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Mostrando postagens com o rótulo Crise

MINI interrompe produção de carros com câmbio manual, por conta da falta de peças

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A MINI confirmou que interrompeu a produção de todos os modelos da marca equipados com câmbio manual. Por conta da falta de componentes para a produção, a fabricação de carros com câmbio manual será paralisada por tempo limitado, até tudo normalizar. A MINI confirmou que isso será temporário e "será reintegrado no futuro quando as circunstâncias permitirem. As circunstâncias atuais, incluindo a guerra na Ucrânia e a escassez de semicondutores, estão causando restrições na cadeia de suprimentos em toda a indústria automotiva global. Para garantir a máxima produção para atender à crescente demanda dos clientes, nossa oferta de produtos precisa ser simplificada. Esta solução é a maneira mais eficaz de garantir a estabilidade da produção para que possamos continuar a fornecer a todos os nossos clientes novos Minis.” , disse a marca em comunicado. É possível que a transmissão manual possa voltar a equipar os modelos mais esportivos da linha no futuro, especialmente na nova geração da l

Tata Group também entra para o grupo das que querem produzir seus próprios chips

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Visando um futuro eletrificado, a Tata confirmou que não quer ser recém da cadeia de semicondutores e que quer produzir os seus próprios dentro de alguns anos. Assim como algumas montadoras tem decidido, os indianos da Tata também não querem ficar a mercê de fornecedores. A Tata confirmou que pode ter planos em conjunto com o Governo da Índia para desenvolver uma linha de produção da peça. Isso porque recentemente a Índia confirmou que tem interesse em produzir os componentes, como destacou recentemente o Primeiro-Ministro do país, Narendra Modi. Em entrevista para a Agência Bloomberg, o Presidente da Tata Group, Natarajan Chandrasekaran, juntamente com o Diretor Administrativo do Grupo, Shailesh Chandra, disseram que a Tata quer produzir tanto semicondutores como as próprias baterias dos seus carros elétricos. “A cadeia de suprimentos está ficando muito precária e incerta” , disse Chandra. A Tata está, ainda, em conversa com quatro dos maiores produtores de semicondutores do mundo par

Volkswagen Polo Track é adiado e só aparece no primeiro trimestre de 2023 no Brasil

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A Volkswagen segue desenvolvendo a versão mais acessível do Polo no mercado brasileiro. Chamado de Track, a novidade será produzida na unidade de Taubaté (SP) e vai ocupar o lugar do Gol como produto de entrada. De acordo com informações, o Track estreia no primeiro trimestre de 2023, já como linha 2024.  Existia uma dúvida sobre a sua chegada e chegou a se cogitar que ele seria lançado ainda em 2022, como linha 2023. Mas, provavelmente, a crise dos semicondutores afastaram a data de lançamento.  Para ser a nova porta de entrada da Volkswagen, ele perderá a capa dos retrovisores e maçanetas na cor da carroceria, enquanto as rodas serão de aço com calotas. No interior, o Track vai perder o quadro de instrumentos digital de 12,3 polegadas, não terá acabamento cromado/prateado e a central multimídia deve ser o sistema de 6,5 polegadas. A opção Track ainda deve passar por mudanças em relação ao que sabíamos sobre a versão. O teaser que a Volkswagen revelou, no ano passado (foto acima), já

Novo Land Rover Range Rover Vogue atrasa mais um pouco e tem previsão de vir em agosto

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A Land Rover deve atrasar a chegada do novo Range Rover Vogue no mercado brasileiro, por conta de crise dos semicondutores. O modelo estava previsto para ser lançado em junho, passou para julho e agora a previsão de lançamento é no mês de agosto. Segundo informações da Land Rover, são cerca de 7.000 semicondutores necessários para apenas uma unidade do SUV. Inicialmente ele será vendido em uma versão limitada de estreia, a First Edition, baseada na Autobiography, ou seja, os preços não serão tão convidativos assim. Estima-se que ele custe entre R$ 1.000.000 a R$ 1.500.000. O modelo contará com uma pintura SV Bespoke e acabamento em Sunset Gold Satin. Após, será lançada as versões P350 e D350. Outra novidade confirmada ao nosso mercado é o interior com materiais reciclados, tendência que aparece nas marcas premium que estão abandonando o uso do couro. De acordo com a Land Rover, o novo Range Rover Vogue virá com “com novos materiais têxtil premium que combinam Ultrafabrics e mistura de

