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Mostrando postagens com o rótulo Curiosidades

Curiosidades: sugar o óleo do reservatório é prejudicial?

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Você já foi a uma oficina para trocar o óleo e tinha um sugador de óleo de motor? Ficou receoso para saber se isso seria prejudicial a saúde do motor ou que possa causar algum dano? Segundo a revista Quatro Rodas na seção Correio Técnico, "Quando bem executado, o sistema a vácuo (ou de sucção) não causa dano. Prova disso é que ele é amplamente difundido nos Estados Unidos. Mas o método não é recomendado por algumas montadoras e técnicos porque exige um funcionário bem treinado e experiente, além de um nível de pressão adequado ao tipo de motor. Segundos seus detratores, ao retirar o óleo por drenagem, temos a certeza de que ele se esgotou por completo. Já no método que faz a aspiração, o técnico pode ter deixado um pouco de lubrificante velho em algum canto do cárter, dependendo do desenho interno. Seus críticos argumentam ainda que, se houver uma partícula metálica depositada no fundo, por ser mais pesada, ela pode não ser puxada pela mangueira de pressão. Mas o processo de su

Curiosidades: nos testes de impacto (Crash-Test), o motor é desligado?

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Você conhece muito bem os testes de impacto. Conhecidos como "Crash-Test", eles testam a segurança de um automóvel. Na América do Sul que realiza esse teste é o LatinNCAP, órgão que surgiu em 2010 para melhorar a qualidade dos carros latino-americanos. Dentro de cinco anos os nossos carros melhoraram de 0 estrelas a 5 estrelas graças aos testes de impacto. Ele são "jogados" contra uma parede a 64km/h. Mas o motor vai desligado? Segundo o Correio Técnico da revista Quatro Rodas, "Sim, o motor é desligado, mas há vários parâmetros que devem ser seguidos antes do teste de impacto. O óleo do motor e o fluido da transmissão são drenados, assim como o combustível do tanque e das respectivas mangueiras de alimentação. Estes são preenchidos com solvente colorido (para revelar vazamentos após a colisão sem o risco de derramar combustível no local) e, depois, o motor é ligado para que ele funcione até morrer. Os pneus são calibrados com a especificação de fábrica e o

Curiosidades: há alguma diferença entre a posição da ré no câmbio manual?

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Quem dirige carros com câmbio manual já deve ter percebido a diferença. E para pegar o hábito dessa mudança demora algum tempo, mas não de incômodo. Quem trocou de carro, sendo que o antigo tinha a posição de ré para a direita-baixo e quando trocou de carro percebeu a mudança quando deu a ré para a esquerda-cima. Assim, o Correio Técnico, da revista Quatro Rodas, respondeu a essa dúvida: "Em alguns carros, a posição da ré na alavanca do câmbio manual é para a frente, em outros é para trás. Qual a diferença?" . "Não há diferença funcional em posicionar a marcha à ré para frente ou para trás. O que aconteceu é que, durante o desenvolvimento dos primeiros câmbios manuais, cada fabricante estabeleceu seu padrão, lembrando que com o tempo o número de marchas também foi mudando. Assim, num câmbio de três velocidade, seria natural que a ré ficasse na posição da quarta marcha. Mas, quando finalmente surgiu a quarta, onde a ré seria colocada? Desse modo, cada marca adaptou-se

Curiosidades: no frio, o consumo de combustível aumenta?

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No Brasil, raramente neva mesmo no inverno. Mas o Sudeste e principalmente os três estados do Sul sentem mais o frio. E o carro, também sofre com o inverno. Afinal, o consumo de combustível é maior na época mais fria do ano? Segundo a sessão Correio Técnico da revista Quatro Rodas, diz que sim: "Sim, faz sentido. A quantidade da ar/combustível necessária para ocorrer a combustão é chamada mistura estequiométrica, que no caso da gasolina é 14,6:1 – ou seja são necessários 14,6 gramas de ar para 1 grama de combustível. Quando a temperatura ambiente cai, a densidade do ar aumenta, exigindo mais gasolina para a combustão completa. Marginalmente ainda há outros fatores que podem contribuir para o aumento de consumo. A pressão dos pneus cai 1% a cada 6 graus Celsius, o que aumenta o atrito de rolamento. Dias mais frios também fazem com que o motor gaste mais energia para chegar à temperatura normal de trabalho. Por último, o arrasto aerodinâmico do veículo aumenta, em razão da maior

Curiosidades: Como funciona a direção elétrica?

