Volkswagen mostra primeira imagem teaser do ID. Golf, que terá opção GTI e apoio da Rivian

Volkswagen revela a primeira imagem oficial do ID. Golf, elétrico que vai substituir o ID.3, está com cronograma atrasado e terá desenvolvido com toques da Rivian 



A Volkswagen revelou a primeira imagem teaser da nova geração do Golf, que será puramente elétrica. O modelo é chamado de ID. Golf nos bastidores e será lançado dentro de alguns anos, na Europa. A primeira imagem oficial do modelo é uma imagem que mostra apenas a silhueta do Golf elétrico, sem muitos detalhes. Além disso, a Volkswagen já se mexe há alguns anos para o desenvolvimento do hatch, que contará com uma parceria tecnológica da Rivian. Desenvolvido a partir da plataforma modular SSP, o ID. Golf ainda terá uma dupla missão: substituir o ID.3. E não é só isso...

Antes de entrarmos em todos os detalhes, a nona geração do Golf foi antecipada pelo Sindicato IG Metall e foi mostrada aos trabalhadores da Volkswagen durante uma reunião em que a montadora reiterou que a fábrica de Wolfsburg, na Alemanha, continuará a produzir o hatch médio. De acordo com informações, a nova geração era esperada para meados de 2028, mas recentes rumores sobre dois atrasos no desenvolvimento do hatch deve jogar seu lançamento para o fim da década... ou início da próxima. O novo Golf manterá o padrão visto em Polo e ID. Polo, com oferta de motor a combustão e a variante elétrica, que ganhará o ‘ID.’ na frente.

Pela imagem acima, se observa que a nova geração do Golf deve ganhar uma dianteira mais aerodinâmica, enquanto a traseira mantém as linhas que fez a tradição do Golf – inclusive com a coluna C larga. A novidade ficará por conta de um aerofólio mais proeminente, que também deve ajudar na aerodinâmica. Desenvolvido a partir da moderna plataforma modular Scalable Systems Platform (SSP), o novo ID. Golf vai ganhar uma relação entre os eixos maior para o espaço da bateria no assoalho. “Muito provavelmente, [o Golf] terá que ser SSP. Vai estar na próxima plataforma, com tecnologia de ponta. Não pode estar na plataforma atual”, disse-nos ele. “[O Golf] vai continuar até bem depois da próxima década”, disse Martin Sander, Membro do Conselho da Volkswagen, disse ao site Auto Express.

A plataforma é um dos motivos do possível atraso do lançamento do ID. Golf. Desenvolvida por software, a nova plataforma já sofreu com atrasos e para resolver a questão, divulgou uma parceria com a Rivian. Graças a uma joint-venture entre as duas empresas, a norte-americana de carros elétricos ajudará a Volkswagen na criação da nova plataforma. Para isso, a VW investiu US$ 5,8 bilhões na norte-americana. De acordo com Thomas Schäfer, CEO da Volkswagen, o ID. Golf será o primeiro produto da Volkswagen Group (VAG) a usar a plataforma.



“Decidimos como fazer o veículo definido por software. Isso acontecerá com a Rivian, a joint-venture, onde reuniremos a nova arquitetura elétrica-eletrônica. Mas também decidimos que queremos começar essa jornada com um produto mais icônico. Então, começaremos com o Golf.”, disse o executivo. Na entrevista ao Automotive News, ele diz que o ID. Golf chega até 2029 e será um produto de alto volume dentro da Volkswagen. E a marca não quer repetir o mesmo erro que aconteceu com o ID.3 – que no início da sua vida como produto sofreu com falhas de software, criado pela Cariad, braço-direito da Volkswagen nessa área, na época.

Um dos motivos do atraso da plataforma SSP pode ser justamente esse impasse com software, o que, inclusive, fez a Volkswagen chegar a uma parceria com a Rivian. Também é um dos motivos que adiou a chegada do Projeto Trinity. "Nós apenas fizemos algumas alterações, adiamos um pouco o projeto, não porque não o consideremos uma grande prioridade, mas porque o Trinity nunca foi projetado para ser um veículo de grande volume", admitiu Schäfer. O projeto do elétrico passou de 2026 para o final de 2032 e provavelmente terá que ser retrabalhado. Voltando ao Golf, você deve ter lido mais acima que o ID. Golf era esperado para meados de 2028.