Empresa de centavos: Renault Group vende Lada por menos de dez centavos de reais

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A Renault Group parece ter resolvido o imbróglio que a guerra (inútil) entre Ucrânia e Rússia trouxe para o grupo francês. A Renault parece ter vendido suas operações na Rússia para um grupo de investidores russos, que terão a marca Lada. Os franceses contam com uma alta participação na AvtoVAZ, que é a responsável por controlar a Lada, que foi repassado para a instalação de pesquisa automotiva russa, NAMI. De acordo com a Agência Reuters, a AvtoVAZ foi vendida pelo equivalente a 1 rublo, ou seja, R$ 0,07. Sim, centavos. Os 68% de participação foram transferidos para a NAMI. Atualmente, a nova dona da AvtoVAZ é uma instituição com mais de um século de existência e é a principal organização científica da Rússia, no campo do desenvolvimento da indústria automotiva. O acordo foi realizado com a oportunidade de a Renault readquirir a AvtoVAZ entre cinco a seis anos, mas não por esse valor. De acordo com informações, Denis Manturov, Ministro do Comércio, destacou: “Se nesse período fizermos

Nissan adia início da produção do Z no Japão, por conta da falta de semicondutores

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A Nissan deve adiar o início da produção de mais um carro da marca. Depois do Ariya, a marca deve atrasar a produção do Z, que começaria a ser produzido no Japão em junho. De acordo com informações, o motivo do atraso estaria relacionado com “a escassez contínua de semicondutores e interrupções na cadeia de suprimentos da disseminação do Covid-19” . Com isso, a produção deve ser atrasada para os meses de julho a setembro, de acordo com informações do jornal japonês Nikkei ao site Automotive News . Visualmente, o Nissan Z se destaca pelos faróis em semi-círculos em LED, inspirados no 240Z e traz uma grande entrada de ar retangular inferior. A grade conta com elementos visuais diferentes na grelha superior. O para-choque ainda possui um pequeno vinco vertical nas extremidades. O logotipo da Nissan fica no para-choque, bem próximo ao capô, que possui linhas bem suaves e sem muitos vincos. Visto de lateral, percebe-se o longo capô e a traseira curta, além de um caimento de teto bastante su

Fiat Fastback será adiado para o segundo semestre por conta da falta de semicondutores

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A crise dos semicondutores começou em 2020, durante a pandemia e já alterou o calendário de uma série de marcas. E a Fiat não está imune. De acordo com informações do site Motor1 Brasil, a chegada do Fastback, que era esperada para meados deste semestre, deve atrasar e ficar apenas para o segundo semestre. Ficando acima do Pulse, o Fastback é conhecido internamente como Projeto 376 e será desenvolvido sobre a mesma base MLA do irmão menor. No entanto, esperava-se que ele fosse desenvolvido com uma relação entre-eixos maior que os 2,532 metros do Pulse. De acordo com informações do Autos Segredos, a diferença entre os eixos dos dois modelos é exatamente a mesma, o que vai deixar o Fastback distante de modelos como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta, por exemplo, ambos com mais de 2,60 metros. Vale destacar que, uma maior relação entre os eixos, garante um maior espaço interno para os ocupantes do banco traseiro. Se ele não deve trazer um espaço traseiro tão bom, o porta-malas deve ser m

Volkswagen interrompe produção em São Bernardo do Campo duas vezes em dois meses

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A Volkswagen tem vivido um inferno na terra com suas fábricas no Brasil. A falta de componentes tem feito a Volkswagen estar ‘capenga’ no mercado, sem conseguir produtos, tanto no Brasil como na Argentina. Isso tem afetado a produção em unidades como General Pacheco, na Argentina, Taubaté (SP), São José dos Pinhais (PR) e a mais prejudicada: São Bernardo do Campo (SP), responsável pela produção de Saveiro, Polo, Virtus e Nivus. A produção da unidade em São Bernardo do Campo ficou paralisada entre os dias 18 a 25 de abril e voltará a ficar paralisada entre os dias 9 a 28 de maio. O motivo de todas essas paradas é a falta de semicondutores para a produção, mas há ainda a falta de pneus em alguns casos. Cerca de 3 mil funcionários pararam entre os dias 18 a 25 de abril, ficando dentro do banco de horas previsto no acordo coletivo entre os funcionários e a Volkswagen. Cerca de 1.000 colaboradores continuaram na unidade para efetuar reparos na linha durante a parada. No dia 25 de abril, a u

