Adeus FCA e PSA: Stellantis é criada oficialmente e se torna o quarto maior grupo do mundo


A Stellantis oficialmente está formada. O quarto maior grupo automotivo do mundo foi criado graças a união de FCA e PSA. Ao todo serão 20 empresas sobre a guarda da Stellantis. Entre uma das principais acionistas deve estar a Exor, dona da FCA, que terá uma fatia de 14,4% de participação, seguida pela família Peugeot com 7,2% e o Governo da França com 6,2%, além da Dongfeng com 5,6%. A Stellantis Group ainda confirmou John Elkann como Presidente, tendo Carlos Tavares como CEO e Mike Manley como CEO na América do Norte. Tavares era o CEO da PSA há alguns anos e conseguiu bons resultados e reverteu o desempenho da Opel, que estava operando no negativo há anos nas mãos da GM. Ainda há outros nomes importantes dentro do grupo como Robert Peugeot (vice-presidente), Henri de Castries (diretor independente sênior), Andrea Agnelli, Fiona Clare Cicconi, Nicolas Dufourcq, Ann Frances Godbehere, Wan Ling Martello, Jacques de Saint-Exupéry e Kevin Scott. Com base nos dados de 2019, a Stellantis deve ser a quarta maior marca do mundo, com cerca de 8 milhões de unidades anuais e quase 190 bilhões em faturamento. Em 2020, as vendas devem ser menores, assim como o faturamento, muito motivado pela pandemia do COVID-19. Desde o último dia 18 de janeiro, FCA e PSA se despediram da Bolsa de Valores de Milão, na Itália, e de Paris, na França, respectivamente. Agora passa a operar como Stellantis e também entrou na Bolsa de Valores de Nova Iorque. As 20 marcas do Grupo Stellantis, são: Abarth, Alfa Romeo, Chrysler, Citroën, Comau, Dodge, DS, Fiat, Fiat Professional, Free2Move, Jeep, Lancia, Leasys, Maserati, Mopar, Opel, Peugeot, RAM, SRT, Teksid e Vauxhall, em ordem alfabética. Dessas, são 16 marcas de automóveis. O que pode gerar mudanças e a não ida da Peugeot a América do Norte, por conta da sobreposição de modelos semelhantes. “Não podemos deixar de levar em conta que nos próximos dias a Peugeot fará parte deste novo mundo. Imagino que nos próximos meses devido à nova estratégia teremos que nos adaptar e reconsiderar todos os elementos, inclusive este”, disse Jean-Philippe Imparato. Além disso, marcas podem deixar de existir, como Lancia e Chrysler, em estajo quase vegetativo, assim como a Dodge, com produtos desatualizados. 




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