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Lançada em 1999, a direção elétrica veio para substituir a direção hidráulica. Quando foi apresentada em 1999, já representava 4% das vendas globais. Em 2011 esse percentual pulou para 30%. Para esse ano de 2015, espera-se que suba para 50% as vendas de carros com direção elétrica no mundo. No Brasil ela já é realidade e vem substituindo a hidráulica de forma crescente. No Brasil, o primeiro carro com direção elétrica foi o Fiat Stilo, em 2003. Desde sua apresentação, cerca de 5 bilhões de combustível no mundo foram economizados, por gastar menos que a antecessora. Mas como ela funciona? A direção elétrica independe do motor e dispensa todas as correias que fazem a bomba de óleo funcionar, comum nos carros com direção hidráulica. O motorista aplica um torque ao volante no sentido de girá-lo e um sensor óptico especial armazena a finalidade do condutor em realizar uma curva, a velocidade angular de giro do volante o ângulo, o sentido de giro e comunica-se com a central eletrônica do

Curiosidades: é verdade que câmbios automatizados como Dualogic e I-Motion tem duração de embreagem prolongada!

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Muto se fala sobre o uso do câmbio automatizado, sobre os trancos e com conforto "precário" devido aos soluços que os passageiros sentem. Mas, eles trazem um ponto favorável em relação aos veículos com câmbio manual, por exemplo: a embreagem tem uma vida maior. Segundo o Correio Técnico da revista Quatro Rodas, "realmente pode haver aumento da durabilidade do sistema em função do uso adequado do conjunto da embreagem. Enquanto no câmbio manual há uma possibilidade de uso inadequado na troca de marchas, com o automatizado quem faz essa mudança é o sistema computadorizado do veículo, eliminando qualquer chance de erro. Além disso, práticas como descansar o pé esquerdo no pedal e segurar o carro na embreagem em aclives são péssimos hábitos que aumentam o desgaste e que nunca ocorreriam nos automatizados." . O uso do câmbio automatizado deve ser levado em consideração, o uso do veículo e também se o consumidor não liga para desconforto dos trancos, em troca de apenas

Curiosidades: por que é tão difícil vermos compactos com câmbio manual de 6 marchas?

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Quanto mais marchas, menos o motor trabalha, correto? Sim. E com a crescente preocupação da economia de combustível, porque não adotá-lo? Segundo a coluna Correio Técnico, da revista Quatro Rodas, "quanto mais marchas requerem mais engrenagens e mecanismos de engate mais complexos. Isso aumenta o preço do veículo (algo mais sensível em modelos de entrada) e eventualmente o peso, sem a garantia de que o consumo será menor ao se considerarem todas as condições de uso – especialmente nos veículos de menor torque, caso do Siena 1.0 6 Marchas, lançado em 1998. Na busca por economia, os engenheiros têm investido mais na otimização do gerenciamento do motor, na desativação de cilindros, na injeção direta e em outras soluções com maior garantia de sucesso. O aumento do número de marchas acaba sendo uma segunda etapa." . O maior exemplo de compacto com câmbio manual de 6 marchas foi o Fiat Siena 6 Marchas, lançado em 1998. Naquela época, a marca apostou em uma fórmula diferente no

Curiosidades: por que é exigido o lavador de faróis de fábrica em carros com faróis de xenônio?

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Cresceu o número de carros com lavadores de faróis de fábrica. Mas a oferta de carros com faróis de xenônio também cresceu nos últimos anos no Brasil. O que isso tem em comum? É a exigência dos lavadores de faróis em veículos equipados com faróis de xenônio. Segundo a coluna Correio Técnico da revista Quatro Rodas, "O lavador, geralmente com um forte jato de água, serve não apenas para limpar a sujeira, que diminui a luminosidade do farol, mas principalmente para evitar mudanças na trajetória da forte luz do xenônio, o que pode ofuscar os motoristas trafegando no sentido oposto. Na Europa, esses lavadores são obrigatórios em faróis com fontes de luz superiores a 2 000 lumens, o que incluiria alguns faróis halógenos no seleto grupo dos modelos de xenônio. Os jatos de alta pressão (50 bars) para faróis foram lançados em 1972, na Europa. Com o advento das lentes de policarbonato, os pequenos limpadores móveis, semelhantes aos do para-brisa, foram sendo aposentados e substituídos p

Curiosidades: a bateria dos carros elétricos é a mesma dos veículos a combustão?