Ford Fiesta perde opção de três portas na Europa, por conta da falta de semicondutores

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Reestilizado no ano passado, o Ford Fiesta agora só será vendido com a carroceria de quatro portas. Isso porque o modelo de duas portas não será mais oferecido na Europa, por conta das baixas vendas e ampla preferência pelos modelos de quatro portas. A informação foi confirmada pelo site Automotive News Europe , que confirmou que o modelo deixará de ser produzido na unidade de Colônia, na Alemanha. Outro motivo do fim de linha dessa variante é que a Ford vem enfrentando a falta de peças como semicondutores e vai focar nas variantes mais vendidas do hatch compacto. De acordo com a Ford ao site, a linha de produção “agilizará ainda mais a linha Fiesta para acelerar a produção”. "Estamos restringindo alguns pedidos do Fiesta devido ao volume de pedidos existentes que temos" , disse um porta-voz da empresa, confirmando ainda o fim do Fiesta 3p. A reestilização trouxe novos faróis dianteiros, que passam a contar com luzes diurnas em Matrix LED em todas as versões, nova grade diant

Volkswagen cogita encerrar a produção do Gol e Voyage antes do previsto por falta de peças

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A Volkswagen cogita antecipar o fim da produção dos seus veteranos Gol e Voyage. Os modelos devem seguir em linhas nos próximos meses, mas não verão o ano novo de 2023. De acordo com a Volkswagen, em comunicado para a revista Autoesporte, a marca deve seguir a produção dos compactos nos próximos meses, mas o fim de ambos pode acontecer antes de dezembro. A Volkswagen já possui poucos estoques de modelos como Gol e Voyage, que ficaram sem produzir por conta de falta de semicondutores. Com isso, já existem poucos modelos em oferta, mas a chegada da linha 2023 deve fazer com que os modelos continuem mais algum tempo na linha de produção. Até o fim de linha, Gol e Voyage serão vendidos apenas com o motor 1.0 12v MPI Flex, em versão única, mas a revista ainda acredita que o Voyage já se despeça quando a fábrica voltar a produção na linha de Taubaté (SP), que sofre há meses com a falta de peças. Para o Jornal do Carro, que também noticiou o fato, a Volkswagen confirmou que "a informação

Porsche comemora as quase 70 mil unidades vendidas no trimestre, mesmo com queda

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A Porsche está comemorando o seu desempenho comercial no primeiro trimestre de 2022, apesar da leve queda em relação ao mesmo período de 2021. De acordo com a marca, as vendas menores podem ser responsabilizadas pela falta de componentes, principalmente de semicondutores. “À luz das circunstâncias excepcionais que afetam a indústria automotiva em geral, nossas equipes de vendas e revendedores tiveram um bom desempenho no primeiro trimestre. O ressurgimento do coronavírus em algumas regiões, como a China, juntamente com os contínuos desafios significativos de abastecimento e logística, nos colocaram à prova. Ao mesmo tempo, nossos produtos continuam em alta demanda entre os clientes em todo o mundo - igualmente na Europa, nas Américas e na China." , destaca Detlev von Platen, Membro do Conselho Executivo de Vendas e Marketing da Porsche AG. No primeiro trimestre foram 68.426 unidades contra 71.986 unidades do mesmo período de 2021, queda de 5%. A Europa foi a região que salvou os r

Nissan Ariya tem início da produção atrasada mais uma vez, mas vai iniciar ainda em 2022

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A Nissan confirmou que vai atrasar novamente a produção do Ariya. De acordo com o site Automotive News, a Nissan deve atrasar novamente a produção do Ariya por conta da crise dos semicondutores. A produção deveria começar em 2021, mas tanto a falta de semicondutores como a pandemia jogaram contra a iniciativa. No Japão, o Ariya será lançado no dia 12 de maio deste ano, o que indica que sua produção deve começar dentro de alguns meses, mas ainda neste ano. Isso é reforçado por conta de que o Ariya começa a ser vendido na América do Norte ainda neste ano, no segundo semestre. No Japão, o Ariya teria sido lançado em março, de acordo com o planejamento. O SUV elétrico conta com 4,645 metros de comprimento e 2,776 metros entre os eixos, que confere um ótimo espaço interno. Seu porta-malas é de 467 litros para o modelo de tração dianteira e 413 litros de capacidade para a tração integral. No interior, o Ariya conta com o painel minimalista com duas telas que se complementam. Uma é o quadro d

