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FNM e JAC passam a vender seus caminhões elétricos no mercado brasileiro

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A FNM e a JAC entregaram as primeiras unidades de seus caminhões elétricos no mercado brasileiro. A dupla começou a ser entregue quase que simultaneamente no Brasil. Começamos com a brasileira FNM, que voltou ao mercado brasileiro e entregou a primeira unidade do seu caminhão para a Ambev. A fabricante de cerveja quer chegar a 50% de sua frota com energia limpa até meados de 2023 e a compra dos primeiros 1.000 caminhões foi feita com a FNM. Esse é uma das maiores compras de caminhões elétricos no país. Não foi confirmado o valor dos modelos, mas a Ambev disse que o projeto é "viável economicamente devido ao menor custo de energia e manutenção" . A FNM fabrica os modelos com motor elétrico de 650V e com potência de 355cv de potência, com autonomia de 130km, confirmando a sua vocação mais urbana. A produção deve acontecer na fábrica da Agrale, em Caxias do Sul (RS). A fábrica deve contar com uma produção exclusiva do FNM, que deve importar componentes como baterias, motores e s

FNM confirma retorno com 832 e 833, dois novos caminhões elétricos; produção começa em novembro

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Nem sempre falamos de caminhões por aqui. Não é bem a nossa praia, muito menos a nossa especialidade. Mas a notícia tem muito a ver com o mercado automotivo nacional, até porque essa empresa já produziu carros no Brasil. Trata-se da FNM, a Fábrica Nacional de Motores, que confirmou o seu retorno. No entanto, a marca deve ser batizada de Fábrica Nacional de Mobilidades, mantendo a famosa sigla que perdurou até 1978. Ela deve voltar a produzir caminhões, em parceria com a Agrale. O plano prevê que a FNM retorne ao mercado brasileiro ainda em 2020, vendendo dois VUCs, oferecendo modelos de 13 e 18 toneladas de peso bruto total. Esses modelos contarão com carroceria em fibra de vidro e o visual deve ser inspirado nos clássicos caminhões da marca, chamados de Fenemê. Apesar do visual ser mais retro, a sua base mecânica deve ser bem moderna. De acordo com informações da nova FNM, o caminhão será um modelo de última geração.  Ele deve contar com um central multimídia em formato de

Vídeos Automotivos: Relembre - FNM 2150 (swap, 160cv, Weber 45)

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Retrômobilismo#28: A extinção de um bravo felino! A breve história do FNM Onça!

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Sabe aqueles animais que eram muito falados antigamente e que já entraram em processo de extinção e hoje quase não são mais vistos sem ser num Zoológico? Bom, o FNM Onça é assim. Ele só é encontrado em alguns eventos de carros antigos, mas não são em todos. Com início do projeto em 1964, o Onça era um projeto que teve poucas unidades produzidas em série. Primeiramente, quem o desenhou foi Genaro "Rino" Malzoni que morava em uma fazenda e criava carrocerias com motores de outras marcas, em especial motores DKW. Foi ele que a Fábrica Nacional de Motores, ou FNM, procurou interessada em uma variante para seu automóvel, o FNM 2000. A FNM buscava um carro moderno, queria utilizar o mesmo chassi com FNM JK ou FNM 2000/2150. Em 1964, "Rino" fez os primeiros protótipos mas sem sucesso. O primeiro protótipo tinha 4 faróis na dianteira com dois em cada lado, uma grade maior com o emblema parecido com da Alfa Romeo. Com o nacionalismo nas veias, Rino colocou o nome do

Retrômobilismo#15: Fábrica Nacional de Motores, a FNM, homenageava o então presidente com o JK!

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A Fábrica Nacional de Motores, conhecida como FNM era conhecida por seus caminhões, mas no dia 21 de Abril de 1960, o Brasil conhecia o FNM 2000, que foi batizado em homenagem ao presidente que recém tinha inaugurado Brasília, Juscelino Kubitschek, conhecido como JK. Ficava conhecido então por FNM JK-2000. Apresentado na Europa em 1957 como Alfa Romeo 2000 68 (Na verdade era de fato um Alfa-Romeo, mas com o logo da FNM), era basicamente o mesmo carro, com pequenas mudanças externas e internas. Apesar dos requintes que oferecia, o FNM JK-2000 não teve sucesso. Além disso, desde o lançamento do carro, a FNM enfrentava dificuldades financeiras e administrativas que a levaram quase a falência. Media 4,71m de comprimento, 1,70m de largura, 1,45m de altura e um bom entre-eixos de 2,72m, pesava 1.460kg e tinha um porta-malas de 450 litros. Fabricado no distrito de Xerém, no município de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, o JK tinha visual imponente e moderno para época, dif

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