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Como funciona bateria de um carro elétrico? É a mesma de um veículo movido a combustão? Segundo o Correio Técnico, da revista Quatro Rodas, "Não. As baterias tradicionais são do tipo chumbo-ácido, de baixa densidade de carga, projetadas apenas para uso intermitente, como iluminação e partida. Os modelos destinados a veículos elétricos ou híbridos são de alta densidade de energia, projetados para uso contínuo e prolongado, geralmente de íons de lítio ou de hidreto de níquel metálico. Na verdade, um carro elétrico tem um conjunto de pequenas baterias que trabalham interligadas. No Nissan Leaf, são 48 módulos espalhados sob o assoalho. Como ficam todas juntas, um sistema de ventiladores ajuda a eliminar o calor se a temperatura subir demais com o uso excessivo." . Essas baterias costumam ser muito mais leves do que outros tipos de baterias recarregáveis do mesmo tamanho. Os eletrodos de uma bateria de íon-lítio são feitos de lítio e carbono leve. Além disso, o lítio também é

Curiosidades: Ih, furou. E agora? Reparo o pneu por "macarrão" ou "vulcanização"?

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Situação corriqueira, um pneu furar é algo bem furar. Mas surge a dúvida. O que é melhor? Reparar o pneu com macarrão ou por vulcanização. Segundo a seção Correio Técnico, da revista Quatro Rodas, "Os dois métodos, se executados com boa técnica, produzem resultados adequados. Mas os fabricantes de pneus são categóricos em afirmar que o macarrão só deve ser usado em situação de emergência. Nesse processo, uma massa alongada é inserida dentro do furo. Sua vantagem é permitir o reparo sem tirar o pneu do aro e com mais rapidez. Por outro lado, ele pode facilitar a infiltração de sujeira ou umidade na estrutura metálica do pneu. Na outra técnica, também chamada de manchão, aplica-se um pequeno disco de borracha sobre o furo internamente, usando alta pressão e um selante. Ele é muito mais eficiente, mas exige a retirada do pneu da roda e, consequente, um novo balanceamento." . A vulcanização é bem maior que o furo, para ela ser jogada pra fora do pneu, tem que rasgar a vedação.

Curiosidades: como funciona os motores "Flex-Diesel" que são vendidos hoje na Europa?

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Na Europa, já existe um novo tipo de diesel que pode chegar ao mercado brasileiro daqui alguns anos. Trata-se do BioDiesel B20, que está a venda na Europa e nos EUA e grande parte desses países já tem veículos que rodem com esse motor. Mas como funciona esse novo diesel? Segundo o Correio Técnico da Revista Quatro Rodas, "entendemos que o motor BioDiesel B20 é o que utiliza até 20% de biodiesel no diesel mineral, conhecido apenas como B20. Portanto, ele é um motor diesel normal, só com uma mistura de combustível diferente. O BioDiesel B20 oferecido no mercado europeu é uma combinação de lipídeos obtidos de óleos vegetais, gordura animal e etanol. No mercado americano, utilizam-se só óleos de fontes renováveis. Alguns fabricantes, como Volkswagen e Audi, não permitem uso de BioDiesel em seus motores TDI em alguns mercados, como o brasileiro. Nos EUA, a maioria já sai de fábrica capaz de queimar o B20." . Chamado de "Diesel Flex", o BioDiesel B20 poderá ser viabili

Curiosidades: qual o principal problema de uma bateria?

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Baterias geralmente não dão muito problema. Só se elas tenham chegado ao fim de vida-útil, quando o carro não roda muito ou quando se deixa um componente elétrico ligado. Fora isso, o maior problema das baterias automotivas chama-se sulfatação. Que nada mais é do que o acumulo de sulfato de chumbo sobre as placas dos elementos acumuladores. A sulfatação ocorre quando a bateria é submetida a um período de descarga muito logo, e sem a devida recarga para realizar a reação inversa e dissolver o sulfato de chumbo. O resultado é a inutilização do elemento acumulador, e logo da bateria, pois a camada de sulfato de chumbo não permite a passagem da corrente elétrica proveniente do alternador, o que impede que a reação de carga ocorra e o sulfato inscrutrado reaja voltando a sua forma de PbO2 e chumbo esponjoso. Muitas vezes é possível fazer a bateria voltar a permitir recarga, contudo em muitos caso o período de descarga foi tão grande que a bateria até admite recarga, mas torna-se incapaz

Curiosidades: por que a pressão do pneu é medida em libra se o Brasil usa a medição por bar?