Mas, o primeiro atraso jogou seu lançamento para 15 meses depois, o que faria com que ele estreasse em 2029 (guarde essa informação). Na época, segundo as mídias Manager Magazin e Electrive, o cronograma da Volkswagen com alguns elétricos foi atrasado. Isso afetou o ID. Golf e um SUV chamado de T-Sport, que ficará para 2031 (ante 2028 no cronograma inicial) – fora alguns modelos da Audi. O atraso da Cariad no desenvolvimento do software E3 2.0 da unidade de software da VW, é o motivo principal. "No entanto, a arquitetura está tão defasada que os modelos teriam que ser lançados no mercado em intervalos muito curtos. Isso não seria viável, de acordo com o Grupo. Em alguns casos, o lançamento de vários modelos teria que ser adiado consideravelmente", afirma a reportagem via Electrive.

Quando anunciou a plataforma SSP, a Volkswagen confirmou que a plataforma contaria com o software chamado de ‘Adapted E/E Architecture’, o que levou, inclusive, a Volkswagen alongar o uso da base MEB (com uma versão atualizada, a MEB+). E a plataforma SSP é importância demais para o grupo. "Com a SSP, não ofereceremos uma solução única para todos os casos. No entanto, precisamos obter o máximo de diferenciação do produto e, ao mesmo tempo, uma redução significativa das variáveis. Portanto, o SSP consiste em módulos padronizados com variantes dedicadas e algumas dimensões de plataforma predefinidas”, disse Markus Duesmann, responsável pela Pesquisa & Desenvolvimento do Grupo Volkswagen.



“Reduziremos a complexidade em cerca de 50%, diminuindo o número de opções para cada componente. Ao mesmo tempo, ainda podemos oferecer uma grande diferenciação por meio da escalabilidade e de várias combinações de módulos em combinação com diferentes tamanhos de plataforma. Passaremos dos atuais 22 sistemas de baterias diferentes para oito.", adicionou Duesmann. A base SSP também é chamada de arquitetura zonal. “A vantagem da arquitetura zonal é que posso colocar uma, duas ou três zonas em um veículo. Veículos em segmentos de preço mais baixos precisarão apenas de uma zona, enquanto um veículo premium pode precisar de três ou quatro, dependendo das funções”, disse o Diretor de Tecnologia do Grupo VW, Kai Grünitz.

“Posso usar uma família de sistemas em chip [SoC] dedicada para cada modelo. Assim, para o ID.1, posso usar um SoC com preço e complexidade menores, mas se eu levar a mesma arquitetura para o Golf, posso usar um SoC diferente que custa mais, mas oferece funções adicionais. Mas o software continua sendo o mesmo.”, complementa Grünitz ao site Autocar. "A vantagem deste novo software e arquitetura é a sua alta flexibilidade e capacidade de atualização. Já vemos isso em ação com a Rivian hoje [que oferece atualizações regulares via internet e novas funções]. Posso oferecer novas funções aos clientes mesmo depois de eles terem comprado o carro, sem precisar mexer em nada. Então, este é realmente o próximo passo.", adicionou o executivo.

Com uma capacidade de ter atualizações Over-The-Air (OTA), a plataforma possui uma complexidade que a equipe de engenheiros ainda busca resolver. A plataforma também contará com uma arquitetura elétrica de 800V (permitindo que ele consiga recuperar de 10% a 80% em 12 minutos) e terá tecnologia Cell-to-Pack (CTP). "Com as atualizações OTA, posso apresentar novas funcionalidades aos nossos clientes mesmo depois da compra do carro, sem que precisem levá-lo para uma revisão. Isso significa que é realmente o próximo passo.", disse Grünitz. Mais recentemente, Schäfer em entrevista ao site Financial Times, amenizou o atraso do ID. Golf.

"Temos uma linha fantástica agora, e não precisamos de um Golf elétrico em 2028. A VW está bem-posicionada com o que temos em nosso portfólio de veículos", disse o executivo querendo desconversar o motivo do atraso do Golf elétrico e da criação do novo software. Apesar deste ser o problema, executivos disseram ao site Automotive World que este novo software precisa ser desenvolvido com o devido cuidado, especialmente porque ele estreia num carro tão popular quanto o Golf e isso não pode ser feito às pressas. Tanto, que o ID. Golf pode sofrer um novo atraso e acabar sendo lançado somente em 2030, no pior dos cenários.



"Pode parecer que estamos demorando muito, mas para nós, o importante é a escala, e é preciso ter escala neste mercado, senão nunca se consegue atingir a paridade de margens.", disse Schäfer ao Autocar. O segundo motivo do atraso do ID. Golf foi descoberto recentemente: dinheiro em caixa. De acordo com a agência de notícias Bloomberg, o atraso também estaria ligado com o orçamento limitado da Volkswagen que atrasaria o início das reformas na fábrica de Wolfsburg, na Alemanha, em mais nove meses. Em reunião de seu Conselho de Supervisão para determinar a utilização da capacidade de todas as suas fábricas globais e planejar financeiramente os próximos cinco anos, a VW cortou custos em € 15 bilhões (US$ 17,5 bilhões) no ano passado e planeja novos cortes neste ano.

