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Mostrando postagens com o rótulo Tata Group

Tata Group também entra para o grupo das que querem produzir seus próprios chips

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Visando um futuro eletrificado, a Tata confirmou que não quer ser recém da cadeia de semicondutores e que quer produzir os seus próprios dentro de alguns anos. Assim como algumas montadoras tem decidido, os indianos da Tata também não querem ficar a mercê de fornecedores. A Tata confirmou que pode ter planos em conjunto com o Governo da Índia para desenvolver uma linha de produção da peça. Isso porque recentemente a Índia confirmou que tem interesse em produzir os componentes, como destacou recentemente o Primeiro-Ministro do país, Narendra Modi. Em entrevista para a Agência Bloomberg, o Presidente da Tata Group, Natarajan Chandrasekaran, juntamente com o Diretor Administrativo do Grupo, Shailesh Chandra, disseram que a Tata quer produzir tanto semicondutores como as próprias baterias dos seus carros elétricos. “A cadeia de suprimentos está ficando muito precária e incerta” , disse Chandra. A Tata está, ainda, em conversa com quatro dos maiores produtores de semicondutores do mundo par

Fábrica da Ford em Chennai chama atenção na Índia; unidade pode ser adquirida pela Tata

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A Ford confirmou que após fechar as fábricas de São Bernardo do Campo (SP), Camaçari (BA), Taubaté (SP) e Horizonte (CE), a marca venderia as fábricas para interessados. Até o momento, apenas a unidade de São Bernardo do Campo já conta com um novo proprietário. A fábrica de Camaçari, por exemplo, a maior da marca, tem difíceis chances de ser vendida pelo seu tamanho e capacidade produtiva. Mas, na Índia, as fábricas que também fecharam em 2021 parecem já ter um destino para um futuro comprador. A fábrica de Chennai, em Tamil Nadu, pode ser adquirida pela Tata Group, de acordo com informações do Ministro das Indústrias do Estado Indiano. Com o encerramento das produções na Índia pela Ford, a unidade do estado Gujarat, Senand, já foi paralisada mas não possui um comprador. A fábrica de Chennai é a responsável pela produção de do EcoSport não apenas para a Índia, mas para uma série de outros mercados, sendo um dos maiores polos exportadores da Ford no mundo. Chennai ainda é responsável pe

Tata vai lançar divisão de elétricos, que será responsável por todos processos de criação

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Contando com alguns de seus modelos puramente elétricos, como Altroz, Nexon e o Tigor, a Tata confirmou que criará uma divisão de carros elétricos para breve. Batizada de Tata Passenger Electric Mobility Limited (TPEML), a nova empresa será um braço da gigante indiana com a missão ser o desenvolvedor de modelos elétricos e híbridos. A nova “sub-empresa” vai realizar todas as suas funções de desenvolvimento de um elétrico, assim como vai estabelecer a missão de projetar, desenvolver e produzir elétricos e híbridos, além de instalações de montagem, fabricação, vendas, serviços de pós-venda, marketing, promoção, manutenção e instalação de carregadores. Recentemente, a Tata confirmou que deve apostar em automóveis e em comerciais leves elétricos. Líder de vendas de elétricos na Índia, a Tata quer passar por um processo de eletrificação total e vai focar na fabricação de baterias na Índia e na Europa. Com os modelos elétricos, a Tata ainda confirma que vai desenvolver protótipos mais avança

Novo compactos da Citroën foram desenvolvidos em parceria com a Tata Consultancy Services

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A PSA já começou a produzir na unidade de El Palomar, na Argentina, que deve receber um novo modelo a ser produzido por lá. Deve ser o novo Peugeot 2008, que deve ser feito na mesma linha de montagem do novo 208. Compartilhando a plataforma CMP, o SUV compacto deve começar a ser produzido em meados de 2021. Além da plataforma, eles devem compartilhar muitas peças e o motor 1.6 16v FlexStart. Essa plataforma também foi confirmada para ser produzida no Brasil, na fábrica de Porto Real (RJ). Os modelos que serão produzidos no Brasil com essa plataforma devem ser da Citroën. A PSA confirmou que o primeiro modelo da marca a contar com essa plataforma deve ser apresentado em 2021. De acordo com o Argentina Autoblog , a nova família Small Car Family foram desenvolvidos em parceria com a Tata Consultancy Services. Esses dois primeiros modelos foram desenvolvidos para mercados emergentes e serão produzidos no Brasil, China, Índia e Irã. Eles devem ser o substituto do C3 e do AirCross, ou seja,

