Chevrolet revela imagens teaser em sketch da nova geração da Montana e detalha processo

Chevrolet revela mais detalhes do desenvolvimento da nova geração da Montana e destaca como a parte digital do processo foi importante para a picape



A Chevrolet apresentou as primeiras imagens teaser em sketch da nova geração da Montana. Depois de revelar imagens da picape com camuflagem, agora foi a vez da mesma ser antecipada em sketchs. Essas imagens mostram o desenho da Montana por completo, mas em imagens que parecem ser desenho. Na dianteira, a nova Montana possui faróis divididos em dois andares.

Na parte superior, a marca vai contar com luzes diurnas DRL em LED, enquanto os faróis principais ficam logo abaixo. A picape ainda conta com uma grade superior junto de um acabamento cromado, onde está o logotipo da marca. Há também uma entrada de ar mais central, com barras horizontais. O capô terá linhas mais vincadas e ao centro terá um ressalto. Nas laterais, a picape tem retrovisores maiores que o Tracker.

As portas parecem trazer maçanetas parecidas. É possível ver ainda rack de teto e caixas de rodas com acabamento em plástico preto. As janelas terão uma continuidade com um acabamento em plástico preto na coluna C. De traseira, a nova Montana mostra suas lanternas compactas, interligadas por uma barra em preto brilhante. Ela ainda possui o nome Chevrolet na tampa da caçamba, enquanto o para-choque terá refletores, pelo o que se pode ver até o momento.

A Chevrolet confirmou que a terceira geração da Montana contou com um processo bastante avançado de desenvolvimento digital. A marca confirmou que a picape passou por uma série de fases com o digital ajudando em seu desenvolvimento. “O desenvolvimento virtual permite reduzir o tempo de gestação de um veículo quase pela metade, agregando ainda ganhos de qualidade, segurança e eficiência. Outra vantagem é a infinidade de simulações e aperfeiçoamentos que é possível realizar ao longo do projeto”, explica Suzimara Ducatti, Especialista em Simulações Virtuais na GM América do Sul.



“Mesmo antes de produzir os primeiros protótipos físicos do veículo, já simulamos mais de 15 milhões de quilômetros rodados e mais de 15 mil testes multidisciplinares com o auxílio desses supercomputadores”, complementa Ducatti. A Chevrolet ainda confirma que a picape passou por um processamento de dados com uma área equivalente a 20 campos de futebol, onde cada peça, cada sistema, eram trabalhados primeiro digitalmente.

“Ferramentas virtuais também otimizam os custos totais de desenvolvimento do veículo. Essa redução permite incluirmos muito mais tecnologias ao veículo sem necessariamente ter que posicioná-lo num degrau de preço acima. Este é outro benefício desta tecnologia para o consumidor”, destaca Suzimara. Pontos, inclusive, como de estrutura, aerodinâmica e dinâmica veicular são algumas das disciplinas presentes no desenvolvimento virtual, assim como simulações eletrônicas, de desempenho térmico e de radiofrequência.

A segurança também ajuda nessa parte. Os engenheiros e designers da marca seguiram os padrões de design da Chevrolet, assim como a segurança para quem é atropelado, como pedestres e ciclistas, com foco em reduzir os danos em casos de acidentes, amortecendo o impacto.

Para o desenvolvimento da Montana, a Chevrolet destacou que ele foi feito em cinco passos. O primeiro passo é a definição do projeto, identificando tendências e uma lista com as principais características. Depois disso, a segunda etapa é a criação do conceito, que envolve os times de Design e Engenharia. A próxima etapa é o desenvolvimento virtual, com componentes criados e otimizados.



Nesta parte é feita uma série de simulações com o auxílio de supercomputadores e inteligência artificial são fundamentais para criação dos melhores carros da categoria. Neste período, ao mesmo tempo em que a preparação da fábrica é iniciada para receber o produto, são construídos artesanalmente protótipos para aprimoramentos finais e validações. Por último, a picape começa a rodar em testes com unidades pré-série.

Nisso, ela recebe camuflagem zebrada e a Chevrolet destaca que a camuflagem da Montana foi especial, com um recurso que embaralha a câmera de quem fotografa. Para enganar as imagens, a marca usou o artifício de capas e espumas, que também ajudam a disfarçar as linhas e os vincos da carroceria. Ao total, foram mais de 6 milhões de quilômetros rodados em um ano e mais de 1.000 testes no Campo de Provas da GM.

Contando com 17 diferentes tipos de pista, o campo de provas tem ainda sete laboratórios. Em seis meses é possível simular um total de 15 anos em condições normais de uso. Os testes também equivalem a 240.000km. Todos os resultados são analisados e as evoluções aplicadas dentro da filosofia de melhoria contínua dos produtos. Esse trabalho de ajuste fino de cada um dos sistemas é chamado de “calibração”. No último ano, o Campo de Provas da GM reciclou quase 300 protótipos e 35 toneladas de pneus, por exemplo.



Fotos: Chevrolet / divulgação

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