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Volkswagen e Mahindra fecham parceria para indiana usar a plataforma modular MEB

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A Mahindra e a Volkswagen fecharam uma parceria na Índia para o compartilhamento da plataforma MEB, que será usado por futuros carros elétricos da Mahindra. Com isso, a base MEB passa a ser dividida também com os indianos, depois da Volkswagen fechar uma parceria também com a Ford. De acordo com as duas marcas, o acordo de fornecimento vinculativo será negociado de forma construtiva e em conformidade com a lei para ser concluído até o final deste ano. De acordo com a Mahindra, o uso da plataforma vai ajudar a marca a eletrificar seus carros de maneira mais rápida. “A Mahindra é pioneira no espaço de mobilidade elétrica na Índia e um grande parceiro para nossa Plataforma Elétrica MEB. Juntamente com a Mahindra, queremos contribuir significativamente para a eletrificação da Índia, um enorme mercado automotivo com enorme potencial de crescimento e alta relevância para a proteção do clima. É mais uma prova de que o MEB é tecnologicamente avançado e altamente competitivo em termos de custo.

Edison não cumpre acordo de compra da SsangYong e marca volta a ter futuro incerto

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Quando tudo parecia estar resolvido, a SsangYong recebe um novo baque. O acordo com a Edison Motors não foi adiante. Isso porque a empresa não pagou para a Mahindra Group o valor combinado pela marca sul-coreana. De acordo com os funcionários da SsangYong, a marca volta a procurar um novo dono. O acordo entre a Mahindra e a Edison tinha sido fechado em meados de outubro de 2021, quando as duas empresas confirmaram a venda e assinaram os papéis em janeiro deste ano, mas a Edison não pagou antes do prazo final. A aquisição tratava-se de uma participação majoritária da SsangYong (75% arredondados, mas 74,65% na prática). Na época, o valor acordado entre as empresas era de 305 bilhões de wons, cerca de US$ 252 milhões, com um pagamento adiantado de 10%. O pagamento final deveria ter sido feito até 25 de março, o que não aconteceu e foi considerado como quebra de contrato. Atualmente, a marca está com dívidas altas de 60 bilhões de wons (US$ 48,6 milhões). O negócio com a Edison já estaria

Mahindra confirma que vai desenvolver oito elétricos até 2027, sendo quatro deles inéditos

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A Mahindra confirmou que vai apresentar um novo plano estratégico para definir seu futuro breve. A marca indiana, que vai vender em breve a SsangYong. De acordo com o Diretor Executivo do Setor de Automóveis e Equipamentos Agrícolas da Mahindra Group, Rejesh Jejurikar, confirmou que a marca vai renovar todos os seus modelos atuais. Isso já aconteceu com o XUV 700, que virou um novo modelo, da água para o vinho. Ele ainda ajudou a trazer o novo logotipo da Mahindra, que traz um perfil de uma marca mais madura. “As marcas nas quais vamos nos concentrar são Bolero, Scorpio, XUV e Thar. Essas serão as marcas principais, mas isso não significa que vamos descontinuar outras marcas. Podemos fazer uma nova marca para veículos elétricos à medida que avançamos, mas isso está em discussão” , disse em entrevista ao Autocar Índia . A marca confirmou que vai lançar oito modelos elétricos até 2027, sendo que quatro deles serão derivados de carros a gasolina ou diesel. Em 2025, a marca indiana ainda c

SsangYong será vendida para a Edison e se mantém viva; venda será no mês que vem

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A Mahindra Group vai conseguir vender a SsangYong. Depois de adquirir a marca há cerca de dez anos, a marca sul-coreana será vendida para a Edison Motors, sendo que a empresa será a licitante preferencial no processo de venda da marca. O negócio valeria cerca de US$ 260 milhões, segundo informações do jornal Nikkei Asia . O próximo processo deve ser assinar a documentação para a venda, o que vai acontecer em meados de novembro de 2021. A Edison Motors é uma empresa que fabrica ônibus e caminhões elétricos. Com a aquisição da SsangYong, tudo indica que a marca vai se tornar uma empresa puramente elétrica dentro de um curto espaço de tempo. Essa deve ser a quarta dona da empresa criada em 1986. Em 1997 a Daewoo adquiriu a maioria das ações da empresa, gerenciando a marca pela primeira vez. Depois, em 2004, a Daewoo vendeu suas ações para a SAIC, que adquiriu 51% da marca. Em 2011 a Mahindra adquiriu a empresa e agora será gerenciada pela Edison. A história conturbada da SsangYong pode te

Há nove empresas interessadas na compra da SsangYong, da Mahindra Group, diz site

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Depois de quase falir na Coreia do Sul e passar por um processo de reestruturação, a SsangYong pode acabar sendo vendida para um novo interessado. E a marca sul-coreana possui cerca de nove interessadas. Empresas como a Cardinal One Motors, SM Group e Edison Motors são alguns dos interessados na marca, que hoje pertence à Mahindra Group, que detém 74,65% das ações da marca sul-coreana. Uma marca de scooters elétricas chamada de K-Pop Motors também estaria interessada no investimento, assim como a farmacêutica Park Seok-Jeon & Co. A Cardinal parece ser uma das mais fracas apostas. Dona da HAAH Automotive, que faliu recentemente, a empresa pode não ser o novo dono da empresa. No entanto, a criação da Cardinal One é justamente para levar adiante o plano de adquirir a SsangYong, mas não se sabe com que investimento após a HAAH falir. Em maio deste ano, surgiu informações que até o Governo Coreano possa ajudar a SsangYong financeiramente. Prestes a entrar em um ano eleitoral, a Coreia d