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Você já parou para pensar nas medidas de pressão dos pneus? Alguns países usam libra por metro polegada enquanto o Brasil possui a medição feita por bar. Mas por que isso existe? Segundo a seção correio técnico da revista Quatro Rodas, "antes do surgimento da indústria nacional, o mercado consumia carros importados, que passaram a vir em massa para o Brasil após a Segunda Guerra, principalmente dos Estados Unidos, com seus padrões e normas industriais locais. Por isso, passamos a trabalhar com algumas medidas para automóveis pelo sistema imperial, cujos valores vinham estampados nos manuais de proprietários ou em avisos afixados no veículo. Em 1962, o Brasil adotou o Sistema Internacional (SI), no qual a unidade de pressão é o pascal (1 Pa = 1 N/m2). Mas ela não pegou entre os técnicos da área, que preferiram uma unidade derivada, o bar (1 bar = 10.000 Pa = 14,5 psi). Enquanto isso, os postos de combustíveis mantiveram o bom e velho psi, a que os motoristas já estavam acostumad

Curiosidades: qual o risco de abastecer um veículo movido a diesel, com gasolina?

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Você já se perguntou se há algum risco de um carro movido a um combustível rodar com outro? Dependendo da quantidade, os riscos podem ser graves. Segundo o Correio Técnico da revista Quatro Rodas, "é difícil dizer, pois depende muito de quanta gasolina for colocada no tanque. Mas, em qualquer situação, o motor funcionaria por algum tempo com o diesel remanescente na tubulação de combustível e, depois, começaria a dar os primeiros sinais de que há algo errado. Ele pode desde funcionar, mas com alguma luz de advertência do motor acesa, até parar totalmente de funcionar. Motores diesel modernos dependem de sistemas de gerenciamento sofisticados e específicos como o DPF (Diesel Particulate Filter), OxyCat (Oxygen Catalyst) e SCR (Selective Catalytic Reduction), que podem ser danificados. E, como a gasolina não possui características lubrificantes, podem ocorrer danos graves também na bomba injetora e em outras partes relacionadas ao sistema de alimentação." . Ou seja, o custo

Curiosidades: é verdade que escapamentos dimensionados aumentam a potência e o torque dos veículos?

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Você com certeza já deve ter visto aqueles escapamentos grandes e geralmente causam um nó na cabeça de quem faz o percurso dele até seu fim. Esses escapamentos são muito utilizados em veículos de competição, que dá um visual mais nervoso. Mas seria apenas visual? Você nunca se perguntou se esses escapamentos dimensionados desenvolvem mais potência e torque? Pois a resposta é "sim, e por isso são muito usados em competições, podendo chegar a 12×2 (12 cilindros que terminam em duas saídas). Nesse tipo de acessório, em vez de o cano de escape sair diretamente do coletor, há um cano para cada cilindro, que se fundirá em dois ou em apenas um mais à frente. A ideia do escapamento dimensionado é aproveitar a energia da combustão fazendo com que as ondas sonoras (senoidais) de escape de um cilindro cheguem à junção, ou ao exterior, em um vale (pressão negativa no sistema), sugando o gás de outro tubo no início da exaustão. Parece fácil na teoria, mas o cálculo desse intervalo exige con

Curiosidades: estepe temporário é inseguro?

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Chamado de "estepe temporário", o pneu fininho, que parece muito com o de uma moto, sempre gerou polêmica. Presente em Honda Civic, Ford New Fiesta Sedan e Chevrolet Cobalt, é uma alternativa das marcas em buscarem mais espaço no porta-malas, uma vez que está cada vez mais difícil furar um pneu. Podemos dizer que ele tem suas vantagens, como economia de espaço no porta-malas, menos "peso morto", menor custo de reposição e diminuição de risco de roubo. Ao contrário do pneu normal, o temporário tem algumas limitações, como poder rodar apenas a 80km/h. Se for colocado na dianteira, esse pneu certamente irá piorar a frenagem e com curvas mais acentuadas, é preciso ter cautela. Mas ele é eficaz? Não muito, até porque seu uso exige limite de velocidade menor, indicado no pneu, geralmente, é de 80km/h (alguns variam). Mesmo assim, a estabilidade e a capacidade de frenagem serão sempre menores do que as do pneu original. O estepe mais fino foi desenvolvido para liberar m

Curiosidades: Porque há diferenças de potência entre o divulgado e o dinamômetro?