Ao jornal Handelsblatt, a informação é que marca alemã está ansiosa para investir bilhões em novas plataformas e na modernização de suas fábricas, mas precisa administrar os recursos disponíveis com cautela. "Embora as vendas de unidades estejam aumentando, nossos investimentos iniciais previam volumes significativamente maiores. Investimos demais", disse uma fonte ao jornal. O mesmo motivo também vai atrasar o desenvolvimento e a produção do ID. T-Roc. Sobre design, a VW confirmou há alguns meses que a nova geração seguiria a identidade visual vista nos futuros compactos elétricos da marca, entre eles, ID. Polo e ID. Cross.

Mas a imagem acima mostra que a dianteira parece trazer um design mais quadrado, que pode lembrar gerações antigas. "O MK7 é uma espécie de obra-prima, porque reúne todos os melhores elementos da história, mas ainda assim tem um design inovador.", disse o Chefe de Design do Grupo Volkswagen, Andreas Mindt, em entrevista ao site Autocar. No entanto, mais recentemente, foi dito que o ID. Golf pode contar com um design inspirado no Golf MK4. A informação foi divulgada em entrevista no site Motor1 España e o CEO da Volkswagen, Thomas Schäfer, divulgou detalhes.

"A equipe está trabalhando no carro. Em novembro passado, vi o primeiro modelo em tamanho real e tudo o que consegui dizer foi: 'Uau! É tão bonito...' Era apenas uma das ideias, não o modelo final, mas um daqueles protótipos sobre os quais ainda estamos decidindo. Mas, à primeira vista, achei muito bom.", disse. "No final do ano, tivemos uma reunião de gestão sênior onde analisamos os resultados e projetamos o futuro. Apresentamos o carro no palco e todos ficaram impressionados.", adicionou o CEO. Mas a informação mais interessante sobre o design do ID. Golf é que o hatch será inspirado na quarta geração do Golf, uma das gerações mais queridas pelos consumidores do hatch.



"Lembra o Golf MK4, que foi um grande avanço. Mas é um carro com visual moderno e atemporal. Acho que você vai adorar. Do ponto de vista do design, nosso novo Golf elétrico já está 96 ou 97% concluído. Começamos com um modelo de proporções com Andy [Mindt]. E já estava tão bom que Thomas Schäfer e eu chegamos e dissemos: 'Ei, não mexam em nada.'", disse Kai Grünitz, Chefe de Desenvolvimento Técnico da VW, também em entrevista ao site. "Tenho muita confiança no lançamento do Golf 9. Ele está sendo desenvolvido da maneira absolutamente correta”, disse.

“E é incrível o que se pode fazer com um carro que, sabe, você pensa, como ele pode ser ainda melhorado? Mas a equipe criou um design que nos deixou a todos sem palavras: sem dúvida, o melhor que já vimos. Por isso, estou muito feliz e confiante de que ofereceremos algo que fará muitas pessoas felizes.", complementou sobre as linhas do novo Golf. O design da nova geração é chefiado por Andreas Mindt, Chefe de Design da Volkswagen, a quem Schäfer tece elogios: "O Andy é muito importante por causa da sua atitude e pensamento positivo. Ele é um cara único, não é o típico designer. Ele sempre ouve a opinião de todos e tem soluções. Sua mentalidade e a forma como trabalha transformaram toda a organização.", diz.

Ele ainda adiciona que o novo Golf terá um design mais limpo, puro e simples. "Queremos criar um design muito puro e simples, com foco em uma estética limpa. Capturar a essência do Golf, os melhores detalhes da sua história. Um Golf será sempre um Golf, garanto-lhe um Golf inconfundível. E mesmo se removêssemos todos os emblemas, deixando o carro completamente vazio, você ainda o reconheceria como um Golf.", concluiu. Internamente, a Volkswagen já confirmou que todos os seus carros elétricos vão contar com controles físicos para funções como volume do som, central multimídia e sistema de ar-condicionado.

O volante deve trazer dois raios e o desenho contará com quadro de instrumentos e uma central multimídia destacados do painel. Apesar da produção ser mantida em Wolfsburg, a Volkswagen deve transferir a produção do Golf a combustão para a fábrica de Puebla, no México – transferência inicialmente prevista para 2027. Com o atraso do ID. Golf, a transferência também poderá ser adiada, como destacou o site Automotive News. Acredita-se que o Golf de oitava geração (atual) deva conviver com o ID. Golf por alguns anos ou até que a nova geração do Golf tenha as duas opções de motores, mas o mais certo é que o atual Golf ganhe mais uma mudança e se mantenha em linha.