Mahindra Group deve ceder plataforma MESMA 350 para os elétricos da SsangYong

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Enquanto a Mahindra Group ainda não decide o que deve fazer com a SsangYong, se vende a marca em seu processo de reestruturação, a indiana confirmou que deve oferecer a plataforma elétrica MESMA 350. Além da plataforma, a indiana ainda confirmou que deve oferecer os motores e câmbio para a marca desenvolver seus modelos elétricos futuros. A plataforma ainda permite que possa ter um motor a combustão que possa alimentar as baterias. Com isso, a Mahindra reforça que deve ajudar na recuperação financeira da SsangYong, que não é a das melhores nos últimos anos. Modular, a MESMA 350 deve permitir que a plataforma possa ter uma arquitetura eletrônica de 350V e foi apresentada no ano passado. “A Mahindra continuará a apoiar a SsangYong para desenvolver e fornecer o sistema de transmissão de SUV elétrico na plataforma MESMA 350 com base em seus requisitos” , disse Rajesh Jejurikar, Diretor Executivo da Mahindra & Mahindra. "A Mahindra teria se beneficiado da pegada global da SsangYong

SsangYong pode contar com investidores externos e apoio do Governo Coreano, diz site

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A situação da SsangYong nunca esteve tão ruim como agora. A marca sul-coreana está passando novamente por um período bem complicado financeiramente. Controlada pela Mahindra Group desde 2011, existe informações de que o Governo Coreano possa ajudar a SsangYong financeiramente. Prestes a entrar em um ano eleitoral, a Coreia do Sul vê uma das suas marcas em situação problemática e pode ajudar a SsangYong, que tem uma fábrica na Coreia do Sul que tem mais de 4.500 funcionários diretos – mas a gente sabe que o fechamento de fábrica indica a morte de outros tantos postos de trabalhos indiretos. Já está quase certo que, se a SsangYong não conseguir o dinheiro que precisa para pagar suas dívidas, a única alternativa deve ser a falência da empresa. Há informações de que Hyundai e Kia, que pertencem ao mesmo grupo, podem estar envolvidos em negociações com a marca, apesar de ambas negarem os envolvimentos. A SsangYong passou a preferir investidores coreanos, com duas condições: o primeiro ponto

Mahindra Group não consegue um comprador para a SsangYong; marca espera por investidor

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A Mahindra confirmou que não encontrou uma marca compradora para a SsangYong. Desde o dia 21 de dezembro de 2020 que a indiana não conseguiu um comprador para a marca sul-coreana. Com quase 10 anos da Mahindra Group gerenciando a SsangYong, o grupo indiano conseguiu ter 70% da marca, ou US$50 milhões. Depois, a participação subiu para 74,65%. No entanto, agora, a Mahindra quer vender a maioria de suas ações ou todas as suas ações para um novo interessado que possa dar continuidade à marca. Junto à Justiça da Coreia do Sul, a SsangYong pediu a execução de um plano de reestruturação autônomo, que lhe dará três meses para renegociar dívidas com os credores antes de uma decisão definitiva no tribunal. Com isso, a marca conseguiu empréstimos com três grandes bancos: 30 bilhões de won com o Bank of America; 20 bilhões de won com a JPMorgan Chase & Co e; 10 bilhões de won ao BNP Paribas. Fazia alguns anos que a situação econômica da SsangYong não era favorável e a Mahindra sabia disso. A

Ford e Mahindra oficializam o fim total da parceria e do desenvolvimento de projetos

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A Ford e a Mahindra confirmaram que devem encerrar todo o tipo de parceria que chegou a ser planejada por ambas as marcas. De acordo com informações, a joint-venture foi cancelada quase que de última hora. Na Índia, ainda se tinha a impressão de que a Mahindra pudesse assumir as operações da Ford, encerrando o desenvolvimento de novos modelos, assim como também não devem compartilhar plataformas e motores, segundo informações do Autocar Índia . A decisão foi tomada depois de um rumor de que o EcoSport indiano pudesse receber o novo motor 1.2 Turbo de injeção direta de combustível e desenvolvido pela SsangYong. Os quatro projetos que estavam em andamento pela marca também foram encerrado já no início deste ano. Os modelos em questão eram um SUV subcompacto, um SUV compacto e dois SUVs médios, sendo um convencional e um com perfil mais cupê. Em fevereiro deste ano, a informação era que o desenvolvimento destes novos modelos estavam congelados. O SUV subcompacto, conhecido internamente co

SsangYong entra com pedido de concordata pela segunda vez em menos de 12 anos na Coreia

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A SsangYong é mais uma marca que parece estar bastante endividada. A marca sul-coreana entrou com pedido de concordata na Coreia do Sul, depois de não conseguir honrar os empréstimos acumulados de cerca de 60 bilhões de won (cerca de R$350 milhões). A falta de dinheiro na SsangYong é consequência de uma falta de acordo com credores e de novos prazos para o pagamento da dívida, que deveria ser honrado no dia 14 de dezembro. Junto à Justiça da Coreia do Sul, a SsangYong pediu a execução de um plano de reestruturação autônomo, que lhe dará três meses para renegociar dívidas com os credores antes de uma decisão definitiva no tribunal. Com isso, a marca conseguiu empréstimos com três grandes bancos: 30 bilhões de won com o Bank of America; 20 bilhões de won com a JPMorgan Chase & Co e; 10 bilhões de won ao BNP Paribas. Fazia alguns anos que a situação econômica da SsangYong não era favorável e a Mahindra sabia disso. A situação piorou com a pandemia do Coronavírus, sendo que as vendas d

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