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Dinamômetro são testes de medições de potência e torque de um veículo. Ele é colocado em teste para saber qual a real potência, ou para confirmar a potência divulgada pela marca do veículo. No Brasil, que costuma realizar testes de dinamômetro é a revista FULLPOWER, que testou vários modelos e entre os mais polêmicos foi o caso do Hyundai Veloster, onde ele conseguiu apenas 116cv enquanto a Hyundai divulgava 140cv. Acontece variações para mais, como no caso do Volkswagen Golf 1.4 TSI, que divulgou 177cv enquanto a VW divulga 140cv. Segundo a revista Quatro Rodas, "O que mais causa erros nas medições de torque – e consequentemente no cálculo da potência – são os fatores de correção utilizados nos dinamômetros de rolo. A razão de ser desse fator é adequar as condições do teste, como temperatura, umidade do ar e altitude do local em que está o equipamento de medição, ao padrão usado pelos fabricantes. Operadores com pouca experiência ou dinamômetros sem manutenção adequada aumenta

Curiosidades: como funciona o motor Boxer, utilizado pelos carros da Subaru?

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Depois de comemorar 15.000.000 unidades de motores Boxer, em 49 anos de produção, a Subaru é uma das únicas marcas atualmente que usa o motor Boxer. Ele foi lançado em Maio de 1966 no Subaru 1000, no Japão. O sedã compacto 1000 foi o primeiro carro a usar motor Boxer da própria Subaru, com cilindros horizontais contrapostos e arrefecidos a água. Mas você sabe como eles funcionam? Vai aí uma breve explicação da revista Quatro Rodas: "O motor boxer é aquele que tem cilindros contrapostos, trabalhando paralelamente ao solo. A grande qualidade desses motores é o centro de gravidade mais baixo (o que melhora a estabilidade do veículo), que, associado ao sistema de tração integral da Subaru, ajudou a torná-la um ícone dos ralis (tanto que a Subaru também comemorou a produção da tração All-Wheel Drive (AWD), que chegou a 14.000.000). Outra vantagem é que essa configuração também ajuda a reduzir o índice de vibrações, trazendo, portanto, mais conforto. A montadora japonesa foi a primei

Curiosidades: Os carros mais vendidos do Brasil em 2002!

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Em 2002 o Brasil recebia muitas novidades vindas de fora: Volkswagen Polo Hatch, Chevrolet Corsa, Ford Fiesta e Peugeot 307 foram os destaques do ano. Na época, todos eram considerados os melhores da categoria, uma vez que o mercado estava carente de boas novidades. Rivais, Volkswagen Polo Hatch e Chevrolet Corsa Hatch chegaram ao mercado quase juntos e batalharam uma boa briga, a favor do Chevrolet, mais barato. O Polo, em toda a sua existência sempre foi um ótimo carro, construído de tal maneira que faziam os demais de segmentos inferiores, mas seu preço não ajudava em nada suas vendas. Quem ficava em dúvida ou comprava um Gol ou partia logo para o Golf. Porém as vendas do hatch compacto premium foram estáveis, e só no final de 2014 ele saiu de linha no Brasil. sobrevivendo com estoques em 2015. O Corsa era diferente. Seu nome já era forte na época. Lançado em 1994, a segunda geração do Corsa chegou totalmente diferente, o que encantou os consumidores. Há quem fale sobre a se

Curiosidades: Como funciona a suspensão multilink?

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Nas próximas semanas iremos explicar como cada tipo de suspensão atua no carro. Nessa semana começamos com a suspensão multilink, famosa por ser uma das mais modernas e seguras, a suspensão multilink é aquela que não é de eixo rígido ou semi-rígido. É uma suspensão de rodas independentes. É chamada de multilink porque, geralmente, é composta de vários braços que ligam as pontas de eixo com o corpo do veículo no sentido de dar total flexibilidade ao conjunto. Geralmente são constituídas por braços longitudinais, além dos transversais, que são responsáveis pela estabilidade das rodas na direção do comprimento do veículo. Entre suas principais qualidades estão os esforços transversais nas curvas e derrapagens, os braços longitudinais permitem as oscilações verticais e resistem aos esforços longitudinais que ocorrem nas frenagens e arrancada. Possui triângulos duplos, avançado, utilizando entre 3 e 5 braços para manter a posição do eixo, em vez dos normais, constituídos de 2 braços. Por

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