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Importados, abril de 2022: vendas caem 7,7% no primeiro quadrimestre; Volvo e Chery lideram

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A Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores – Abeifa, confirmou que o mês de abril respondeu por 5.033 unidades vendidas. Foram 1.500 importadas e 3.533 veículos de produção nacional, o que representa que o mês de abril teve um aumento de 2,5% em relação ao mês de março de 2022, quando foram comercializadas 4.911 unidades. Comparado a abril de 2021, a redução é de 14,1%, quando foram vendidas 5.856 veículos. Levando em conta apenas os importados, foram 1.500 unidades vendidas, o que significa alta de 3,3% ante as 1.452 unidades de março de 2022 e redução de 33,2% ante abril de 2021. Entre os modelos de produção nacional, abril registrou 3.533 unidades, um aumento de vendas foi de 2,1% ante as 3.459 unidades do mês anterior e redução de 2,1% em relação a abril de 2021. Com esse desempenho de abril, as marcas associadas à Abeifa fecharam o primeiro quadrimestre com total de 19.304 unidades licenciadas, queda de 7,7% em relação ao primeiro quadr

Importados, fevereiro de 2022: vendas crescem em relação a janeiro, mas importados caem

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As vendas de importados fecharam o mês de fevereiro de 2022 com 4.707 unidades comercializadas, sendo 1.201 importados e 3.506 modelos produzidos nacionalmente. Esse volume representam um crescimento de 3,1% ante janeiro de 2022, quando foram comercializadas 4.567 unidades. Comparado a fevereiro de 2021, a alta é de 10,5%: 4.707 unidades contra 4.258 veículos. Na importação, as 1.201 unidades vendidas significaram queda de 2,7% ante as 1.234 unidades de janeiro de 2022 e redução de 34,9% ante fevereiro de 2021; enquanto na produção nacional – com 3.506 unidades – o aumento de vendas foi de 5,2% ante as 3.333 unidades do mês anterior e alta de 45,2% em relação a fevereiro de 2021. De acordo com João Henrique Garbin de Oliveira, presidente da Abeifa, “na importação, o fortalecimento do real ajudou a estabilização de preços dos carros, o que tranquiliza o consumidor mas, de outra parte, por conta ainda do desabastecimento de insumos, da macroeconomia brasileira com tendência de inflação m

Importados, agosto de 2021: Volvo lidera mais uma vez; XC60 é o líder de novo

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A lista dos importados mais vendidos do Brasil perdeu mais uma marca. Depois de perdermos os dados de Ferrari, Lamborghini, Maserati e Rolls-Royce, em agosto a Associação Brasileiras das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, a Abeifa, perdeu a BMW. Com isso, as vendas de importados fecharam com 2.188 unidades registradas à Abeifa, uma queda de 14,4% em relação à julho passado. A produção de automóveis ainda registrou uma pequena queda de 0,6%, chegando a 4.813 unidades contra as 4.842 unidades do mês anterior. Entre as marcas importadas, o mês de agosto representou ainda uma queda de 19,2% em relação a agosto de 2020, mas mantém o crescimento de 5,3% no acumulado do ano, com 17.924 unidades. Sem os dados da BMW, bem provável que a Abeifa registre queda nas vendas por mais um ano. Entre as marcas com produção nacional, o crescimento é de 79% em relação ao mesmo período do ano passado, dados que podem salvar a associação em 2020. Com cada vez menos associadas, a Vo

Importados, julho de 2021: Volvo e XC60 lideram em rankings; Chery e Tiggo5X também são líderes

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As marcas mais vendidas de importados em julho de 2021 se permaneceram quase que sem alterações em relação ao último mês, junho. Foram 2.555 unidades em julho de 2021, o que representa uma queda de 9,8% em relação ao mesmo período de 2020 e uma queda de 3,7% em relação ao mês de junho. No acumulado do ano, as vendas se mantém em crescimento, com 15.736 unidades, o que representa um aumento de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Entre as marcas que produzem nacionalmente, julho teve 4.843 unidades contra as 4.307 unidades de junho, aumento de 12,4% nas vendas. Contra julho de 2020, o aumento é de 77,8%. O acumulado do ano possui um aumento de 79,9%. Juntos, as importadas e as marcas que produzem nacionalmente já crescem 45,2% no acumulado de 2021. Entre os ranking, o Volvo XC60 lidera com 419 unidades emplacadas, seguido por dois Kias: Bongo em segundo, com 293 unidades, e o Cerato em terceiro com 155 unidades. Com produção nacional, a liderança foi inteiramente da Chery. F