“O Golf a combustão continuará enquanto houver clientes que o desejam. No momento, considerando a demanda, presumo que será um longo período de tempo. É muito provável, quase certo, que o Golf com motor a combustão e o ID. Golf coexistirão – assim como o ID. Polo coexistirá com o Polo convencional – por muitos anos.”, disse Martin Sander, Membro do Conselho da Volkswagen Responsável por Vendas, Marketing e Pós-Venda. Outra alternativa é que coexistam dois Golfs diferentes. O ID. Golf ser diferente do Golf a combustão, algo que a Mercedes-Benz fará com os modelos Classe C e GLC.

Assim, é cotado que o Golf de oitava geração conviva com o ID. Golf até uma nona geração do Golf a combustão chegar – diferente do elétrico. O que já é dado como certo é que o ID. Golf vai substituir o ID.3. O modelo lançado em 2019 deve se manter em linha até a chegada do Golf elétrico, ganhando ainda uma reestilização neste ano. “É a essência da nossa marca. Não vamos matar o Golf. [Logo] não há espaço suficiente para dois ou três modelos diferentes que atendam ao mesmo cliente. Começamos a trabalhar em um Golf totalmente elétrico. Temos ideias concretas de como ele será, mas veremos como o mercado se desenvolve. Haverá uma sobreposição [entre o ID.3 e o Golf elétrico]", disse Grunitz, em entrevista ao site Top Gear, em 2024.

Outra informação confirmada é que o ID. Golf contará com uma opção GTI. "Se lançarmos um veículo elétrico com o nome Golf, ele precisa ser um Golf de verdade. Precisa ter a aparência de um Golf. Precisa ser acessível como um Golf. Precisa ser capaz como um Golf. E precisa haver uma versão GTI. A ideia é ter a mesma arquitetura elétrica. Hoje em dia, existem quatro ou cinco arquiteturas diferentes. Mas a SSP será uma arquitetura eletrônica comum para todo o grupo.”, disse Grunitz. Outra informação sobre o GTI é que ele pode ser equipado com um sistema de simulação de trocas de marchas.

"O som definitivamente terá um papel. A grande questão é como adaptá-lo sem que soe artificial demais. Ainda não há consenso. Está meio a meio. Tem que ter barulho, tem que ter trocas de marcha!”, disse Schäfer em entrevista. O ID. Golf GTI chegará alguns meses depois das versões civis do hatch e a marca também trabalha na versão junto com os motores ‘mais calmos’. Ao Auto Express, Schäfer disse que está "muito feliz com o progresso", acrescentando: “No final da década, lançaremos um Golf [GTI] elétrico, e esse será um carro monstruoso. Estou muito feliz com o progresso. É legal. Dá para torná-lo emocionante. Tem que ser emocionante, tem que ser autêntico. Tem que ser um GTI [de verdade]".



O GTI elétrico chegará com tração dianteira (FWD) e terá um salto de potência em relação ao GTI atual. “Lançaremos uma linha completa de GTI, começando com o ID. Polo GTI, que será o primeiro a chegar com motor elétrico. Quando iniciamos essa jornada, [dissemos] às equipes de desenvolvimento: 'Precisamos nos orgulhar do GTI do futuro', e a equipe está abraçando essa missão.”, adicionou o executivo. O desenvolvimento do ID. Golf GTI, nas falas do executivo, está progredindo bem, mas ainda segue antes da fase de testes físicos. Eles ainda continuam virtuais.

"Sabemos como o veículo se parece e podemos sentar virtualmente dentro dele. As dimensões da plataforma e do veículo estão claras, embora ainda não estejam refinadas nos mínimos detalhes do design. Temos muitas etapas a cumprir.", disse Schäfer. Apesar disso, um Golf GTE de sétima geração com uma altura em relação ao solo estranha (alta) foi flagrado pelo site Motor.es, podendo indicar as primeiras mulas de testes. O que não se sabe ainda é como será a versão R. Possivelmente, teria uma tração integral e não apenas um motor mais forte, como acontecerá com o GTI.

A Volkswagen diz que vai manter a linha ID em linha, mas agora com nomes conhecidos – e com alma. “ID. é uma marca realmente forte”, disse Sander. “Existe uma comunidade ID.; os motoristas de ID. se encontram uma vez por ano no Lago Como. Isso mostra que a ID. em si está se tornando uma marca forte – precisamos pensar com muita, muita atenção se queremos abandonar isso. O futuro da mobilidade individual será elétrico. Portanto, se quisermos ser líderes de mercado no futuro, precisaremos ter um nome forte que reflita essa ambição de sermos o número um”, disse Sander. O futuro da Golf Variant, no entanto, deve continuar com o motor a combustão. Mais detalhes da nova geração do Golf devem ser revelados em breve.



Fotos: Volkswagen / divulgação

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