Jaguar-Land Rover deve diminuir a sua gama de produtos e rever plano estratégico

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A Jaguar-Land Rover confirmou que trabalha para diminuir a sua linha de produtos dentro de alguns anos. Além de desenvolver as novas gerações de Jaguar XF e Jaguar XJ, além de uma nova geração do Land Rover Range Rover Vogue, a JLR confirmou os problemas financeiros podem afetar que os planos das marcas inglesas mantenham o mesmo lineup atual. A Jaguar-Land Rover confirmou que deve fazer uma análise do mercado e tentará determinar se as vendas globais se recuperarão rapidamente da pandemia de Corona Vírus. Se as indicações forem positivas, ela deve decidir se vai tirar alguns modelos de linha. "No caso da JLR, precisamos esperar mais algumas semanas para entender melhor isso. Não queremos reagir às manchetes dos jornais para decidir a estratégia de longo prazo a decisão nos impactará daqui a três a quatro anos" , disse PB Balaji, Diretor Financeito da Tata Motors, dona da JLR. A informação foi revelada em uma conferência em 15 de junho. Isso deve acontecer porque alguns p

Jaguar-Land Rover busca parcerias para desenvolver novos motores e plataformas

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A Tata não nega que tem passado dificuldades em fazer a dupla Jaguar-Land Rover rentável. As marcas britânicas perderam vendas e começaram a operar no negativo. No entanto, a Tata disse que não deve vender as marcas. O que deve ser feito é uma força tarefa para fazer com que a JLR volte a ser lucrativa. De acordo com o Presidente da Tata Group, Natarajan Chandrasekaran, admitiu em entrevista ao Bloomberg que as marcas buscam parceiros, mas não estão à venda. “Não iremos vender. O setor automotivo é um negócio-chave para nós. As empresas automotivas são as que mais geram receitas no nosso grupo” , disse Natarajan. Com as vendas caindo 50% na China, a situação do Brexit do Reino Unido e problemas internos criados pela própria JLR que a Tata agora corre para sanar. “Não somos investidores. Nós, do Grupo Tata, administramos empresas. Não queremos apenas vender uma parte da Jaguar Land Rover e perder o direito de opinar na tomada de decisão. Assim que conseguirmos estabilidade, vocês i

General Motors e Tata fecham parceria para desenvolvimento de novos projetos na Índia

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A General Motors e a Tata fecharam uma parceria estratégica voltada para o desenvolvimento de projetos globais. Segundo o informado, a aliança envolve a Tata Consulting Services (TCS), especialista em negócios, consultorias e serviços de TI, em um trabalho em conjunto com o pessoal da General Motors, principalmente da área de design e engenharia. A parceria deve durar por cerca de cinco anos. "A TCS está animada para fazer parte dos esforços da GM em torno da próxima geração de mobilidade, ajudando a empresa a projetar veículos de classe mundial" , disse Regu Ayyaswamy, chefe global de Engenharia e Serviços Industriais da TCS. O acordo ainda prevê termos onde a TCS adquire certos ativos do Centro Tecnológico da GM Índia, em Bengaluru, se associando à GM como apoio dos seus programa automotores globais com serviços de design de engenharia. Cerca de 1.300 funcionários da GM deve ser transferidos para a TCS, incluindo equipes de propulsão, engenharia de veículos, desenvolvim

BMW estaria pronta para comprar a Jaguar-Land Rover por cerca de 9 bilhões de libras

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Você deve se lembrar que há pouco tempo foi dito aqui no Conexão Automotiva que a Jaguar-Land Rover estava se afundando em dívidas dentro do Grupo Tata. Com isso, logo surgiram rumores que os indianos queriam vender a JLR, o que foi logo desmentido. No entanto, de acordo com um relatório para seus clientes, a Corretora Bernstein revelou que a BMW estaria pronta para comprar as duas marcas inglesas por cerca de 9 bilhões de libras, cerca de R$47 bilhões. A marca alemã estaria super capitalizada e pronta para efetuar a compra. “A BMW atingiu os limites de crescimento para sua linha de produtos e marca. Os retornos sobre o capital de uma nova expansão parecem questionáveis. Por outro lado, a JLR poderia ser adquirida com um desconto no valor contábil. Com a ajuda da BMW, ela poderia retornar à lucratividade” , informou a relatório. De acordo com o documento, a BMW poderia rapidamente reduzir os custos de produção e investimento da JLR e aumentar as margens de lucro, que é o que a empr

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