma marca mais dependente da Nissan a partir de 2026. Assim como acontece com outras marcas, como Citroën e Peugeot, a Mitsubishi ficará dependendo do desenvolvimento de plataformas para automóveis. De acordo com informações do jornal Nikkei Asia, a Mitsubishi não vai mais desenvolver plataformas para usar completamente as plataformas da Nissan. Isso deve diminuir os custos para ambas as marcas e faz parte da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi. Os carros não devem ser simples cópias um do outro. A Mitsubishi vai desenhar seus carros de acordo com a sua identidade visual, assim como a Nissan. No entanto, a base dos modelos será idêntica ou igual. O que vai acontecer é o que já aconteceu com as novas gerações de Mitsubishi Outlander e Nissan X-Trail. Visualmente eles são bem diferentes, mas compartilham a mesma plataforma CMF-C. Hoje a Mitsubishi possui oito plataformas na ativa e esse número será reduzido para quatro em 2026. Em abril, a Mitsubish

Nissan terá fábrica de baterias no Reino Unido, na fábrica de Sunderland, para novo elétrico

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A Nissan confirmou que deve erguer uma fábrica para a produção de baterias no Reino Unido. A fábrica deve ficar dentro do Complexo industrial de Sunderland, que hoje produz modelos como o Qashqai. Isso porque a nipônica confirmou que deve produzir um elétrico futuramente na unidade. A informação também foi confirmada por meio do Primeiro-Ministro do Reino Unido, Boris Johnson, que disse que isso representa um "grande voto de confiança no Reino Unido" . Atualmente, a fábrica possui um quadro de 6.200 funcionários, que deve aumentar com a nova fábrica instalada na unidade. Segundo Johnson, o investimento feito pela Nissan deve ser de US$1,4 bilhão ou 1 bilhão de libras. A fornecedora das baterias deve ser a Envision AESC, que vai investir cerca de 450 milhões de libras na fábrica, que deve contar com energia renovável e terá capacidade de produzir cerca de 100.000 unidades de baterias ao ano. A Nissan quer investir cerca de 423 milhões de libras na fabricação de um novo carro p

Renault-Nissan-Mitsubishi deve rever sua parceria com a Daimler nas próximas semanas

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A Aliança entre a Renault-Nissan-Mitsubishi e a Daimler deve ser repensada por ambos os grupos. A mudança veio por conta de Jacques Verdonck, Executivo Responsável pelas Relações entre a Renault-Nissan-Mitsubishi e a Daimler-Benz Segundo a Agência Reuters, a aliança franco-nipônica deve abandonar a supervisão da parceria com a Daimler em favor de suas relações individuais com o grupo alemão. Com a aposentadoria de Verdonck, a Renault já confirmou que Sandra Gomez, Chefe de Parcerias da marca, deve assumir junto com Catherine Perez, Chefe de Parcerias da Nissan. A Mitsubishi também deve ter uma pessoa responsável pelas parcerias, mas ainda não elegeram um nome para o cargo. A marca deve contar com uma pessoa responsável e que segundo a Mitsubishi deve contar com uma estratégia de “líder-seguidor” da aliança RNM. Segundo a Agência Reuters , nem Renault e nem Daimler quiseram comentar sobre o futuro da parceria. Nos últimos anos, a parceria entre os dois grupos deu uma esfriada, com o fim

Acionistas VS CEO: desenvolvimento de um novo Mitsubishi Lancer Evolution tem novo capítulo

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Dentro da Mitsubishi, existe atualmente uma guerra. Os órfãos do Lancer Evolution esperam o desenvolvimento de uma nova geração, o que motiva que parte da empresa queira a volta do esportivo e outra parte que não o quer mais. Depois da divisão Ralliart voltar ao catálogo da Mitsubishi como desenvolvedora de acessórios da marca e pacotes visuais. A informação foi confirmada por meio de Takao Kato, CEO da Mitsubishi. Se esperava que a marca voltasse atrás também com a linha Evolution, o que foi negado pelo site Response . Segundo o próprio Kato, o executivo até planeja desenvolver uma nova geração do Lancer Evolution, mas primeiro a Mitsubishi precisa se reestruturar: "a empresa ainda não está forte o suficiente." , destacou Kato. O CEO não é o único que quer que a famosa marca da Mitsubishi volte ao mercado. Uma série de acionistas da japonesa também fazem este pedido para a Mitsubishi. No momento, a marca ainda estaria trabalhando primeiro a sua eletrificação, junto com a Ren

Novas gerações de Nissan Frontier e Mitsubishi L200 Triton deve compartilhar motor híbrido

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Ainda em desenvolvimento, as novas gerações de Mitsubishi Triton e Nissan Frontier devem ser apresentadas entre 2024 e 2025. As picapes, como dito nos últimos dias ( veja aqui ), devem compartilhar a mesma base em chassi, mas alguns componentes mecânicos como a suspensão e todo o design (externo e interno) deve ficar de acordo com o desenvolvimento de cada marca. Além disso, surgiu informações de que as picapes devem compartilhar uma opção de motor híbrido, enquanto as versões mais simples devem contar com um sistema híbrido-leve – MHEV. O motor híbrido (que pode ser HEV ou PHEV), deve ser desenvolvido em conjunto entre as duas marcas e faz parte do desenvolvimento do plano estratégico da Renault-Nissan-Mitsubishi. Outra opção é que as picapes podem compartilhar o motor 2.3 dCi Turbo Diesel da Frontier, fazendo a Mitsubishi abandonar o motor 2.4 Turbo Diesel. Esse motor 2.3 deve ser retrabalhado para ser menos poluente e com menor consumo de combustível. "A Nissan e a Mitsubishi t

Renault mata divisão Renault Sport em favor da Alpine Cars, que deve ganhar mais destaque

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A Renault confirmou o fim da divisão Renault Sport. Assim como já tinha feito na Fórmula 1, a marca francesa passa a adotar o nome Alpine Cars. Desde o dia 1º de maio, a Renault passou a usar a Alpine como a sua divisão de carros esportivos. De carros próprios, a Alpine deve contar com outros dois modelos, que serão lançados até meados de 2023. Com isso, todo o Renault esportivo deve ser batizado de Alpine Mégane ou Alpine Clio, assim como acontece com a relação entre Seat e Cupra. “Como parte da reorganização do Grupo Renault por marcas, é fundamental que as diferentes entidades que compõem a Unidade de Negócio levem o nome Alpine e encarnem os valores e ambições da marca. A Alpine aspira ser uma marca esportiva premium na vanguarda da inovação e na tecnologia. A Alpine Cars com sua perícia e experiência em veículos esportivos é um cartão mestre para conseguir nossos objetivos” , disse Laurent Rossi, CEO da Alpine. A partir de agora, a Renault Sport deve passar a desenvolver automóvei

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