Importados, maio de 2021: vendas crescem 126% em relação à 2020; Volvo e XC40 lideram

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A Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), confirmou os dados de vendas de maio de 2021. Ao total, foram vendidos 2.264 unidades de carros importados vendidos no Brasil em maio, o que representa um aumento de 0,8% em relação ao mês de abril de 2021, quando foram vendidos 2.247 unidades. Em compensação, quando comparado com maio de 2020, esse aumento é de 126,2%. Isso porque no mesmo período do ano foram vendidas apenas 1.001 unidades, por conta do fechamento das concessionárias. No acumulado do ano, o número já representa 10.528 unidades, contra 8.929 unidades do mesmo período do ano passado, um aumento de 17,9%. Entre as marcas com produção nacional, maio de 2021 representou 4.352 unidades, aumento de 20,6% em relação a abril de 2021 e 426,2% em relação a maio de 2020. No acumulado do ano, a alta é de 75,8%, com 17.001 unidades. Somando os modelos importados e as marcas importadas que produzem aqui, são 27.529 unidades no acumulad

Abeifa revela a lista dos importados mais vendidos; em 2020, importados tiveram queda de 20,6%

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A Associação Brasileira de Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa), disse que 2020 foi mais um ano ruim para os modelos importados no Brasil. As 15 marcas que fazem parte da associação contou que foram 27.421 unidades vendidas em 2020, uma queda de 20,7% em relação ao ano de 2019. Pela primeira vez, a produção nacional das marcas afiliadas à Abeifa foi maior que o número de modelos importados, chegando a 31.646 unidades. “Foi um ano extremamente difícil para o setor automobilístico brasileiro, que vislumbrava a retomada no início de 2020. Mas, como em todas as demais atividades econômicas, o impacto da pandemia de Covid-19 a partir da segunda quinzena de março foi devastador. Aliado a essa nova realidade, nosso setor ainda sentiu as consequências nefastas da desvalorização cambial” , afirmou João Henrique Oliveira, presidente da entidade. A expectativa é que em 2021 esse número seja de 68 mil unidades emplacadas, entre importados e marcas associadas que pro

Abeifa pede ao Governo Federal para diminuir taxa de importação de 35% para 20%; vendas caem 20,7%

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A Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, a Abeifa, pede ao Governo Federal uma redução do imposto de importação de 35% para 20%. Com o Dólar acima de R$5, o setor sofreu gravemente o impacto das vendas em 2020, afetado ainda mais pela pandemia do Coronavírus. “Desde o início de nossa gestão à frente da entidade, a partir do dia 16 de março último, temos enfatizado que o setor de veículos importados não suportaria período prolongado de pressão sobre os preços praticados em reais ocasionada pela valorização contínua das principais moedas estrangeiras, notadamente o dólar e o euro. Passados quase oito meses, o setor está no limite da exaustão financeira. Algo precisa ser feito para aliviar os grupos empresariais nacionais e, com isso, proteger redes de concessionários e empregos do setor, evitando que os consumidores brasileiros de carros importados fiquem desassistidos de peças, componentes e serviços de pós-vendas” , disse João Henrique Ol

ABEIFA fala sobre saída da Lifan da associação e descarta que marca tenha saído do mercado

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A Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (Abeifa) revelou que a Lifan deixou de ser membro da associação. Durante a apresentação, José Luiz Gandini, Presidente da Abeifa, deu a entender que a fabricante havia encerrado sua operação no Brasil, o que não é verdade. A Lifan continua a vender carros no Brasil e com isso a Abeifa teve que comunicar seu esclarecimento sobre o assunto. O associação confirmou que a Lifan se desligou em abril do ano passado da Abeifa, mas que não tinha retirado a marca do portfólio das empresas associadas. A marca chinesa se desligou com “absoluto cumprimento das regras estatutárias vigentes, tendo a Lifan, na oportunidade, consignado seu apreço às atividades da Entidade em prol das associadas e da atuação do seu Diretor Presidente” . O presidente da associação ainda confirmou que vê a esperança da marca voltar à Abeifa futuramente, assim que seu processo de reestruturação seja finalizada. “Pela imprensa, a ABE

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