Renault Kwid some da rede de concessionárias, por demanda e crise dos semicondutores

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Com a parada na produção durante toda a semana passada, a alta procura e a crise dos semicondutores fizeram o Kwid sumir da rede de concessionárias. O hatch subcompacto é o carro mais vendido da Renault em nosso mercado. De acordo com informações do UOL, em concessionárias do Sudeste do país já está difícil de encontrar unidades a pronta entrega do carro, por conta da demanda, que cresceu com a chegada do modelo reestilizado. Visualmente, o hatch passa a contar com grade dianteira em forma de “U”, idêntica ao do modelo atual, com cromados rodeando o logotipo da marca. Há luzes diurnas em LED bem finas e na parte superior dos faróis ainda conta com repetidores de seta. Mais abaixo estão os faróis principais, de parábola dupla, e a traseira recebe lanternas com novo desenho interno, mas sem LEDs. O para-choque dianteiro também foi redesenhado e traz uma nova entrada de ar inferior, com quatro barras horizontais. As laterais ganharam apenas novas calotas e novas rodas de liga leve diamant

Edison não cumpre acordo de compra da SsangYong e marca volta a ter futuro incerto

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Quando tudo parecia estar resolvido, a SsangYong recebe um novo baque. O acordo com a Edison Motors não foi adiante. Isso porque a empresa não pagou para a Mahindra Group o valor combinado pela marca sul-coreana. De acordo com os funcionários da SsangYong, a marca volta a procurar um novo dono. O acordo entre a Mahindra e a Edison tinha sido fechado em meados de outubro de 2021, quando as duas empresas confirmaram a venda e assinaram os papéis em janeiro deste ano, mas a Edison não pagou antes do prazo final. A aquisição tratava-se de uma participação majoritária da SsangYong (75% arredondados, mas 74,65% na prática). Na época, o valor acordado entre as empresas era de 305 bilhões de wons, cerca de US$ 252 milhões, com um pagamento adiantado de 10%. O pagamento final deveria ter sido feito até 25 de março, o que não aconteceu e foi considerado como quebra de contrato. Atualmente, a marca está com dívidas altas de 60 bilhões de wons (US$ 48,6 milhões). O negócio com a Edison já estaria

Volkswagen volta a produzir em segundo turno na fábrica de Taubaté (SP), que faz Gol e Voyage

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A Volkswagen confirmou que vai retomar a produção de Gol e Voyage na unidade de Taubaté (SP). A fábrica estava produzindo apenas em primeiro turno. A produção em segundo turno voltou no último dia 4 de abril. Com a proximidade do início da fabricação do Polo Track, cerca de 1.200 funcionários retomam seus postos com uma capacidade de produzir cerca de 6.100 unidades ao mês. Isso deve ajudar novamente na procura de Gol e Voyage no mercado, que estão com estoques bem baixos, motivo que fez com que os modelos tivessem vendas tão baixas no início deste ano. Durante o lay-off de fevereiro a abril, a Volkswagen ainda preparou a fábrica para a chegada do Polo Track, que usa a base MQB-A0. A chegada do carro faz parte do fruto de investimentos de R$ 7 bilhões no Brasil até meados de 2026. De acordo com Pablo Di Si, Presidente da Volkswagen, disse que o investimento começou a ser feito a partir do ano passado, quando a unidade de Taubaté passou pelas primeiras atualizações e também para planos

Volkswagen deve parar o segundo turno de São José dos Pinhais (PR), que faz o T-Cross

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A Volkswagen confirmou que deve suspender a produção de segundo turno na unidade de São José dos Pinhais (PR). A unidade, responsável apenas pela produção do T-Cross, deve parar a produção com um lay-off dos trabalhadores do segundo turno. A informação foi confirmado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba e Região. Cerca de 2.000 funcionários trabalham nos dois turnos da fábrica e a falta de semicondutores tem afetado a produção em dois turnos, sendo que a marca possui capacidade de apenas produzir em turno único. Apesar da medida ser avisada, ainda não se sabe se a Volkswagen realmente vai parar a sua linha de produção. De acordo com Jamil Dávila, Secretário Geral do Sindicato, a Volkswagen terá uma programação de produção de 310 unidades ao dia, sendo que hoje o ritmo é de 500 unidades ao dia, ou seja, é uma perda de 190 unidades ao dia. Atualmente, a unidade de São José dos Pinhais produz apenas o T-Cross, mas em breve a Audi vai voltar a produzir no país, com Q3 e Q3 Sportback

Renault teme tomada da Lada por parte da Rússia e volta a produzir carros depenados

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A Renault Group confirmou que teme que a Lada seja ‘tomada a força’ pelo governo russo. A empresa, que tem quase 70% da AvtoVAZ, empresa que gerencia a Lada, pode acabar encontrando um novo dono para a empresa russa. De acordo com algumas informações, a Renault Group estaria disposta a transferir toda sua participação para um investidor russo. Este é a Rostec State Corporation, uma acionista-chave do empreendimento. A possível transferência com esse investidor logo esfriou e o grupo francês estaria cogitando outras opções. A Renault já mantou retomar a produção, mas teve que parar em menos de 48h depois. Sendo a Rússia o segundo maior mercado da Renault, atrás apenas da França, a situação se torna delicada pela forma de que a Lada é um braço importante nesse processo de recuperação financeira do grupo. “Embora a Renault esteja exposta à Rússia por causa de suas grandes operações lá, estamos mais preocupados com sua capacidade de manter um bom desempenho à luz de prováveis ​​interrupçõe

Por falta de componentes, Renault parou a produção por toda essa semana, diz agência

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A fábrica de São José dos Pinhais (PR), da Renault, ficou parada por toda essa semana, entre os 4 a 8 de abril. A informação foi confirmada pelo site Automotive Business, que confirmou que o motivo da parada na linha de produção paranaense foi a falta de componentes como os semicondutores. De acordo com algumas informações, a produção de automóveis e comerciais leves foi prejudicada pela falta do equipamento. Além dos veículos, a produção de motores e injeção de alumínio também foi prejudicada. Atualmente, a unidade de São José dos Pinhais possui uma capacidade de empregar 6 mil funcionários atualmente, operando em dois turnos. Atualmente, a fábrica produz modelos como Kwid, Sandero, Logan, Duster, Captur, Oroch e Master. No ano passado, a Renault também teve muitos problemas relacionados com a falta de equipamentos, a maioria causado pelos semicondutores. Em um período mais tenso, a francesa ficou um mês sem produzir automóveis. Recentemente, a fábrica ainda recebeu o investimento par

Volkswagen, Audi, Toyota, Lexus, Volvo, GMC e Chevrolet interrompem produção por crises

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Quatro marcas anunciaram a parada na produção em escala global em algumas fábricas por conta da falta de peças como semicondutores. Problema aumentado ainda mais pela invasão russa à Ucrânia, Volkswagen, Audi, Toyota e GM confirmaram que vão parar por alguns dias a produção. Volkswagen e Audi, que são do mesmo grupo VAG, confirmaram que interromperam a produção dos modelos elétricos até abril. No caso de Volkswagen e Audi, a falta de cabos é o problema da parada, o que vai atrasar as entregas do Volkswagen ID.5 aos seus donos. Já a Audi confirmou que a produção de Q4 e-tron, A4, A5, A6, A7, TT, Q7 e Q8 serão afetadas e que esses modelos terão um prazo de entrega maiores. Modelos como A4, A5, A6 e A7 terão a produção retomada na segunda quinzena de abril, enquanto TT, Q8 e Q4 e-tron vai retomar a produção em meados de abril. A Audi também passa pela falta de chicotes elétricos. A Toyota também confirmou problemas com a sua linha de produção no Japão. Mas no caso da japonesa, o problema

VAG vai transferir a produção de carros da Europa para as Américas e China, por guerra

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A VAG confirmou que a produção na Europa vai começar a focar e dar mais atenção a modelos eletrificados dentro dos próximos anos. Todos os modelos que cumprem esses requisitos terão a sua produção transferida para outros mercados, em especial, a China. A guerra entre Ucrânia e Rússia demonstrou o quanto esses países são importantes para a indústria automotiva europeia, diminuindo o fornecimento de materiais como níquel para as baterias dos elétricos e os cabos para os carros também. Com isso, a Volkswagen vai transferir a produção de alguns carros da Europa para a China e as Américas, em especial a do Norte. O movimento é um tanto quanto inédito, visto que a Volkswagen é uma empresa europeia. Ainda não se sabe quais fábricas serão favorecidas com a mudança que será temporária. Na América do Norte, certamente será a unidade de Chattanooga, no Tennessee, Estados Unidos e em Puebla, no México, na América Central. Na China, a VAG pode contar com o apoio de quatro fábricas, indicando que a

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